Segundo o presidente do Banco da Itália, os bancos são a base do dinheiro digital, não as stablecoin
Ô trem, sô… O presidente do Banco Central da Itália, Fabio Panetta, falou que o dinheiro dos bancos comerciais vai acabar virando digital de vez, andando junto com o dinheiro do banco central. Na fala dele pra turma da associação bancária italiana, Panetta explicou que tanto o dinheiro digital dos bancos quanto o do banco central vão continuar sendo a base do sistema. Já as tais stablecoins, essas moedas privadas, vão ficar só de lado, como complemento. Ele ainda lembrou que a força dessas stablecoins depende de estarem amarradas às moedas tradicionais, o que deixa elas sem muita independência dentro do sistema financeiro. Esse papo rolou dentro de uma discussão maior sobre pagamentos, estrutura financeira e os perrengues da geopolítica. Os europeus tão vendo essa digitalização do dinheiro como uma mudança de longo prazo, puxada pelos bancos e instituições centrais, e não por criptomoeda de empresa privada. Panetta também disse que pagamento virou coisa estratégica pros bancos, porque tecnologia e política tão mexendo com a economia mundial. Segundo ele, hoje em dia até investimento, comércio e juros tão sendo mais decididos na política do que no mercado. O homem comentou ainda que o peso da economia global tá indo pro lado da tecnologia, mas dessa vez num cenário mais complicado, sem tanta cooperação como nas revoluções industriais antigas. Pra ele, finanças digitais viraram ponto de pressão pros bancos nesse mundo cada vez mais dividido. E não é só ele, não. A vice-diretora do Banco da Itália, Chiara Scotti, já tinha dado alerta em setembro de 2025: essas stablecoins que são emitidas em vários países com uma marca só podem trazer risco grande pra União Europeia. Ela disse que só deviam ser permitidas em lugares com regras equivalentes e com exigência firme de reserva e resgate. Mesmo assim, Scotti reconheceu que stablecoins podem ajudar a cortar custo e deixar os pagamentos mais ligeiros.
Bermudas pretende liderar como a primeira nação com economia integralmente digitalizada em dólar
As Bermudas, aquele pedacim de terra britânico com uns 65 mil moradores, tão querendo ser o primeiro lugar do mundo a viver só de economia “on-chain”. O anúncio foi feito lá no Fórum Econômico Mundial em Davos, segunda-feira passada. A intenção deles é dar uma acelerada na adoção do USDC, que é tipo um dólar digital rodando em várias redes de criptomoeda. Esse projeto tá sendo abraçado pela Coinbase e pela Circle, que é quem põe essa stablecoin pra funcionar. O plano O governo bermudense quer que o USDC entre em tudo quanto é canto da economia: banco, lojinha pequena, empresa média e até o consumidor comum. Pra isso, junto com a Coinbase e a Circle, vão oferecer treinamento e apoio técnico. Eles falaram que os sistemas de pagamento tradicionais são caros e cheios de restrição. Já com o USDC, o comerciante recebe rapidim, barato e ainda em dólar. Hoje a moeda oficial é o dólar bermudense, que vale igual ao dólar americano. Mas já tem comerciante usando o dólar digital, e a ideia é acelerar esse trem. Pra dar exemplo, no Bermuda Digital Finance Forum de 2025, a Circle e a Coinbase deram 100 USDC pra cada comerciante que topou entrar na onda. Em 2026, o evento vai ser de 11 a 14 de maio, e o governo vê isso como mais uma chance de empurrar o país nessa direção. O discurso O Primeiro-Ministro E. David Burt disse que inovação boa só acontece quando governo, reguladores e indústria trabalham junto. E com o apoio da Circle e da Coinbase, eles querem criar oportunidade, cortar custo e garantir que o povo das Bermudas aproveite o futuro das finanças. As agências do governo vão começar a testar pagamento com stablecoin e os moradores vão ser chamados pra participar de programas de alfabetização digital. Comparação Esse movimento lembra o que El Salvador fez em 2021 com o Bitcoin. Só que lá o povo é muito maior, mais de 6 milhões, e o Bitcoin tem aquela montanha-russa de preço. Por isso, nas Bermudas, com menos gente e usando dólar digital estável, a chance de dar certo é bem maior.
Trump aborda Bitcoin e criptomoedas em Davos, mas o mercado permanece em baixa
Trump em Davos e o trem das criptomoedas Pois então, sô… Donald Trump, presidente lá dos Estados Unidos, deu as caras no Fórum Econômico Mundial em Davos nessa quarta-feira (21). No meio da falação sobre economia, comércio e segurança, ele resolveu tocar no assunto das criptomoedas, tipo Bitcoin e afins. Só que, uai, o mercado não quis saber de animar não. O Bitcoin tá caindo uns 2,4% nas últimas 24 horas, e o Ethereum e o BNB também deram uma escorregada de 3,6% e 2,7%, cada um. Parece que aquele fôlego que as moedas digitais ganharam no começo de janeiro já foi embora, porque na última semana os ganhos sumiram tudo. 🗣️ Trump repetindo conversa antiga A participação dele durou mais de uma hora e meia, mas novidade mesmo não teve. Repetiu umas falas da época de campanha e citou uns projetos de lei, como o tal do Clarity Act e o Genius Act. Disse que quer manter os EUA como “capital das criptomoedas do mundo” e que isso vai abrir caminho pra liberdade financeira dos americanos. E não perdeu a chance de cutucar a China, falando que eles também querem dominar esse mercado, igual tão de olho na inteligência artificial. Segundo ele, se não tivesse tomado certas decisões, Biden teria estragado tudo e a China já tava com a mão nesse trem. 📉 Mercado não se empolgou Mas, no fim das contas, os investidores não se animaram com a prosa de Trump. Desde quinta-feira (15), o Bitcoin vem caindo, muito por causa das tensões geopolíticas envolvendo os EUA e a tal história da Groenlândia. Resultado: preço das criptos continua descendo ladeira abaixo.
Uai, sô, o trem tá feio pras moeda digital. As outra criptomoeda tão tudo acompanhando a queda. Das dez grandona, nenhuma tá dando lucro nesse dia de quarta-feira, dia 21.
💰 Bitcoin hoje: trem bão demais na Binance Ô sô, o Bitcoin tá dando uma animada boa hoje lá na Binance. O preço tá girando em torno de R$ 478 mil, com uma subidinha de quase 0,62% em relação ao dia anterior. É como se tivesse dado uma respirada depois de uns dias meio parados. 📊 O que tá acontecendo - Preço atual: R$ 478.098,88 - Alta do dia: +0,62% - Ontem tava em: R$ 475.148,21 - Diferença: uns R$ 2.950 a mais no bolso de quem segurou firme 🚜 Jeito mineiro de ver isso - Volatilidade: Igual montanha russa de parque, sobe e desce sem dó. - Liquidez: Na Binance, dá pra comprar e vender rapidinho, igual pão de queijo quentinho saindo do forno. - Cuidado: Trem de criptomoeda é bom, mas tem que ficar esperto, porque o preço muda mais rápido que o tempo em Belo Horizonte. 📌 Dicas pra não perder o fio da meada - Olhe os gráficos de hora em hora, igual quem vigia o café no coador. - Compare com o preço em dólar, pra ver como tá no mundo afora. - Bota alerta de preço, porque o Bitcoin não avisa antes de dar seus pulos. 👉 Em resumo: o Bitcoin hoje tá firme, subindo devagarinho, mas sempre lembrando que esse trem é arisco. Bom pra quem gosta de emoção, mas tem que ter paciência e pé no chão, igual mineiro que sabe esperar o queijo curar.
Autoridades britânicas confiscam R$ 64 milhões ligados à “Rainha das Criptomoedas
👮♂️ Autoridades de Guernsey dão bote em dinheiro da OneCoin Lá em Guernsey, que é um pedaço da Coroa Britânica, os caboclos da lei meteram a mão em quase £ 9 milhões (uns R$ 64 milhões) que estavam ligados ao rolo da OneCoin – aquele trem que foi um dos maiores golpes de criptomoeda já vistos. O povo da justiça não contou direitinho quais ativos digitais eram esses, só falaram que valiam perto de £ 9 milhões, conforme saiu no jornal Guernsey Press. A decisão veio depois que o Tribunal Real resolveu segurar uma ordem de confisco pedida pelos alemães de Bielefeld, usando as leis de produto do crime que foram mexidas em 2024 pra dar conta dessas situações. Os recursos estavam guardados numa conta do RBS International, em nome da empresa Aquitaine Group Limited. Fora isso, não disseram se tem mais coisa da OneCoin sendo investigada, nem anunciaram novas acusações. 💸 A queda da OneCoin e o sumiço da “Rainha das Criptos” A tal da Ruja Ignatova apareceu lá por 2014 como a cara da OneCoin, vendendo a ideia de uma moeda revolucionária. Só que, na prática, não tinha nem blockchain funcionando. Em 2017, quando os promotores começaram a cercar, o esquema desmoronou e ela sumiu no mundo, bem na hora que os EUA abriram processo contra o golpe. Depois disso, a investigação se espalhou por vários países, pegando sócio, irmão e rastreando dinheiro escondido em paraísos fiscais. Em 2022, o FBI botou Ignatova na lista dos dez mais procurados, e a Europol também colocou ela no radar. Até hoje ninguém sabe se tá viva, se tá escondida ou se já morreu. Mistério danado. 🔍 Golpe desse tamanho hoje seria mais difícil Segundo Ohad Shperling, chefe da IronBlocks, na época não existia tecnologia boa pra detectar transações suspeitas em tempo real. Se tivesse, o esquema da OneCoin podia ter sido cortado logo no começo. Mesmo assim, essa apreensão em Guernsey é só uma gotinha: representa 0,2% do prejuízo total. O problema é que recuperar dinheiro de fraude em cripto é complicado demais, porque precisa de chave privada ou pegar fundos em corretora centralizada – e isso só funciona se o suspeito estiver preso. Pra piorar, os golpistas tão usando cada vez mais moedas de privacidade, que já são quase metade das transações na dark web. Isso deixa a recuperação quase impossível. Mas Shperling ainda vê esperança: com os avanços no monitoramento on-chain, dá pra pegar sinais de fraude logo no começo, antes de virar um desastre igual ao da OneCoin.
Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá igual café forte: cheio de energia e surpresa. Hoje quem tá brilhando mais que queijo na mesa de domingo é o ARPA, que subiu mais de 50%. Logo atrás vem o Dusk, que também deu uma esticada boa, passando dos 40%. Pra completar, Oasis (ROSE) e Frax (FRAX) tão firmes na alta, cada um com mais de 20% de valorização. É aquele tipo de dia que o investidor olha e fala: “Uai, será que não devia ter comprado ontem?”. 📉 E as que tão caindo? Nem tudo é festa, né? Tem umas moedas que tão igual pão de queijo murcho: Prom (PROM) e Vanar Chain (VANRY) tão despencando mais de 15%. Outras como Verge (XVG) também tão no vermelho. 💡 Recado - Criptomoeda é igual montanha: sobe e desce rápido. - Não adianta querer correr atrás só do trem que tá subindo, porque amanhã pode ser outro. - O segredo é ter calma, igual mineiro na beira do fogão de lenha, e pensar no longo prazo.
SKR: criptomoeda recém-lançada na rede Solana valoriza 83% logo em sua estreia no mercado
Uai, cês viram a novidade? A Solana Mobile resolveu soltar um airdrop do token deles, o tal do SKR, na terça-feira (20). Quem tem o celular Seeker ou mexe firme nos dApps já pode pegar o trem. E não é que o negócio deu certo? Só de ontem pra hoje o SKR subiu 83%, ficando em torno de US$ 0,01236. Pra quem tem o Seeker, aquele Android feito pela própria Solana Mobile, basta abrir a carteira que já vem no aparelho e resgatar os tokens. Mas tem prazo, viu: são 90 dias pra buscar. Passou disso, os SKR que não forem pegos voltam pro bolo do airdrop. Os desenvolvedores que colocaram aplicativo “bão demais da conta” na dApp Store na primeira temporada também tão na lista dos que podem receber. A ideia do SKR é ser o coração do ecossistema: cuidar da governança, dar incentivo econômico e garantir propriedade dentro da plataforma. O fornecimento total é de 10 bilhões de tokens, sendo que 30% já ficaram reservados pra esses airdrops e desbloqueios iniciais. A Solana ainda tá animando o povo a fazer staking do SKR. Eles falaram que tem evento de inflação a cada 48 horas, tudo pensado pra recompensar quem chega primeiro. Tokenomics do SKR No modelo econômico, a inflação começa em 10% ao ano e vai caindo 25% por ano até chegar em 2%, que fica estável no longo prazo. É um jeito de dar gás no começo e depois trazer mais previsibilidade, coisa que investidor e desenvolvedor gostam. O airdrop saiu junto com a estreia da Season 2 do Seeker, que começou nesta quarta. Vem com novos apps, mais recompensas e acesso antecipado a projetos de DeFi, games, pagamentos, trading e até DePIN. O Seeker é o sucessor do Saga, primeiro celular da empresa, e já vem de fábrica com recursos de blockchain: tem o Seed Vault pra guardar chave com segurança e uma loja própria de aplicativos da rede Solana. Em agosto, a Solana Mobile contou que recebeu umas 150 mil pré-encomendas do Seeker, com entrega pra mais de 50 países. Isso mostra que o povo tá mesmo interessado nesse trem de celular integrado com o mundo cripto. E é por isso que o SKR já chegou fazendo barulho.
Laguna aprova lei que insere criptomoedas e Pix no currículo de educação financeira escolar
A Câmara de Laguna, lá em Santa Catarina, resolveu na segunda-feira (19) botar uma novidade nas escolas da cidade. Agora, dentro das aulas de educação financeira, os meninos e meninas vão poder aprender também sobre criptomoeda, se quiserem. Essa tal de Lei Ordinária nº 2.675, assinada no dia 16 de janeiro de 2026, fala que a disciplina é opcional pros estudantes. E o texto deixa claro: as criptomoedas entram na lista dos meios de pagamento que vão ser estudados.
A tal medida vale pros meninos e meninas dos anos finais do fundamental, do 6º ao 9º ano, seja em escola pública ou particular lá no município catarinense. A ideia é ensinar o pessoal a mexer melhor com dinheiro, saber cuidar das receitas e gastar com consciência. 📚 O que vai ser ensinado O conteúdo da lei fala de vários jeitos modernos de pagamento: - Dinheiro vivo - Cartão de crédito e débito - Pix - Criptomoedas Assim, os estudantes vão aprender sobre orçamento da casa e da vida pessoal, coisa que ajuda demais no dia a dia. 👨💼 Quem propôs Esse projeto foi apresentado em 2025 pelo vereador Rhoomening Souza Rodrigues, conhecido como Pingo, junto com apoio de Vitor Elibio Oliveira, os dois do MDB. 🗣️ O que eles disseram Segundo Pingo, a proposta nasceu porque hoje em dia o consumo tá grande, crédito fácil e pagamento digital em todo canto. Então é preciso preparar as novas gerações pra lidar com dinheiro de forma consciente, ética e responsável. Ele defendeu que aprender a planejar, poupar e investir é sabedoria que vale pra vida toda. 💡 Educação financeira como liberdade Pra ele, educação financeira é ferramenta de emancipação social: ajuda a formar cidadãos independentes, que entendem o valor do dinheiro, sabem como funciona a economia da casa e percebem as consequências das escolhas financeiras. Ensinar cedo sobre orçamento, crédito, juros, poupança e investimento é jeito de evitar dívidas no futuro e incluir mais gente na economia. 🏖️ E agora virou lei Com a aprovação, os moradores de Laguna podem até estudar criptomoedas como parte da educação financeira. A cidade, que fica a uns 120 km de Florianópolis, é famosa pelas praias, pelo surfe e pela pesca com ajuda dos botos. $ETH $BNB
WLFI é criticada após 'carteiras da equipe' aprovarem proposta de expansão de USD1
A tal da World Liberty Financial (WLFI) tá levando umas críticas danadas depois de uma votação de governança que aprovou o tal crescimento do USD1, mesmo com a turma reclamando que quem tinha WLFI travado não pôde nem dar seu voto. Os dados da votação on-chain mostram que os maiores “SIM” vieram de umas carteiras grandes, que o povo já marcou como ligadas à própria equipe ou a parceiros estratégicos, segundo contou o pesquisador de cripto conhecido como DeFi^2. Pra você ter ideia, só as nove maiores carteiras já deram conta de quase 59% do poder de voto, ou seja, um grupinho pequeno de gente grande acabou decidindo o rumo da proposta. A maior carteira sozinha botou 18,786% do poder de voto, tudo registrado no snapshot da governança da WLFI. E aí vem o contraste: os eleitores comuns lá embaixo na lista, que tão com seus WLFI travados desde o TGE, ficaram de fora e não conseguiram votar no desbloqueio até que a própria equipe resolva liberar. Foi isso que o DeFi^2 soltou lá no X.
Uai, esse trem do USD1 tá dando pano pra manga. O povo do DeFi^2 andou reparando que, em vez de resolver os aperto que já tão judiando de muito investidor, a tal governança foi usada foi pra empurrar crescimento do protocolo. E aí fica a pergunta: por que mexer nisso e não nas dificuldade que tão na cara? O pesquisador até lembrou das letrinha miúda: quem segura WLFI não vê nem cheiro da receita do protocolo. No tal Gold Paper tá escrito que 75% da renda líquida vai pra turma ligada à família Trump e os outros 25% pra família Witkoff. Ou seja, pros investidores mesmo, nada. Um caboclo que tem token e votou contra disse que essa proposta só ia diluir mais ainda os investidores, sem dar vantagem nenhuma em troca. Ele lembrou que a World Liberty Financial já gastou mais de nove dígito de capital pra montar uma tesouraria cheia de Bitcoin, Ether e Chainlink, mas quem tem WLFI não ganhou benefício direto desses ativos. Na visão dele, a empresa podia muito bem vender parte desses ativos alternativos pra bancar os incentivo do USD1, em vez de ficar apertando ainda mais os investidores. E não para por aí: no começo do mês, a World Liberty Financial pediu autorização bancária nacional nos Estados Unidos, tipo trust, pra cuidar de tudo do USD1 — emissão, custódia e conversão — dentro de uma entidade regulada só. Com isso, eles iam poder emitir e resgatar USD1 sem depender de terceiros, oferecer conversão sem taxa entre dólar e USD1 e ainda crescer pros clientes institucionais. Pra completar, semana passada lançaram a World Liberty Markets, uma plataforma on-chain de empréstimo e tomada de empréstimo, tudo girando em torno do $USD1 e do WLFI.
Solana desce abaixo de US$ 130, mas indicadores on-chain mostram que o SOL segue em alta
Solana (SOL) dá uma escorregada, mas o povo grande tá firme na confiança - O preço da Solana caiu pra R$ 686,33, ficando abaixo dos US$ 130 pela primeira vez desde 2 de janeiro. - Mesmo com essa correção geral no mercado, as baleias (os investidores grandões) tão é aproveitando pra juntar mais moeda. - A quantidade de SOL nas corretoras tá na menor marca dos últimos dois anos, o que mostra que a pressão de venda tá diminuindo. - A rede da Solana tá voltando a se mexer mais, e isso aumenta a procura por SOL dentro do próprio sistema. Acumulação tá ficando mais forte - As baleias tão de olho numa alta futura e tão aproveitando a queda até uns US$ 120 no fim de 2025 pra encher o carrim de token. - Segundo os dados da Glassnode, os endereços com 1.000 a 10.000 SOL cresceram bastante desde novembro de 2025. Hoje eles seguram cerca de 48 milhões de moedas, quase 9% da oferta total. - Já os endereços gigantes, com mais de 100.000 SOL, aumentaram de 347 milhões pra 362 milhões de tokens desde novembro. Isso dá 64% de tudo que tá circulando.
Parece que o mercado andou num período de ajuntamento, uai, com os caboclo que segura moeda por mais tempo (os LTHs) botando mais pressão na compra. Desde o finzinho de dezembro de 2025, a posição líquida desses hodlers virou pro lado positivo e foi subindo até bater o maior nível dos últimos 15 mês: 3,85 milhão de SOL no domingo. Em resumo, o povo voltou a guardar SOL, já de olho que pode vim subida boa de preço pela frente.
Uai, sô… a última vez que os LTHs juntaram SOL desse tanto foi lá em outubro de 2024. E não é que logo depois o preço do trem disparou quase 95%? Agora, olha só: a quantidade de SOL nas exchanges tá no mais baixo dos últimos dois anos. Desde o fim de novembro de 2025, conforme os dados da Glassnode, esse saldo vem caindo firme. Só de lá pra cá já foram 5 milhões a menos, chegando a 26.058.693 no dia 14 de janeiro. Pra ter ideia, esse nível só tinha sido visto lá em 12 de janeiro de 2023.
Saldo nas corretoras tá diminuindo Uai, quando o povo tira moeda das exchanges e não põe pra vender, isso mostra que a turma tá segurando firme. É sinal de confiança e aumenta a chance de valorização lá na frente. Solana mostrando fôlego de novo A rede tá dando sinais de recuperação. As métricas on-chain tão fortes, mostrando que o ecossistema tá vivo e pulsante. Com isso, o SOL pode engatar uma alta daquelas, quase parabólica, nas próximas semanas. Endereços ativos crescendo que é uma beleza Nos últimos sete dias, o número de endereços ativos subiu 51%, batendo mais de 5 milhões — maior nível em seis meses, segundo a Nansen. Isso mostra que o povo tá usando mesmo, seja em aplicativos descentralizados ou nos serviços de staking da Solana. Transações na rede não param de subir A média diária aumentou 20% no mesmo período, chegando a 78 milhões na terça-feira. Esse volume só tinha sido visto lá em agosto de 2025. É prova da escalabilidade da rede e da adoção cada vez maior.
Nos derradeiros sete dias, a quantidade de stablecoin rodando na Solana deu um pulo arretado, mais de 15%, chegando num recorde danado de grande: 15 bilhões de dólar, conforme os dado lá do Token Terminal. Esse movimento mostra que pode tá acontecendo mudança na forma como o dinheiro circula dentro do mercado cripto. E, uai, isso acaba deixando o ecossistema da Solana mais firme, chamando a vista dos investidor que tão sempre de olho em novidade boa.
Ô trem bão: tá aumentando a quantidade de stablecoin lá na Solana. Isso quer dizer que tá entrando dinheiro novo na rede, uai. O analista Milk Road até comentou no X: “Na prática, mais stablecoin no $SOL é mais recurso na mão pra fazer negociação, pagar liquidação e mexer nos aplicativos.” No fim das contas, esse tanto de stablecoin mostra que a procura dentro da rede tá crescendo. Aí a Solana fica mais útil, cobra mais taxa, o povo usa mais… e isso ajuda a empurrar o preço do SOL pra cima.
Secretário do Tesouro dos EUA disse que o governo manterá os bitcoins confiscados
No tal do Fórum Econômico Mundial lá em Davos, o Scott Bessent, que é o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, foi perguntado sobre o que o governo pretende fazer em 2026 com essa tal reserva de Bitcoin. A resposta dele foi direta: vão continuar firme na ideia de não vender as moedas que foram apreendidas. Segundo os dados da Arkham, o governo americano tá com um balaio de 328.372 bitcoins guardados, que valem uma fortuna — coisa de uns 29,7 bilhões de dólares, ou 158,8 bilhões de reais. Mas aí que tá: a maior parte dessas moedas ainda tá enrolada em processo, não é posse definitiva não. O que eles têm de verdade, garantido mesmo, são só 28.988 bitcoins, menos de um décimo desse montante todo.
Scott Bessent foi cutucado sobre o plano dos Estados Unidos de guardar Bitcoin em reserva. Além disso, lembraram ele que o governo americano tinha tomado uns bitcoins dos criadores do Tornado Cash. Na resposta, o secretário do Tesouro disse que não ia entrar no detalhe desses bitcoins não, mas falar do mercado cripto como um todo. > “O que posso dizer é que o Tesouro, junto com o Congresso, aprovou uma lei importante, o Genius Act, voltado pras stablecoins.” Ele continuou dizendo que tão mexendo numa lei pra dar mais clareza regulatória e que a ideia do presidente é trazer os ativos digitais e a inovação pra dentro dos EUA. Segundo ele, querem ser o melhor lugar do mundo pra regular cripto e criar um ambiente que puxe inovação. Na semana passada, um rascunho do Clarity Act foi levado pro Senado, seguindo os planos de Trump de transformar os EUA na capital mundial das criptomoedas. Mas o texto não agradou muito os grandões da indústria. Sobre o caso do Tornado Cash, Bessent disse que não ia comentar especificamente, mas deixou claro que o governo não pretende vender os bitcoins que foram confiscados. > “Se foi apreendido, deve ter sido dos fundadores. A política do governo é guardar esse Bitcoin na nossa reserva de ativos digitais depois que os processos terminarem.” E fechou dizendo: > “Na questão da reserva, primeiro a gente parou de vender, o que já foi feito. Agora, podemos ir adicionando os bitcoins que forem fruto de confisco.”
“Lá em Davos, o Brian Armstrong, que é o caboclo fundador da Coinbase, disse que vai tá marcando presença no encontro pra prosear sobre criptomoeda com os chefão do mundo inteiro. Além disso, vai mexê com conversa de regra e vê se dá um gás pra turma ter acesso mais ligeiro aos mercado de capital.”
Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoedas tá mais agitado que feira de domingo. Hoje na Binance tem moeda subindo feito foguete de festa junina, mas também tem umas que tão caindo do cavalo. Bora prosear sobre isso e dar umas dicas pra não deixar o queijo cair da mão. 📈 As que tão voando - ARPA: disparou mais de 45%. Parece foguete de São João. - Oasis (ROSE): quase 30% de alta, igual cafezinho forte que dá energia. - MyShell (SHELL): mais de 18% de valorização, igual pão de queijo quentinho que todo mundo quer. - Phala Network (PHA): subiu uns 15%, firme igual estrada de terra batida. - Falcon Finance (FF): mais de 12% de alta, voando feito gavião no céu de Minas. 🐴 As que tropeçaram Nem tudo são flores, né? Algumas moedas perderam força hoje: - Prom (PROM): caiu mais de 20%, igual cavalo que escorregou na ladeira. - Vanar Chain (VANRY): desvalorizou uns 16%, parece queijo esquecido fora da geladeira. - Outras como Particle Network e Verge também tão meio “murchas”. 💡 Dicas para não cair em armadilha - Não ponha todos os ovos na mesma cesta: diversifique, sô! - Desconfie de alta muito rápida: igual rio cheio, pode baixar de repente. - Estude antes de investir: leia, pesquise, não vá só na conversa dos outros. - Invista só o que pode perder: cripto é igual jogo de truco, tem hora que a carta não ajuda. - Olhe pro longo prazo: quem planta café sabe que demora, mas dá colheita boa. 🎯 Moral da prosa Criptomoeda é oportunidade, mas também é risco. Se entrar com calma, pé no chão e sabedoria, pode ser um bom caminho. Mas se for na empolgação, pode acabar igual mineiro que vai pescar sem levar isca: volta de mão abanando.
Nova memecoin faz investidor multiplicar R$ 1,5 mil em uma fortuna de R$ 3,3 milhões
Um caboclo metido a trader pegou só uns US$ 285 na tal da memecoin Zreal e, num piscar de olhos, o dinheirim virou uma bolada de US$ 627 mil. Foi um lucro de cair o queixo: mais de 219.900%! A turma da comunidade já jurou de pé junto que esse sujeito é um “sniper” — aquele que fica de butuca, sabendo do projeto antes de todo mundo, e entra comprando logo nos primeiros segundos do lançamento. De acordo com a plataforma de análises Lookonchain, o tal “sniper” abocanhou 66,3 milhões de tokens ZREAL. Desse tanto, vendeu uns 10 milhões por volta de US$ 210 mil e segurou o resto, mais de 46 milhões de moedas, com um lucro que ainda tá guardado, perto de US$ 417 mil. As vendas foram bem espalhadas, cada pedacim indo pro varejo. Na segunda-feira (19), o caboclo fez foi uma enxurrada de ordens: centenas delas, tudo num intervalo de umas 10 horas.
Ô trem bão de contar: esse tal de insider trading deu uma mexida feia na tal memecoin ZREAL. O povo descobriu a história e, uai, a moeda despencou mais de 60% num dia só. Tá saindo por uns míseros US$ 0,0053, com um valor de mercado de uns US$ 5,3 milhões e um tanto de negócio rodando, coisa de US$ 6,7 milhões nas últimas 24 horas. Esse negócio de “sniper” já é sabido no mundo das criptomoedas, mas ficou mais falado lá no comecinho de 2025. Foi quando o tal Hayden Davies abriu o jogo no podcast do Coffezilla, dizendo que tinha metido a mão nas memecoins MELANIA (da esposa do Trump) e LIBRA (que o Javier Milei divulgou e depois virou um escândalo danado na Argentina, porque perdeu todo valor). O tal do sniper funciona assim: o caboclo descobre quando uma memecoin vai ser lançada e já deixa um bot preparado. Aí, no instante que a moeda aparece no mercado, o trem compra rapidinho, automático, pegando os tokens no preço mais barato possível.
Bitcoin querendo subir igual balão de festa junina
🚜 Cripto no trem bão de hoje Uai, o mercado de criptomoeda tá daquele jeito: cheio de sobe e desce que nem estrada de serra. O Bitcoin tá rodando ali na faixa de 93 a 95 mil dólares, tentando ganhar fôlego pra bater os 100 mil. É igual cavalo bravo: se passar da porteira dos 97 mil, aí sim pode disparar. 🌽 Altcoins que tão dando o que falar - DUSK: subiu mais de 137%, parece foguete sem freio. - SCRT: ganhou uns 33%, tá firme. - PIVX: também deu uma esticada boa, mais de 20%. É aquele trem: oportunidade boa, mas tem que ficar esperto porque pode cair de repente, igual preço de café na safra. 📰 Novidade na roça da Binance - Remoção de tokens: a Binance resolveu tirar uns 14 projetos da plataforma. Quem tinha esses ativos precisa ficar de olho pra não perder o compasso. - Parceria no Japão: o maior banco de lá, o Mitsubishi UFJ, vai lançar stablecoin junto com a Binance. É sinal que o mercado tá ficando mais sério e arrumado. - Brasil: já teve cartão com cashback em cripto, mas esse trem foi encerrado. Mesmo assim, ainda tem umas opções boas pra quem mexe por aqui. ☕ Café coado e reflexão - O mercado tá quente, mas cheio de risco. - Vale diversificar, não colocar tudo num só saco. - E, igual mineiro gosta, paciência é ouro: quem sabe o Bitcoin não dá aquele estouro e chega nos 100 mil.
Uai, sô… olha quem tá subindo no mundo das cripto!
🚀 Criptomoedas em alta hoje Uai, sô… o trem das moedas digitais não para nunca! Hoje quem tá brilhando mais é o Ethereum (ETH), que subiu bonito nos últimos dias. Mas não é só ele não: Solana (SOL) e TRON (TRX) também tão dando aquele gás e chamando atenção da turma. 📊 Panorama do mercado - Ethereum (ETH): valorizou mais de 7% na semana, mostrando força nos contratos inteligentes e projetos de finanças descentralizadas. - Solana (SOL): segue firme, com transações rápidas e baratinhas, mesmo com umas quedinhas no dia. - TRON (TRX): tá crescendo devagarinho, mas constante, e já tá entre os destaques. - BNB e Bitcoin (BTC): continuam sólidos, sem grandes sustos, mas mantendo o rumo positivo. 💡 O que isso significa? O mercado de cripto é igual montanha-russa: sobe, desce, dá frio na barriga… mas quem acompanha de perto sabe que essas oscilações fazem parte do jogo. Ethereum tá liderando a corrida, mas as altcoins tão mostrando que também têm fôlego. 👉 Pra quem gosta de acompanhar, vale ficar de olho nesses movimentos e pensar bem antes de investir. Afinal, como a gente diz em Minas: “prudência nunca é demais.
Memecoin de Trump faz um ano: queda de 93% e impasse na regulação cripto nos EUA
Foi um estouro daqueles na sexta-feira à noite, ninguém nem sonhava com isso. Uns três dias antes da segunda posse de Donald Trump, lá em janeiro, as redes sociais dele ficaram abarrotadas de notícia: tinha nascido a Official Trump (TRUMP), uma tal de memecoin na rede Solana, carregando o nome e a marca política do homem. O negócio foi um foguete: em poucas horas já tava valendo 10 bilhões de dólares, chegou a bater 73 dólares por token e deixou os investidores mais afoitos doidinhos da cabeça. Foi tanta gente tentando mexer com a moeda que a Phantom Wallet quase não deu conta, recebendo mais de 8 milhões de pedidos por minuto. Mas, uai, um ano depois a realidade bateu: o TRUMP tá rodando ali perto dos 5 dólares, uma queda de mais de 93% em relação ao auge, ainda com uma capitalização de quase 987 milhões, segundo o CoinGecko. Enquanto Trump completa um ano de mandato, o rolo dos conflitos de interesse continua firme: a família dele segue tocando empreendimentos de criptomoeda, e os democratas não largam do pé, dizendo que o enriquecimento pessoal é motivo pra travar qualquer reforma no setor. Peter Chung, lá da Presto Labs em Singapura, soltou o verbo: > “Esse lançamento da memecoin atrapalhou mais do que ajudou. Virou distração e munição pros adversários políticos.” E não é que virou mesmo? O debate sobre criptomoedas ficou emperrado, até a tal Lei GENIUS, que regula stablecoins, foi atrasada. Em maio, a deputada Maxine Waters puxou protesto contra o que chamou de “corrupção de Trump com criptomoedas”, querendo botar cláusula de desinvestimento no projeto. O império cripto dos Trump As ligações do presidente com o mundo cripto vão longe: da memecoin até a World Liberty Financial, com sua stablecoin de 1 dólar. O negócio da família cresceu feito mato na beira de estrada: mais de 1 bilhão de dólares em lucro, segundo Eric Trump, que ainda disse que “provavelmente é mais”. Em maio passado, Waters apresentou a Stop TRUMP in Crypto Act of 2025, pra impedir que o presidente continue lucrando com ativos digitais enquanto tá no cargo. No mesmo mês, Trump fez um jantar fechado pros 220 maiores detentores da moeda TRUMP. Entre eles, Justin Sun, fundador da Tron, que comprou mais de 22 milhões em TRUMP e ainda botou dezenas de milhões na World Liberty. Elizabeth Warren não deixou barato: chamou o jantar de “orgia de corrupção”. Do lado de fora, centenas de manifestantes engrossaram o coro. E a World Liberty Financial também virou alvo: a participação da família Trump nela aumentou o patrimônio em mais de 6 bilhões desde o início das negociações. Em junho, Trump declarou rendimentos de 57,3 milhões, que parlamentares chamaram de “corrupção descarada”. Pra piorar, Warren achou “suspeito” um investimento de 2 bilhões dos Emirados Árabes Unidos ligado à stablecoin USD1.
O uso do Ethereum atinge recorde graças à queda dos custos e ao avanço na eficiência da rede
Ô trem bão, sô! O Ethereum, que é a segunda maior rede blockchain do mundão, tá sendo usado mais que nunca. As transações tão batendo recorde e as taxas caíram pros níveis mais baixos dos últimos dois anos. Essas mudanças chegam num momento em que a rede mostra firmeza e estabilidade, mesmo com o Vitalik Buterin, um dos fundadores, lembrando que manter o Ethereum simples e fácil de entender é tão importante quanto deixar ele mais potente. Os rastreadores de blockchain mostram que o número de transações diárias já passou os picos lá de 2021, e as taxas tão só uma fração do que eram antes. Só nas últimas duas semanas, a média subiu 14%, indo de 1,8 milhão pra 2,1 milhões de transações por dia, segundo os dados do Blockscout. Esse aumento junto com a queda no custo mostra que a tal arquitetura modular do Ethereum tá funcionando bem demais, principalmente com a atualização EIP-4844, que deixou os servidores de segunda camada publicarem mais dados na rede principal gastando bem menos. A maior parte do movimento vem das transferências com stablecoins, principalmente o USDT da Tether, que roda quase o dobro do volume do USDC da Circle. E com o preço do gás baixinho, essa atividade parece firme e sustentável, acompanhando a tendência de pagamentos comuns entrando cada vez mais no mundo do Ethereum. Outra coisa: a fila de saída dos validadores zerou, já que uns 30% de todo o Ethereum tá em staking. Isso mostra que ninguém tá com pressa de sair, e que os incentivos tão equilibrados. Em setembro de 2025, tinha 2,67 milhões de ETH querendo sair, agora não tem nenhum. Pelo contrário, tem 2,6 milhões de ETH querendo entrar em staking, o maior número desde julho de 2023. Isso é sinal de confiança, uai. Quer dizer que os validadores tão mais é acumulando do que saindo, deixando o capital comprometido e pronto pra usar quando o mercado ficar mais doido. Mas o Vitalik deu um alerta: ele teme que o protocolo fique “inchado” de tanta novidade. Disse que é perigoso sair colocando recurso demais só pra atender necessidade específica, porque isso pode complicar o sistema. O Dosh, lá da Blockscout, comentou que todo software maduro acaba ficando mais complexo, e com o Ethereum não é diferente. Por isso, mesmo que o desempenho esteja bom, é preciso otimizar sempre. No fim das contas, os dados mostram que o Ethereum consegue escalar de forma sustentável. Mas, do mesmo jeito, precisa se simplificar pra continuar ágil e resistente no longo prazo.
Moedas de privacidade como Monero, Dash e Dusk sobem até 120% e desafiam a queda do mercado
As moeda digital que prezam pela tal da privacidade, tipo Monero e Dash, deram uma esticada boa nessa segunda-feira (19), mesmo com o mercado cripto todo meio desandado, que chegou a liquidar quase 1 bilhão de dólar em posição. No balanço das últimas 24 hora, o Bitcoin deu uma escorregada de 2,3% e a maioria das altcoin caiu entre 3% e 10%. Mas o Dash subiu 1,9% e o Monero disparou 8,3%. No geral, essa turma da privacidade fechou o dia com alta de 4% e já soma 13,1% na semana, conforme os dado do CoinGecko. Pra ter noção: o Dash tá valendo uns 81,61 dólar, com crescimento de 119% na semana. O Monero, que bateu recorde na quinta passada, tá girando em torno de 644 dólar. Já o DUSK, outra moeda da privacidade, subiu mais de 118% só no último dia e 354% na semana. Segundo Rachel Lin, da SynFutures, essa disparada vem de uns gatilho de curto prazo misturado com mudança mais profunda na cabeça dos investidor. Ela contou que o investigador ZachXBT achou muito Bitcoin e Litecoin roubado sendo trocado por Monero, o que deu uma mexida forte nos volume e puxou os preço pra cima. Mas não é só isso não. Tem também uma reavaliação geral do setor de privacidade, por causa de mais fiscalização global, vigilância on-chain e exigência de conformidade. Outro ponto que anima é que essas moeda não seguem tanto o ritmo do Bitcoin, o que ajuda em época de incerteza. Shivam Thakral, da corretora BuyUCoin, disse que essas moeda de privacidade costumam andar na contramão quando o mundo tá meio bagunçado, tipo agora com risco de guerra comercial entre EUA e UE. Pra ele, os ganhos recentes são mais defesa que especulação. Ele ainda lembrou que, com a institucionalização das criptomoeda, os blockchain ficaram mais rastreáveis, aumentando a procura por opção de privacidade. E com o cenário econômico e político atual, privacidade deixou de ser coisa de nicho e virou ferramenta de gestão de risco. Até o Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, reforçou esse discurso, pedindo mais privacidade e descentralização, o que deu mais peso pra narrativa. A única que não acompanhou essa festa foi a Zcash, que caiu 6,8% no dia e 6% na semana, depois da confusão na Electric Coin Company.
BingX, exchange de criptoativos, assinou contrato de patrocínio com a escuderia Ferrari
A tal da BingX, que mexe com moeda digital, resolveu fechar um trato arretado com a Scuderia Ferrari. É a primeira vez que uma exchange de cripto entra de sócia oficial da turma italiana da Fórmula 1. Pra BingX, é a estreia nesse mundão das corridas, e pra Ferrari, é a primeira parceria com esse tipo de plataforma. Ou seja, é um passo que junta de vez o ronco dos motores com o universo dos ativos digitais. As duas empresas falaram que a ideia é aumentar a presença da BingX no mundo todo, colando seu nome numa das marcas mais respeitadas do automobilismo. A Ferrari frisou que isso combina com a estratégia dela de abraçar tecnologia nova, ainda mais agora que a FIA vai mudar as regras técnicas em 2026. O Daniel Lai, que cuida dos negócios da BingX, soltou que o acordo não é só pra mostrar a marca, mas pra juntar valores. Segundo ele, disciplina, precisão e busca pela excelência da Ferrari são coisa que bate certinho com o que a BingX procura. Já o Lorenzo Giorgetti, da Ferrari, disse que escolher a BingX como parceira mostra que eles acreditam no poder transformador do setor cripto, capaz de levar a equipe pra perto de gente do mundo inteiro por meio das experiências digitais. Nos próximos anos, a BingX vai aparecer em eventos, promoções e plataformas ligadas à Ferrari, prometendo experiências exclusivas pros fãs. A empresa, criada em 2018, já atende mais de 40 milhões de usuários e tem histórico de patrocínio esportivo, como no Chelsea da Inglaterra. Esse movimento chega num momento em que a Fórmula 1 virou vitrine de primeira pras empresas de cripto. A Red Bull já teve a Bybit como patrocinadora principal, a McLaren fechou com a OKX, e a Mercedes estampou a FTX antes dela quebrar em 2022. A Aston Martin também se envolveu com projetos de blockchain e NFTs, e a Alfa Romeo foi patrocinada pela Stake. Tudo isso mostra como o setor cripto achou na Fórmula 1 um palco global pra crescer e aparecer.
Criptomoedas em Alta na Binance: Trem Bão Demais da Conta!
Ô sô, o mundo das criptomoedas é igual roça em tempo de chuva: num piscar de olhos, o pasto cresce, mas também pode secar rapidim. Quem mexe com isso tem que ficar de olho, porque hoje na Binance teve moeda que subiu feito foguete. 📈 As que deram um “estouro” nas últimas 24 horas - Frax (FRAX): disparou quase +48%, igual milho bom que cresce na lavoura. - Decred (DCR): subiu +27%, mostrando que tem força pra brigar com os grandão. - Dolomite (DOLO): valorizou +25%, moeda nova que tá chamando atenção. - Horizen (ZEN): ganhou +20%, firme e forte na ideia de privacidade. - GUNZ (GUN): com +14%, mostrando que até moeda pequena pode dar trabalho. 🔎 Por que esse trem tá subindo? - Novidade chama atenção: moeda que entra na Binance é igual festa nova na cidade, todo mundo quer ver. - Tecnologia diferente: projeto que resolve problema é igual ferramenta boa na roça, ajuda e vale mais. - Clima de otimismo: quando o povo tá animado, até moeda pequena pega carona e sobe. ⚠️ Mas cuidado, uai! - Criptomoeda é igual preço de café: hoje tá alto, amanhã pode cair. - Ganho rápido pode virar prejuízo ligeiro. - O segredo é diversificar e não colocar todos os ovos na mesma cesta. ✨ Fechando a prosa Essas altas na Binance mostram que o mercado cripto é cheio de oportunidade, mas também de risco. Pra quem fica esperto, pode ser hora boa de entrar ou sair. Igual mineiro diz: “devagar se vai longe” — e no mundo das moedas digitais, isso vale mais que nunca.
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