Laguna aprova lei que insere criptomoedas e Pix no currículo de educação financeira escolar
A Câmara de Laguna, lá em Santa Catarina, resolveu na segunda-feira (19) botar uma novidade nas escolas da cidade. Agora, dentro das aulas de educação financeira, os meninos e meninas vão poder aprender também sobre criptomoeda, se quiserem. Essa tal de Lei Ordinária nº 2.675, assinada no dia 16 de janeiro de 2026, fala que a disciplina é opcional pros estudantes. E o texto deixa claro: as criptomoedas entram na lista dos meios de pagamento que vão ser estudados.
A tal medida vale pros meninos e meninas dos anos finais do fundamental, do 6º ao 9º ano, seja em escola pública ou particular lá no município catarinense. A ideia é ensinar o pessoal a mexer melhor com dinheiro, saber cuidar das receitas e gastar com consciência. 📚 O que vai ser ensinado O conteúdo da lei fala de vários jeitos modernos de pagamento: - Dinheiro vivo - Cartão de crédito e débito - Pix - Criptomoedas Assim, os estudantes vão aprender sobre orçamento da casa e da vida pessoal, coisa que ajuda demais no dia a dia. 👨💼 Quem propôs Esse projeto foi apresentado em 2025 pelo vereador Rhoomening Souza Rodrigues, conhecido como Pingo, junto com apoio de Vitor Elibio Oliveira, os dois do MDB. 🗣️ O que eles disseram Segundo Pingo, a proposta nasceu porque hoje em dia o consumo tá grande, crédito fácil e pagamento digital em todo canto. Então é preciso preparar as novas gerações pra lidar com dinheiro de forma consciente, ética e responsável. Ele defendeu que aprender a planejar, poupar e investir é sabedoria que vale pra vida toda. 💡 Educação financeira como liberdade Pra ele, educação financeira é ferramenta de emancipação social: ajuda a formar cidadãos independentes, que entendem o valor do dinheiro, sabem como funciona a economia da casa e percebem as consequências das escolhas financeiras. Ensinar cedo sobre orçamento, crédito, juros, poupança e investimento é jeito de evitar dívidas no futuro e incluir mais gente na economia. 🏖️ E agora virou lei Com a aprovação, os moradores de Laguna podem até estudar criptomoedas como parte da educação financeira. A cidade, que fica a uns 120 km de Florianópolis, é famosa pelas praias, pelo surfe e pela pesca com ajuda dos botos. $ETH $BNB
WLFI é criticada após 'carteiras da equipe' aprovarem proposta de expansão de USD1
A tal da World Liberty Financial (WLFI) tá levando umas críticas danadas depois de uma votação de governança que aprovou o tal crescimento do USD1, mesmo com a turma reclamando que quem tinha WLFI travado não pôde nem dar seu voto. Os dados da votação on-chain mostram que os maiores “SIM” vieram de umas carteiras grandes, que o povo já marcou como ligadas à própria equipe ou a parceiros estratégicos, segundo contou o pesquisador de cripto conhecido como DeFi^2. Pra você ter ideia, só as nove maiores carteiras já deram conta de quase 59% do poder de voto, ou seja, um grupinho pequeno de gente grande acabou decidindo o rumo da proposta. A maior carteira sozinha botou 18,786% do poder de voto, tudo registrado no snapshot da governança da WLFI. E aí vem o contraste: os eleitores comuns lá embaixo na lista, que tão com seus WLFI travados desde o TGE, ficaram de fora e não conseguiram votar no desbloqueio até que a própria equipe resolva liberar. Foi isso que o DeFi^2 soltou lá no X.
Uai, esse trem do USD1 tá dando pano pra manga. O povo do DeFi^2 andou reparando que, em vez de resolver os aperto que já tão judiando de muito investidor, a tal governança foi usada foi pra empurrar crescimento do protocolo. E aí fica a pergunta: por que mexer nisso e não nas dificuldade que tão na cara? O pesquisador até lembrou das letrinha miúda: quem segura WLFI não vê nem cheiro da receita do protocolo. No tal Gold Paper tá escrito que 75% da renda líquida vai pra turma ligada à família Trump e os outros 25% pra família Witkoff. Ou seja, pros investidores mesmo, nada. Um caboclo que tem token e votou contra disse que essa proposta só ia diluir mais ainda os investidores, sem dar vantagem nenhuma em troca. Ele lembrou que a World Liberty Financial já gastou mais de nove dígito de capital pra montar uma tesouraria cheia de Bitcoin, Ether e Chainlink, mas quem tem WLFI não ganhou benefício direto desses ativos. Na visão dele, a empresa podia muito bem vender parte desses ativos alternativos pra bancar os incentivo do USD1, em vez de ficar apertando ainda mais os investidores. E não para por aí: no começo do mês, a World Liberty Financial pediu autorização bancária nacional nos Estados Unidos, tipo trust, pra cuidar de tudo do USD1 — emissão, custódia e conversão — dentro de uma entidade regulada só. Com isso, eles iam poder emitir e resgatar USD1 sem depender de terceiros, oferecer conversão sem taxa entre dólar e USD1 e ainda crescer pros clientes institucionais. Pra completar, semana passada lançaram a World Liberty Markets, uma plataforma on-chain de empréstimo e tomada de empréstimo, tudo girando em torno do $USD1 e do WLFI.
Solana desce abaixo de US$ 130, mas indicadores on-chain mostram que o SOL segue em alta
Solana (SOL) dá uma escorregada, mas o povo grande tá firme na confiança - O preço da Solana caiu pra R$ 686,33, ficando abaixo dos US$ 130 pela primeira vez desde 2 de janeiro. - Mesmo com essa correção geral no mercado, as baleias (os investidores grandões) tão é aproveitando pra juntar mais moeda. - A quantidade de SOL nas corretoras tá na menor marca dos últimos dois anos, o que mostra que a pressão de venda tá diminuindo. - A rede da Solana tá voltando a se mexer mais, e isso aumenta a procura por SOL dentro do próprio sistema. Acumulação tá ficando mais forte - As baleias tão de olho numa alta futura e tão aproveitando a queda até uns US$ 120 no fim de 2025 pra encher o carrim de token. - Segundo os dados da Glassnode, os endereços com 1.000 a 10.000 SOL cresceram bastante desde novembro de 2025. Hoje eles seguram cerca de 48 milhões de moedas, quase 9% da oferta total. - Já os endereços gigantes, com mais de 100.000 SOL, aumentaram de 347 milhões pra 362 milhões de tokens desde novembro. Isso dá 64% de tudo que tá circulando.
Parece que o mercado andou num período de ajuntamento, uai, com os caboclo que segura moeda por mais tempo (os LTHs) botando mais pressão na compra. Desde o finzinho de dezembro de 2025, a posição líquida desses hodlers virou pro lado positivo e foi subindo até bater o maior nível dos últimos 15 mês: 3,85 milhão de SOL no domingo. Em resumo, o povo voltou a guardar SOL, já de olho que pode vim subida boa de preço pela frente.
Uai, sô… a última vez que os LTHs juntaram SOL desse tanto foi lá em outubro de 2024. E não é que logo depois o preço do trem disparou quase 95%? Agora, olha só: a quantidade de SOL nas exchanges tá no mais baixo dos últimos dois anos. Desde o fim de novembro de 2025, conforme os dados da Glassnode, esse saldo vem caindo firme. Só de lá pra cá já foram 5 milhões a menos, chegando a 26.058.693 no dia 14 de janeiro. Pra ter ideia, esse nível só tinha sido visto lá em 12 de janeiro de 2023.
Saldo nas corretoras tá diminuindo Uai, quando o povo tira moeda das exchanges e não põe pra vender, isso mostra que a turma tá segurando firme. É sinal de confiança e aumenta a chance de valorização lá na frente. Solana mostrando fôlego de novo A rede tá dando sinais de recuperação. As métricas on-chain tão fortes, mostrando que o ecossistema tá vivo e pulsante. Com isso, o SOL pode engatar uma alta daquelas, quase parabólica, nas próximas semanas. Endereços ativos crescendo que é uma beleza Nos últimos sete dias, o número de endereços ativos subiu 51%, batendo mais de 5 milhões — maior nível em seis meses, segundo a Nansen. Isso mostra que o povo tá usando mesmo, seja em aplicativos descentralizados ou nos serviços de staking da Solana. Transações na rede não param de subir A média diária aumentou 20% no mesmo período, chegando a 78 milhões na terça-feira. Esse volume só tinha sido visto lá em agosto de 2025. É prova da escalabilidade da rede e da adoção cada vez maior.
Nos derradeiros sete dias, a quantidade de stablecoin rodando na Solana deu um pulo arretado, mais de 15%, chegando num recorde danado de grande: 15 bilhões de dólar, conforme os dado lá do Token Terminal. Esse movimento mostra que pode tá acontecendo mudança na forma como o dinheiro circula dentro do mercado cripto. E, uai, isso acaba deixando o ecossistema da Solana mais firme, chamando a vista dos investidor que tão sempre de olho em novidade boa.
Ô trem bão: tá aumentando a quantidade de stablecoin lá na Solana. Isso quer dizer que tá entrando dinheiro novo na rede, uai. O analista Milk Road até comentou no X: “Na prática, mais stablecoin no $SOL é mais recurso na mão pra fazer negociação, pagar liquidação e mexer nos aplicativos.” No fim das contas, esse tanto de stablecoin mostra que a procura dentro da rede tá crescendo. Aí a Solana fica mais útil, cobra mais taxa, o povo usa mais… e isso ajuda a empurrar o preço do SOL pra cima.
Secretarul Trezoreriei SUA a spus că guvernul va menține bitcoins confiscate
La așa-numitul Forum Economic Mondial de la Davos, Scott Bessent, care este secretarul Trezoreriei Statelor Unite, a fost întrebat despre ce intenționează guvernul să facă în 2026 cu această rezervă de Bitcoin. Răspunsul său a fost direct: vor continua cu fermitate ideea de a nu vinde monedele care au fost confiscate. Conform datelor de la Arkham, guvernul american deține un număr de 328.372 de bitcoins păstrați, care valorează o avere — cam 29,7 miliarde de dolari, sau 158,8 miliarde de lei.
Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoedas tá mais agitado que feira de domingo. Hoje na Binance tem moeda subindo feito foguete de festa junina, mas também tem umas que tão caindo do cavalo. Bora prosear sobre isso e dar umas dicas pra não deixar o queijo cair da mão. 📈 As que tão voando - ARPA: disparou mais de 45%. Parece foguete de São João. - Oasis (ROSE): quase 30% de alta, igual cafezinho forte que dá energia. - MyShell (SHELL): mais de 18% de valorização, igual pão de queijo quentinho que todo mundo quer. - Phala Network (PHA): subiu uns 15%, firme igual estrada de terra batida. - Falcon Finance (FF): mais de 12% de alta, voando feito gavião no céu de Minas. 🐴 As que tropeçaram Nem tudo são flores, né? Algumas moedas perderam força hoje: - Prom (PROM): caiu mais de 20%, igual cavalo que escorregou na ladeira. - Vanar Chain (VANRY): desvalorizou uns 16%, parece queijo esquecido fora da geladeira. - Outras como Particle Network e Verge também tão meio “murchas”. 💡 Dicas para não cair em armadilha - Não ponha todos os ovos na mesma cesta: diversifique, sô! - Desconfie de alta muito rápida: igual rio cheio, pode baixar de repente. - Estude antes de investir: leia, pesquise, não vá só na conversa dos outros. - Invista só o que pode perder: cripto é igual jogo de truco, tem hora que a carta não ajuda. - Olhe pro longo prazo: quem planta café sabe que demora, mas dá colheita boa. 🎯 Moral da prosa Criptomoeda é oportunidade, mas também é risco. Se entrar com calma, pé no chão e sabedoria, pode ser um bom caminho. Mas se for na empolgação, pode acabar igual mineiro que vai pescar sem levar isca: volta de mão abanando.
Nova memecoin faz investidor multiplicar R$ 1,5 mil em uma fortuna de R$ 3,3 milhões
Um caboclo metido a trader pegou só uns US$ 285 na tal da memecoin Zreal e, num piscar de olhos, o dinheirim virou uma bolada de US$ 627 mil. Foi um lucro de cair o queixo: mais de 219.900%! A turma da comunidade já jurou de pé junto que esse sujeito é um “sniper” — aquele que fica de butuca, sabendo do projeto antes de todo mundo, e entra comprando logo nos primeiros segundos do lançamento. De acordo com a plataforma de análises Lookonchain, o tal “sniper” abocanhou 66,3 milhões de tokens ZREAL. Desse tanto, vendeu uns 10 milhões por volta de US$ 210 mil e segurou o resto, mais de 46 milhões de moedas, com um lucro que ainda tá guardado, perto de US$ 417 mil. As vendas foram bem espalhadas, cada pedacim indo pro varejo. Na segunda-feira (19), o caboclo fez foi uma enxurrada de ordens: centenas delas, tudo num intervalo de umas 10 horas.
Ô trem bão de contar: esse tal de insider trading deu uma mexida feia na tal memecoin ZREAL. O povo descobriu a história e, uai, a moeda despencou mais de 60% num dia só. Tá saindo por uns míseros US$ 0,0053, com um valor de mercado de uns US$ 5,3 milhões e um tanto de negócio rodando, coisa de US$ 6,7 milhões nas últimas 24 horas. Esse negócio de “sniper” já é sabido no mundo das criptomoedas, mas ficou mais falado lá no comecinho de 2025. Foi quando o tal Hayden Davies abriu o jogo no podcast do Coffezilla, dizendo que tinha metido a mão nas memecoins MELANIA (da esposa do Trump) e LIBRA (que o Javier Milei divulgou e depois virou um escândalo danado na Argentina, porque perdeu todo valor). O tal do sniper funciona assim: o caboclo descobre quando uma memecoin vai ser lançada e já deixa um bot preparado. Aí, no instante que a moeda aparece no mercado, o trem compra rapidinho, automático, pegando os tokens no preço mais barato possível.
🚜 Cripto pe trenul bun de astăzi Uai, piața de criptomonedă e așa: plină de urcușuri și coborâșuri ca un drum de munte. Bitcoin se învârte pe acolo între 93 și 95 de mii de dolari, încercând să prindă avânt pentru a atinge 100 de mii. E ca un cal sălbatic: dacă trece de poarta celor 97 de mii, atunci da, poate să decoleze. 🌽 Altcoins care sunt în vogă - DUSK: a crescut cu mai mult de 137%, pare rachetă fără frână. - SCRT: a câștigat vreo 33%, e stabil. - PIVX: a avut, de asemenea, o creștere bună, mai mult de 20%. E acel lucru: oportunitate bună, dar trebuie să fii atent pentru că poate să scadă brusc, la fel ca prețul cafelei în sezon.
Uai, sô… olha quem tá subindo no mundo das cripto!
🚀 Criptomoedas em alta hoje Uai, sô… o trem das moedas digitais não para nunca! Hoje quem tá brilhando mais é o Ethereum (ETH), que subiu bonito nos últimos dias. Mas não é só ele não: Solana (SOL) e TRON (TRX) também tão dando aquele gás e chamando atenção da turma. 📊 Panorama do mercado - Ethereum (ETH): valorizou mais de 7% na semana, mostrando força nos contratos inteligentes e projetos de finanças descentralizadas. - Solana (SOL): segue firme, com transações rápidas e baratinhas, mesmo com umas quedinhas no dia. - TRON (TRX): tá crescendo devagarinho, mas constante, e já tá entre os destaques. - BNB e Bitcoin (BTC): continuam sólidos, sem grandes sustos, mas mantendo o rumo positivo. 💡 O que isso significa? O mercado de cripto é igual montanha-russa: sobe, desce, dá frio na barriga… mas quem acompanha de perto sabe que essas oscilações fazem parte do jogo. Ethereum tá liderando a corrida, mas as altcoins tão mostrando que também têm fôlego. 👉 Pra quem gosta de acompanhar, vale ficar de olho nesses movimentos e pensar bem antes de investir. Afinal, como a gente diz em Minas: “prudência nunca é demais.
Memecoin de Trump face un an: scădere de 93% și impas în reglementarea cripto în SUA
A fost o explozie de genul acesta vineri seara, nimeni nu se aștepta la asta. Cu aproximativ trei zile înainte de a doua învestire a lui Donald Trump, în ianuarie, rețelele sociale ale acestuia au devenit aglomerate de știri: a fost lansată Official Trump (TRUMP), o memecoin pe rețeaua Solana, purtând numele și marca politică a omului. Afacerea a fost un rachete: în câteva ore deja valora 10 miliarde de dolari, a ajuns să atingă 73 de dolari pe token și i-a făcut pe investitori mai neliniștiți. A fost atât de multă lume încercând să se implice cu moneda încât Phantom Wallet aproape că nu a făcut față, primind mai mult de 8 milioane de cereri pe minut.
O uso do Ethereum atinge recorde graças à queda dos custos e ao avanço na eficiência da rede
Ô trem bão, sô! O Ethereum, que é a segunda maior rede blockchain do mundão, tá sendo usado mais que nunca. As transações tão batendo recorde e as taxas caíram pros níveis mais baixos dos últimos dois anos. Essas mudanças chegam num momento em que a rede mostra firmeza e estabilidade, mesmo com o Vitalik Buterin, um dos fundadores, lembrando que manter o Ethereum simples e fácil de entender é tão importante quanto deixar ele mais potente. Os rastreadores de blockchain mostram que o número de transações diárias já passou os picos lá de 2021, e as taxas tão só uma fração do que eram antes. Só nas últimas duas semanas, a média subiu 14%, indo de 1,8 milhão pra 2,1 milhões de transações por dia, segundo os dados do Blockscout. Esse aumento junto com a queda no custo mostra que a tal arquitetura modular do Ethereum tá funcionando bem demais, principalmente com a atualização EIP-4844, que deixou os servidores de segunda camada publicarem mais dados na rede principal gastando bem menos. A maior parte do movimento vem das transferências com stablecoins, principalmente o USDT da Tether, que roda quase o dobro do volume do USDC da Circle. E com o preço do gás baixinho, essa atividade parece firme e sustentável, acompanhando a tendência de pagamentos comuns entrando cada vez mais no mundo do Ethereum. Outra coisa: a fila de saída dos validadores zerou, já que uns 30% de todo o Ethereum tá em staking. Isso mostra que ninguém tá com pressa de sair, e que os incentivos tão equilibrados. Em setembro de 2025, tinha 2,67 milhões de ETH querendo sair, agora não tem nenhum. Pelo contrário, tem 2,6 milhões de ETH querendo entrar em staking, o maior número desde julho de 2023. Isso é sinal de confiança, uai. Quer dizer que os validadores tão mais é acumulando do que saindo, deixando o capital comprometido e pronto pra usar quando o mercado ficar mais doido. Mas o Vitalik deu um alerta: ele teme que o protocolo fique “inchado” de tanta novidade. Disse que é perigoso sair colocando recurso demais só pra atender necessidade específica, porque isso pode complicar o sistema. O Dosh, lá da Blockscout, comentou que todo software maduro acaba ficando mais complexo, e com o Ethereum não é diferente. Por isso, mesmo que o desempenho esteja bom, é preciso otimizar sempre. No fim das contas, os dados mostram que o Ethereum consegue escalar de forma sustentável. Mas, do mesmo jeito, precisa se simplificar pra continuar ágil e resistente no longo prazo.
Moedas de privacidade como Monero, Dash e Dusk sobem até 120% e desafiam a queda do mercado
As moeda digital que prezam pela tal da privacidade, tipo Monero e Dash, deram uma esticada boa nessa segunda-feira (19), mesmo com o mercado cripto todo meio desandado, que chegou a liquidar quase 1 bilhão de dólar em posição. No balanço das últimas 24 hora, o Bitcoin deu uma escorregada de 2,3% e a maioria das altcoin caiu entre 3% e 10%. Mas o Dash subiu 1,9% e o Monero disparou 8,3%. No geral, essa turma da privacidade fechou o dia com alta de 4% e já soma 13,1% na semana, conforme os dado do CoinGecko. Pra ter noção: o Dash tá valendo uns 81,61 dólar, com crescimento de 119% na semana. O Monero, que bateu recorde na quinta passada, tá girando em torno de 644 dólar. Já o DUSK, outra moeda da privacidade, subiu mais de 118% só no último dia e 354% na semana. Segundo Rachel Lin, da SynFutures, essa disparada vem de uns gatilho de curto prazo misturado com mudança mais profunda na cabeça dos investidor. Ela contou que o investigador ZachXBT achou muito Bitcoin e Litecoin roubado sendo trocado por Monero, o que deu uma mexida forte nos volume e puxou os preço pra cima. Mas não é só isso não. Tem também uma reavaliação geral do setor de privacidade, por causa de mais fiscalização global, vigilância on-chain e exigência de conformidade. Outro ponto que anima é que essas moeda não seguem tanto o ritmo do Bitcoin, o que ajuda em época de incerteza. Shivam Thakral, da corretora BuyUCoin, disse que essas moeda de privacidade costumam andar na contramão quando o mundo tá meio bagunçado, tipo agora com risco de guerra comercial entre EUA e UE. Pra ele, os ganhos recentes são mais defesa que especulação. Ele ainda lembrou que, com a institucionalização das criptomoeda, os blockchain ficaram mais rastreáveis, aumentando a procura por opção de privacidade. E com o cenário econômico e político atual, privacidade deixou de ser coisa de nicho e virou ferramenta de gestão de risco. Até o Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, reforçou esse discurso, pedindo mais privacidade e descentralização, o que deu mais peso pra narrativa. A única que não acompanhou essa festa foi a Zcash, que caiu 6,8% no dia e 6% na semana, depois da confusão na Electric Coin Company.
BingX, exchange de criptoativos, assinou contrato de patrocínio com a escuderia Ferrari
A tal da BingX, que mexe com moeda digital, resolveu fechar um trato arretado com a Scuderia Ferrari. É a primeira vez que uma exchange de cripto entra de sócia oficial da turma italiana da Fórmula 1. Pra BingX, é a estreia nesse mundão das corridas, e pra Ferrari, é a primeira parceria com esse tipo de plataforma. Ou seja, é um passo que junta de vez o ronco dos motores com o universo dos ativos digitais. As duas empresas falaram que a ideia é aumentar a presença da BingX no mundo todo, colando seu nome numa das marcas mais respeitadas do automobilismo. A Ferrari frisou que isso combina com a estratégia dela de abraçar tecnologia nova, ainda mais agora que a FIA vai mudar as regras técnicas em 2026. O Daniel Lai, que cuida dos negócios da BingX, soltou que o acordo não é só pra mostrar a marca, mas pra juntar valores. Segundo ele, disciplina, precisão e busca pela excelência da Ferrari são coisa que bate certinho com o que a BingX procura. Já o Lorenzo Giorgetti, da Ferrari, disse que escolher a BingX como parceira mostra que eles acreditam no poder transformador do setor cripto, capaz de levar a equipe pra perto de gente do mundo inteiro por meio das experiências digitais. Nos próximos anos, a BingX vai aparecer em eventos, promoções e plataformas ligadas à Ferrari, prometendo experiências exclusivas pros fãs. A empresa, criada em 2018, já atende mais de 40 milhões de usuários e tem histórico de patrocínio esportivo, como no Chelsea da Inglaterra. Esse movimento chega num momento em que a Fórmula 1 virou vitrine de primeira pras empresas de cripto. A Red Bull já teve a Bybit como patrocinadora principal, a McLaren fechou com a OKX, e a Mercedes estampou a FTX antes dela quebrar em 2022. A Aston Martin também se envolveu com projetos de blockchain e NFTs, e a Alfa Romeo foi patrocinada pela Stake. Tudo isso mostra como o setor cripto achou na Fórmula 1 um palco global pra crescer e aparecer.
Criptomoedas em Alta na Binance: Trem Bão Demais da Conta!
Ô sô, o mundo das criptomoedas é igual roça em tempo de chuva: num piscar de olhos, o pasto cresce, mas também pode secar rapidim. Quem mexe com isso tem que ficar de olho, porque hoje na Binance teve moeda que subiu feito foguete. 📈 As que deram um “estouro” nas últimas 24 horas - Frax (FRAX): disparou quase +48%, igual milho bom que cresce na lavoura. - Decred (DCR): subiu +27%, mostrando que tem força pra brigar com os grandão. - Dolomite (DOLO): valorizou +25%, moeda nova que tá chamando atenção. - Horizen (ZEN): ganhou +20%, firme e forte na ideia de privacidade. - GUNZ (GUN): com +14%, mostrando que até moeda pequena pode dar trabalho. 🔎 Por que esse trem tá subindo? - Novidade chama atenção: moeda que entra na Binance é igual festa nova na cidade, todo mundo quer ver. - Tecnologia diferente: projeto que resolve problema é igual ferramenta boa na roça, ajuda e vale mais. - Clima de otimismo: quando o povo tá animado, até moeda pequena pega carona e sobe. ⚠️ Mas cuidado, uai! - Criptomoeda é igual preço de café: hoje tá alto, amanhã pode cair. - Ganho rápido pode virar prejuízo ligeiro. - O segredo é diversificar e não colocar todos os ovos na mesma cesta. ✨ Fechando a prosa Essas altas na Binance mostram que o mercado cripto é cheio de oportunidade, mas também de risco. Pra quem fica esperto, pode ser hora boa de entrar ou sair. Igual mineiro diz: “devagar se vai longe” — e no mundo das moedas digitais, isso vale mais que nunca.
mBridge, plataforma de CBDC liderada pela China, supera US$ 55 bilhões em transações globais
Ô trem bão de contar: a China tá tocando um projeto chamado mBridge, que é uma plataforma de moeda digital pra fazer negócio atravessando fronteira. Esse trem já girou mais de US$ 55 bilhões em transação, mostrando que o povo tá querendo mesmo arrumar jeito de pagar fora do sistema tradicional que roda em cima do dólar. O tal do mBridge, que é moeda digital de banco central (CBDC), já fechou mais de 4 mil operações internacionais, somando coisa de US$ 55,5 bilhões, segundo dado do pessoal do Atlantic Council lá de Washington. Pra ter ideia, isso cresceu quase 2.500 vezes desde que começou em 2022. Hoje em dia, quem tá testando essa plataforma são os bancos centrais da China continental, Hong Kong, Tailândia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. E o yuan digital chinês (e-CNY) é quem manda no pedaço, representando uns 95% das liquidações. E não para por aí não: dentro da própria China, o e-CNY tá crescendo que é uma beleza. O Banco Popular da China mostrou que já foram mais de 3,4 bilhões de transações, batendo uns 16,7 trilhões de yuans (US$ 2,4 trilhões). Isso é um aumento de mais de 800% comparado com 2023.
Ô trem bão de contar: o Banco Central da China tá mexendo com o tal do yuan digital. Agora, os bancos vão poder pagar juros pros caboclos que deixarem dinheiro guardado nas carteiras de e-CNY. Antes, esse dinheiro eletrônico era só pra funcionar igual dinheiro vivo, mas a ideia é deixar ele com mais serventia. Segundo o Banco Popular da China, essa novidade vai deixar os bancos usar o yuan digital dentro da gestão deles, mexendo com ativo e passivo. O vice-governador, Lu Lei, falou que o e-CNY vai virar uma “moeda digital de depósito”. Ou seja, além de pagar as compras do dia a dia, vai servir pra guardar valor e até fazer pagamento internacional. A analista Alisha Chhangani, lá do Atlantic Council, disse que isso mostra que a China tá indo devagarinho pra internacionalizar o yuan usando essa estrutura digital. Em vez de bater de frente com o dólar, eles tão montando uns sistemas paralelos pra não depender tanto dos que já existem. Agora, mudando de assunto: em 2024, o Banco de Compensações Internacionais (BIS) largou mão do projeto mBridge, que tava rolando desde 2021. Mas disseram que não foi abandono, foi “graduação”. O chefe do BIS, Agustín Carstens, até explicou que o mBridge não era ponte pros BRICS driblarem sanção, porque os sistemas do BIS não podem ser usados por país sancionado. Depois disso, o BIS virou pro Projeto Agorá, junto com outros bancos centrais grandes do Ocidente, e já tão ampliando os testes práticos.
No final de janeiro, a Binance retomará tarifas em algumas operações de pares
Na quinta-feira, dia 15, a Binance — que é a maior corretora de criptomoeda do mundão — soltou um recado importante. Eles vão dar fim na isenção total das tarifas pras ordens feitas direto no mercado nos pares ligados à stablecoin FDUSD. A partir da meia-noite do dia 29 de janeiro de 2026 (no horário UTC), quem for “taker” — ou seja, quem chega chegando e executa ordem na hora, tirando liquidez do livro — vai ter que pagar a taxa normal da plataforma. Essa mudança pega em cheio sete pares de peso: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), BNB, Solana (SOL), XRP, Dogecoin (DOGE) e Chainlink (LINK), tudo isso pareado com o dólar digital FDUSD. Agora, quem for “maker” — aquele caboclo que põe a oferta no livro e espera a execução — continua sem pagar nada nesses pares. Pros grandão da plataforma Pra turma VIP, a notícia tem um lado bom: o volume negociado nesses pares volta a contar pra subir de nível no programa de fidelidade e também pros requisitos de Provedores de Liquidez. Antes, como não tinha taxa, essas operações ficavam de fora da conta. Com a cobrança voltando, tanto os grandes investidores quanto o pessoal do varejo podem usar esses pares pra ganhar desconto em outras transações. Contexto de mercado Essa decisão vem num momento de agito danado no mercado: o Bitcoin tá passando dos 95 mil dólares e o Ethereum já rompeu os 3,3 mil. Os pares FDUSD viraram referência de liquidez firme dentro da Binance, funcionando como base pra quem quer entrar e sair de posições grandes sem precisar mexer com moeda fiduciária. A lista dos pares afetados é essa: BTC/FDUSD, ETH/FDUSD, BNB/FDUSD, SOL/FDUSD, XRP/FDUSD, DOGE/FDUSD e LINK/FDUSD.
Do lanche pro cofre: Steak ‘n Shake guarda Bitcoin como tempero da estratégia
A rede de hambúrguer Steak ‘n Shake resolveu dá um passo arretado: comprô dez milhão de dólar em Bitcoin pra guardá na tesouraria. É a primeira vez que eles põe de forma direta e pública essa moeda digital no cofre da firma, desde que começaram a aceitá pagamento nesse formato no ano passado. Essa compra dá mais ou menos uns 105 bitcoins, e eles batizaram isso de Strategic Bitcoin Reserve — ou Reserva Estratégica de Bitcoin. Nas redes, a turma da empresa falou que montô um “sistema que se sustenta sozinho”: as vendas das lojas mais antigas vão direto alimentá essa reserva em Bitcoin. E o detalhe é que todo pagamento feito em Bitcoin fica guardado lá mesmo, sem virá dinheiro comum, mostrando que eles tão firmes na ideia de manter o ativo no balanço. Esse passo é continuação da estratégia que começou em maio de 2025, quando liberaram pagamento pela Lightning Network em todas as lojas nos Estados Unidos. Até o Jack Dorsey, fundador do Twitter, apoiô a jogada. E não é que deu certo? Eles cortaram quase pela metade os gasto com taxa de transação, comparado com cartão de crédito, e ainda viram as vendas subirem uns 15% nas lojas depois da mudança. No dia 31 de outubro, a Steak ‘n Shake oficializou a política de tesouraria em Bitcoin e lançou uma promoção junto com a Fold Holdings. Quem comprava certos itens, tipo o “Bitcoin Burger” ou “Bitcoin Meal”, ganhava cinco dólar em Bitcoin pelo aplicativo da Fold. Essa campanha ajudô a firmá de vez o uso da moeda digital como parte da experiência de comer lá. A rede, que já tem 91 anos de estrada, pertence à Biglari Holdings, comandada por Sardar Biglari lá em San Antonio. Até agora, não falaram se o Bitcoin vai ter papel maior na estratégia do grupo, além dessa iniciativa da Steak ‘n Shake. O jeito deles é diferente de empresas mais ousadas, que levantam dinheiro com ação e dívida pra comprá mais Bitcoin. No caso da Steak ‘n Shake, a reserva cresce mesmo é com a operação do dia a dia e com os clientes pagando na criptomoeda. Segundo dados do Bitcoin Treasuries, mais de 200 empresas no mundo já têm Bitcoin no balanço. A quantia da Steak ‘n Shake ainda é pequena perto dos grandões, mas chama atenção porque vem de uma rede tradicional de comida e tá ligada direto ao uso cotidiano da moeda nas compras dos freguês.
A Casa Branca afirma que os bitcoins da Samourai Wallet seguem retidos e não foram comercializados
Uai, sô… Quase seis milhão e quatrocentos mil dólar em Bitcoin que o povo lá dos Estados Unidos tomou dos criadores da tal Samourai Wallet não foi vendido não. Em vez disso, vai é parar numa reserva nacional de Bitcoin, conforme falou um funcionário da Casa Branca na sexta-feira, dia 16. Esse trem veio depois que, no mês passado, os advogados e parentes dos desenvolvedores — que tão presos — ficaram cabreiros achando que os promotores de Nova York iam dar fim nos fundos. Se isso acontecesse, ia bater de frente com a ideia do presidente Donald Trump, que em março criou uma reserva federal de Bitcoin usando moeda apreendida. Tinha até um acordo assinado entre os promotores e os rapazes da Samourai, Keonne Rodriguez e William Lonergan Hill, que parecia dizer que os Bitcoins iam ser liquidados logo. O documento falava que eles autorizavam o Serviço de Delegados Federais (USMS) a receber e vender os Bitcoins, e depois jogar o dinheiro no Fundo de Confisco de Ativos pra ajudar nas penas financeiras deles. Só que, na sexta, Patrick Witt, que é diretor do Conselho de Ativos Digitais do Trump, contou que o Departamento de Justiça garantiu pra ele que esses Bitcoins não foram e nem vão ser vendidos. No fim das contas, segundo Witt, o dinheiro vai mesmo é engrossar a tal reserva estratégica de Bitcoin do governo.
Caso da Samourai Wallet Rodriguez e Hill já tinham assumido a bronca no ano passado: disseram que eram culpados de tocar um serviço de dinheiro sem licença, por causa da Samourai, um trem que ajudava quem mexe com Bitcoin a deixar as transações mais escondidas, mais privadas. Esse processo começou lá atrás, no governo do Biden, mas foi levado adiante pelo pessoal do Trump. Em novembro, o DOJ do Trump conseguiu a pena mais pesada pra Rodriguez: cinco anos de cadeia. Hill pegou quatro. Os dois já tão cumprindo sentença desde o começo deste mês. O caso chamou atenção da turma que defende criptomoeda e privacidade, porque pode mexer com o futuro de programas que protegem a vida financeira do povo nos Estados Unidos. Pra complicar, essa história deu uma arranhada na imagem do Trump com os “cripto-entusiastas”. Ele vinha se vendendo como “o presidente cripto” no segundo mandato, mas esse rolo não ajudou muito. Dias antes de Rodriguez se entregar, o site Decrypt perguntou se Trump pensava em dar perdão pros dois. Ele disse que ia “olhar isso” e pediu pra procuradora-geral Pam Bondi investigar melhor. Só que não deu em nada: Rodriguez e Hill foram mesmo pra prisão federal e tão lá até hoje. Mesmo assim, parece que o Bitcoin em si nunca foi liquidado, não importa o que os promotores tentaram fazer. Já passou quase um mês desde que o presidente e a procuradora falaram do caso, mas o tal perdão pros dois ainda não saiu. A esposa de Rodriguez, Lauren Emily, falou que não confia muito na conversa dos procuradores. Disse que já viu tanta mentira e manipulação nesse processo que não duvida de mais nada. Enquanto isso, os aliados dos desenvolvedores da Samourai dizem que os promotores de Manhattan tão indo contra a vontade da Casa Branca: primeiro, porque venderam os Bitcoins apreendidos mesmo com uma ordem executiva de março de 2025 que mandava guardar numa reserva federal; segundo, porque talvez nem deviam ter processado os caras desde o começo.
Elon Musk critică proiectul de ICO al OpenAI și, în procesul împotriva lui Sam Altman, laudă Bitcoin
Elon Musk, acel caboclo care comandă Tesla și SpaceX, a decis să intre în justiție împotriva lui Sam Altman, care este șeful de la OpenAI. Motivul disputei este modul în care a apărut și a crescut OpenAI, care, conform lui Musk, a ieșit de pe calea ideii inițiale. În documentele procesului, care au ieșit vineri (16), miliardarul vorbește chiar despre Bitcoin și aceste criptomonede. El povestește că OpenAI a luat în considerare să facă o ICO — Ofertă Inițială de Monede — dar nu i-a plăcut discuția. Pentru Musk, acest tren urma să devină o monedă falsă și să distrugă credibilitatea companiei.
O Bitcoin, por ter uma quantidade contada no dedo e não aumentar nunca mais, acaba virando um trem mais raro que o ouro. E num tempo em que os grandão das finanças tão de olho e querendo cada vez mais, esse negócio fica ainda mais valioso. Quem fala isso é a Cathie Wood, que é a manda-chuva lá da Ark Invest. No relatório dela chamado “Perspectivas pra 2026”, ela mostra como o caminho do Bitcoin e do ouro andaram meio diferentes nos últimos tempos.
Uai, em 2025 o ouro brilhou bonito: subiu 65%. Já o Bitcoin, tadinho, caiu uns 6%. A moça Wood fala que essa disparada do ouro, que já tá em 166% desde outubro de 2022, não é por medo de inflação não, mas porque o mundo tá ficando mais rico e a produção do metal cresce só um tiquinho, coisa de 1,8% por ano. Ela explica que a procura pelo ouro tá maior que o tanto que aparece no mercado. Só que com o Bitcoin é diferente: minerador de ouro pode cavar mais e aumentar a produção, mas o Bitcoin tem regra matemática que não deixa. Ele cresce só 0,82% por ano até 2027, depois cai pra 0,41%. Isso quer dizer que, se a procura pelo Bitcoin disparar, o preço sobe mais rápido que o ouro, porque não tem como fabricar mais moeda digital. Matthew Hougan, da Bitwise, até falou que se os grandes investidores continuarem comprando, pode ter uma explosão de preço. O Verbitskii, da TYMIO, lembrou que em 2024 o Bitcoin já tinha subido demais, então esse descanso em 2025 é normal. Ele também disse que, quando o dinheiro corre pra coisa sólida em tempos de bagunça cambial, o Bitcoin entra na mesma turma do ouro. Só que tem uma diferença: ouro dá pra minerar mais, Bitcoin não. Por isso, quando a procura volta, o preço do Bitcoin dispara mais forte. Olhando pra frente Wood ainda chamou atenção pra um detalhe: a relação entre o valor do ouro e a quantidade de dinheiro em circulação (M2) tá num ponto que só tinha acontecido lá nos anos 30 e 80, épocas meio complicadas. E quando isso caiu no passado, a bolsa de valores deu retorno bom. Ela também fala que o Bitcoin é ótimo pra diversificar carteira, porque anda diferente do ouro e dos títulos. Já o Verbitskii pensa que em 2026 não é hora de comprar ou vender, mas de segurar: ouro dá firmeza, Bitcoin dá chance de valorização explosiva. E, olhando pra trás, o Bitcoin sempre cresceu mais rápido que o ouro.
Binance Research revisa marcos de 2025 no mercado cripto e indica 12 tendências para 2026
A turma da Binance Research, que é o pedaço da Binance só pra pesquisa, soltou há pouco um relatório grandão falando das coisas mais importantes que rolaram no mundo das criptomoedas em 2025. E não parou aí não: os analistas ainda deram uns toques sobre o que vale a pena ficar de olho nesse ano que tá começando. No texto, eles mostram como os acontecimentos da economia mundial mexem com o mercado — às vezes ajudando, às vezes atrapalhando — e destacam também que o setor tá ficando cada vez mais “chique”, com empresa grande entrando no jogo e dando cara de coisa séria pras criptos.
Pra frente, tem uns 12 assunto que todo investidor tem que ficar de olho, viu. Vai desde o teste de firmeza das empresas que guardam Bitcoin até o surgimento de mercado novo, tipo esse de previsão. A Binance soltou um relatório com os trem mais marcante de 2025. O Bitcoin começou o ano animado, embalado pela vitória de Donald Trump lá nas eleição dos Estados Unidos. Só que, no fim do primeiro trimestre, a pressão bateu. Em outubro, a moeda bateu recorde de preço, mas logo depois levou um tombo feio no crash do dia 10. Os analistas destacaram uns números de respeito: os ETFs de Bitcoin fecharam o ano com entrada de 21 bilhões de dólares; as empresas de tesouraria já tão segurando mais de 1,1 milhão de bitcoins; e o poder de processamento da rede passou da marca de 1 zettahash por segundo. Agora, nem tudo foi festa não. O tanto de endereço ativo caiu 16% em relação ao ano passado e as transações ficaram abaixo dos picos de outros tempos. Isso mostra que o Bitcoin andou mais fora da rede, principalmente via ETFs.
“Uai, cê acredita? O trem das criptomoedas bateu a marca de 4 trilhão de dólar pela primeira vez na vida. E num foi à toa não: esse ano o mercado ficou bem na rédea das condições da economia grande e dos ciclos financeiros de sempre.”
Lá nos Estados Unidos, teve uns trem que bagunçou o mercado: o tal do “Dia da Libertação”, que o povo apelidou de ‘Tarifaço’, junto com o fechamento do governo (shutdown). A confusão foi tanta que até os dados de inflação ficaram meio capengas, incompletos. Quando a conversa é sobre criptomoeda, a Binance contou que o Ethereum continua firme na frente: tem mais desenvolvedor mexendo nele, mais liquidez nos projetos de DeFi e maior valor agregado. Já a Solana, por sua vez, ficou na dianteira em volume de transações e número de gente usando todo santo dia. E a BNB Chain não ficou pra trás não: aproveitou as histórias que estavam dominando o mercado e a base forte de transações de varejo. Com isso, puxou atividade pesada na rede, tanto em spot quanto em derivativos, movimentou um bocado de stablecoin e ainda trouxe ativos do mundo real (RWA). No fim das contas, o BNB foi quem brilhou mais entre as grandes criptos.
2025 foi mesmo o ano das stablecoins, sô. Mas num foi só elas que deram conta do recado não, outros ativos também fecharam o ano com resultado bonito. Essas moedas digitais, que não ficam variando de preço igual as outras, ganharam foi espaço no mercado. O setor cresceu quase 50%, batendo a marca de US$ 305 bilhões, e o volume subiu mais 26%, chegando em US$ 3,54 milhões. O empurrão veio de uma turma nova de peso: seis stablecoins — BUIDL, PYUSD, RLUSD, USD1, USDf e USDtB — cada uma passando da marca de US$ 1 bilhão em valor de mercado. Isso trouxe mais concorrência e utilidade de verdade no dia a dia.
Uai, sô, um trem que chamou atenção foi o setor de DeFi, principalmente os tais Ativos do Mundo Real (RWA). O tanto de dinheiro travado ali (o tal do TVL) já passou até as corretoras descentralizadas, as DEX. Os pesquisadores também falaram que os protocolos tão faturando mais e que o volume das negociações spot cresceu que só. No mais, 2025 foi ano de mudança grande: instituição entrando de cabeça, regulação chegando e dando outro rumo pras criptomoedas. Teve ETF, tokenização, empresa de tesouraria mexendo com cripto, aprovação do Genius Act nos Estados Unidos, MiCA entrando em vigor lá na Europa e avanço regulatório em lugares como Hong Kong e Singapura. No cenário internacional, os compromissos com o tal do Crypto-Asset Reporting Framework (CARF) da OCDE ganharam força, abrindo caminho pra uma transparência fiscal mais ajeitada e troca de informação entre países. E o que esperar de 2026? Apesar do Bitcoin ter fechado 2025 com gosto amargo por causa do tombo em outubro, já deu uma reagida logo no começo de 2026. O mercado virou rapidinho: saiu do medo e caiu na ganância. Segundo os analistas da Binance, tem 12 pontos pra ficar de olho neste ano: - Macro: mercado guiado por política e ajuste fiscal - Redistribuição de energia - Política cripto como motor principal - Instituições puxando a adoção - Tesouraria corporativa passando por teste de fogo - Stablecoins chegando mais perto do dia a dia do povo - Tokenização saindo da promessa e entrando no fluxo de trabalho - Derivativos dando gás pras DEX - Blockchains públicas, dados privados - Mercados de previsão crescendo de novo - Captura de valor subindo na cadeia - Fuga pra qualidade Sobre esse último ponto, a Binance frisou que o mercado tá mais exigente: o dinheiro corre pros ativos que mostram uso real e receita firme. Isso já ficou claro em 2025: o BTC bateu recorde, mas sem puxar junto a maioria das altcoins do top 100, que ainda tão bem abaixo dos picos do ciclo passado.
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