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Bitcoin desacelera perto de US$ 68 mil, mas investidores de longo prazo mantêm posiçãoO Bitcoin tem encontrado dificuldades para retomar o movimento de alta nas últimas sessões. O preço permanece oscilando em um intervalo restrito diante de condições macroeconômicas incertas. A volatilidade nos mercados de ações e as expectativas de juros limitaram as tentativas de recuperação. Com sinais de curto prazo mistos, o foco se volta para os investidores de longo prazo, conhecidos como LTHs. Este grupo historicamente influencia mudanças expressivas nos rumos do Bitcoin. O comportamento deles agora oferece sinais importantes sobre a possibilidade de o BTC estar próximo de um novo ponto de inflexão. LTHs de bitcoin estabelecem suporte crítico O LTH CBD Heatmap destaca uma expressiva concentração de oferta acima de US$ 65 mil. Esse agrupamento está ancorado na faixa de acumulação do primeiro semestre de 2024. Essa região absorveu as recentes pressões de venda em diversas ocasiões. A forte demanda nesse patamar demonstra confiança dos investidores experientes de Bitcoin. Essa faixa de suporte tem servido de amortecedor nas correções. O capital acumulado durante consolidações anteriores permanece, em grande parte, inativo. Enquanto essa estrutura for mantida, a ocorrência de grandes distribuições em massa parece improvável. Heatmap do LTH CBD do Bitcoin. Fonte: Glassnode Uma quebra decisiva abaixo desse intervalo mudaria o cenário. O Bitcoin poderia se aproximar do preço realizado, atualmente em torno de US$ 54 mil. Entretanto, esse movimento é menos provável enquanto a oferta dos LTHs permanecer estável. Os dados indicam que os investidores não estão prestes a capitular. Como os LTHs estão reagindo? O índice NUPL (Lucros e Perdas Não Realizados dos Investidores de Longo Prazo) apresentou uma queda recente. Esse indicador mede os ganhos não realizados agregados nas carteiras dos LTHs. A redução do NUPL sinaliza diminuição na lucratividade entre esse grupo do BTC. No passado, quedas prolongadas do NUPL alinharam-se com correções de preço mais profundas. Situação semelhante foi registrada em fevereiro de 2020 e junho de 2022. Nessas ocasiões, a redução nos lucros resultou em eventos generalizados de capitulação. NUPL do LTH do Bitcoin. Fonte: Glassnode No ciclo atual, o cenário se mostra diferente. O fluxo institucional e o suporte dos ETFs à vista de Bitcoin fortaleceram a demanda estrutural. Entradas constantes por meio de produtos regulados contribuem para a estabilidade. Dessa forma, os LTHs demonstram menor propensão a liquidar posições, mesmo com margens pressionadas. Os dados do HODLer Net Position Change apontam que os LTHs seguem acumulando, ao invés de distribuir BTCs. Barras verdes crescentes no indicador revelam que moedas estão migrando para armazenamentos de longo prazo. Essa tendência é positiva, já que a acumulação dos LTHs tende a se prolongar — diferentemente dos investidores de curto prazo, mais inclinados a vendas ao menor sinal de lucro. Entradas contínuas em carteiras de LTH reforçam esse comportamento. Acumulação em meio à incerteza contribui para frear movimentos de queda. Caso o padrão persista, pode estabelecer base para uma recuperação mais ampla do preço do Bitcoin. Variação da posição líquida HODLer do Bitcoin. Fonte: Glassnode Preço do BTC segue sob resistência O Bitcoin é negociado a US$ 68.282 no momento desta reportagem. O principal objetivo no curto prazo é retomar o patamar de US$ 70 mil. Esse limite psicológico tem contido avanços por aproximadamente dez dias. O suporte em US$ 68.342 é fundamental no atual cenário. Uma defesa consistente dessa faixa pode permitir ao BTC testar a resistência de US$ 70.610. O rompimento confirmado desse ponto tende a impulsionar ganhos para US$ 73.499 e, se houver aceleração, patamares ainda mais altos. Análise de preço do Bitcoin. Fonte: TradingView O risco de queda persiste diante de um cenário macro desfavorável. Uma quebra abaixo de US$ 65.158 enfraqueceria a atual estrutura. A perda desse suporte poderia levar o Bitcoin a uma correção mais profunda. Nesse cenário, o preço pode se aproximar do preço realizado, na faixa de US$ 58 mil. O artigo Bitcoin desacelera perto de US$ 68 mil, mas investidores de longo prazo mantêm posição foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin desacelera perto de US$ 68 mil, mas investidores de longo prazo mantêm posição

O Bitcoin tem encontrado dificuldades para retomar o movimento de alta nas últimas sessões. O preço permanece oscilando em um intervalo restrito diante de condições macroeconômicas incertas. A volatilidade nos mercados de ações e as expectativas de juros limitaram as tentativas de recuperação.

Com sinais de curto prazo mistos, o foco se volta para os investidores de longo prazo, conhecidos como LTHs. Este grupo historicamente influencia mudanças expressivas nos rumos do Bitcoin. O comportamento deles agora oferece sinais importantes sobre a possibilidade de o BTC estar próximo de um novo ponto de inflexão.

LTHs de bitcoin estabelecem suporte crítico

O LTH CBD Heatmap destaca uma expressiva concentração de oferta acima de US$ 65 mil. Esse agrupamento está ancorado na faixa de acumulação do primeiro semestre de 2024. Essa região absorveu as recentes pressões de venda em diversas ocasiões. A forte demanda nesse patamar demonstra confiança dos investidores experientes de Bitcoin.

Essa faixa de suporte tem servido de amortecedor nas correções. O capital acumulado durante consolidações anteriores permanece, em grande parte, inativo. Enquanto essa estrutura for mantida, a ocorrência de grandes distribuições em massa parece improvável.

Heatmap do LTH CBD do Bitcoin. Fonte: Glassnode

Uma quebra decisiva abaixo desse intervalo mudaria o cenário. O Bitcoin poderia se aproximar do preço realizado, atualmente em torno de US$ 54 mil. Entretanto, esse movimento é menos provável enquanto a oferta dos LTHs permanecer estável. Os dados indicam que os investidores não estão prestes a capitular.

Como os LTHs estão reagindo?

O índice NUPL (Lucros e Perdas Não Realizados dos Investidores de Longo Prazo) apresentou uma queda recente. Esse indicador mede os ganhos não realizados agregados nas carteiras dos LTHs. A redução do NUPL sinaliza diminuição na lucratividade entre esse grupo do BTC.

No passado, quedas prolongadas do NUPL alinharam-se com correções de preço mais profundas. Situação semelhante foi registrada em fevereiro de 2020 e junho de 2022. Nessas ocasiões, a redução nos lucros resultou em eventos generalizados de capitulação.

NUPL do LTH do Bitcoin. Fonte: Glassnode

No ciclo atual, o cenário se mostra diferente. O fluxo institucional e o suporte dos ETFs à vista de Bitcoin fortaleceram a demanda estrutural. Entradas constantes por meio de produtos regulados contribuem para a estabilidade. Dessa forma, os LTHs demonstram menor propensão a liquidar posições, mesmo com margens pressionadas.

Os dados do HODLer Net Position Change apontam que os LTHs seguem acumulando, ao invés de distribuir BTCs. Barras verdes crescentes no indicador revelam que moedas estão migrando para armazenamentos de longo prazo. Essa tendência é positiva, já que a acumulação dos LTHs tende a se prolongar — diferentemente dos investidores de curto prazo, mais inclinados a vendas ao menor sinal de lucro.

Entradas contínuas em carteiras de LTH reforçam esse comportamento. Acumulação em meio à incerteza contribui para frear movimentos de queda. Caso o padrão persista, pode estabelecer base para uma recuperação mais ampla do preço do Bitcoin.

Variação da posição líquida HODLer do Bitcoin. Fonte: Glassnode

Preço do BTC segue sob resistência

O Bitcoin é negociado a US$ 68.282 no momento desta reportagem. O principal objetivo no curto prazo é retomar o patamar de US$ 70 mil. Esse limite psicológico tem contido avanços por aproximadamente dez dias.

O suporte em US$ 68.342 é fundamental no atual cenário. Uma defesa consistente dessa faixa pode permitir ao BTC testar a resistência de US$ 70.610. O rompimento confirmado desse ponto tende a impulsionar ganhos para US$ 73.499 e, se houver aceleração, patamares ainda mais altos.

Análise de preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

O risco de queda persiste diante de um cenário macro desfavorável. Uma quebra abaixo de US$ 65.158 enfraqueceria a atual estrutura. A perda desse suporte poderia levar o Bitcoin a uma correção mais profunda. Nesse cenário, o preço pode se aproximar do preço realizado, na faixa de US$ 58 mil.

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Zoomex anuncia iniciativa “February Rapid Sprint” para reforçar transparênciaEnquanto o mercado de criptomoedas entra em uma nova fase de expansão volátil, uma das principais plataformas globais de negociação de ativos digitais, a Zoomex, anunciou oficialmente o início de sua iniciativa anual — “Corrida de Fevereiro: Temporada de Crescimento.” Com um prêmio total de até US$ 100 mil, a campanha tem como objetivo não apenas impulsionar o crescimento gradual dos ativos dos usuários, mas também reforçar o compromisso da Zoomex com a “soberania dos ativos” e a “transparência nas regras”, proporcionando um ambiente competitivo onde transações ocorrem de forma fluida e as vantagens são acessíveis a negociadores do mundo todo. No contexto atual, as expectativas dos negociadores em relação à integridade e liquidez de ativos das plataformas tornaram-se prioridades estratégicas essenciais. A diretora de marca da Zoomex afirmou: “Acreditamos que a base da justiça está no controle total dos ativos pelos usuários e na possibilidade de acesso a qualquer momento. O nível de confiança exigido do mercado em relação às plataformas de negociação está em um ponto decisivo.” Por isso, a Zoomex segue aprimorando um sistema de circulação de ativos sem atrito, garantindo que cada participante tenha seus ativos protegidos em uma estrutura transparente e mantendo a máxima liquidez. Isso representa tanto uma demonstração da nossa capacidade tecnológica quanto o compromisso da marca em defender a soberania dos ativos dos usuários.” Para que todos possam negociar com eficiência durante a Corrida Rápida, a Zoomex adota sua arquitetura proprietária de Duplo Pool de Liquidez, entregando um ambiente com alta liquidez e mínima variação de preço. Diferente de fontes únicas de liquidez, esse mecanismo amplia significativamente a profundidade no livro de ofertas. Assim, seja buscando recompensas em negociações de alto volume ou realizando operações de proteção durante movimentos extremos, cada ordem é executada com precisão. A clareza nos preços e execuções elimina custos ocultos do mercado e garante que cada bonificação conquistada na Temporada de Crescimento tenha valor real. A campanha acontece de 12 a 28 de fevereiro, seguindo o princípio da transparência nas regras, com todos os participantes competindo sob um algoritmo unificado e justo: Largada Igualitária: benefício exclusivo para novos usuários  Novos usuários que realizarem cadastro e verificação recebem um bônus de US$ 10. A iniciativa incentiva a experiência direta na mobilidade eficiente dos ativos e no mecanismo justo de correspondência da Zoomex. Avanço Acelerado: recompensa por crescimento de depósito de US$ 1 mil  Reconhecendo a eficiência do capital, a Zoomex oferece incentivos em faixas, de acordo com os depósitos acumulados. Para depósitos entre US$ 50 e US$ 1 mil, os participantes podem receber até US$ 300 em bônus e US$ 700 em vouchers de posição. Todos os dados são atualizados em tempo real, permitindo total acompanhamento do crescimento do patrimônio. Reconhecimento Profissional: recompensas por dias de negociação e airdrop de XAUT (ouro)  A campanha premia negociadores disciplinados pelo acúmulo de dias operando, com incentivo financeiro de até US$ 110. Para quem busca novos desafios, a Zoomex apresenta também o airdrop de XAUT — ativo lastreado em ouro físico — de até US$ 300 em XAUT. Essa estrutura leva os usuários a diversificar e estabilizar o portfólio em um cenário competitivo e claro. A Corrida Rápida “Temporada de Crescimento” da Zoomex em fevereiro simboliza a sintonia entre a plataforma e sua base. Todas as movimentações são transparentes, e cada negociação é executada de modo justo e confiável. Não participamos de manipulações de mercado — o foco é defender a soberania dos seus ativos e impulsionar a evolução sustentável do patrimônio. Cadastre-se agora e inicie sua jornada de crescimento com a Zoomex hoje. Sobre a ZOOMEX Fundada em 2021, a Zoomex é uma plataforma global de negociação cripto com mais de 3 milhões de usuários em 35 países e regiões, oferecendo mais de 700 pares de negociação. Guiada pelo lema “Simples × Fácil de usar × Rápida”, a Zoomex segue comprometida com justiça, integridade e transparência, fornecendo experiência de negociação eficiente e de confiança, com baixa barreira de entrada. Amparada por um mecanismo próprio e transparente de matching entre ordens e exibição de ativos, a Zoomex garante execução consistente de negociações e resultados totalmente rastreáveis. Essa abordagem diminui a assimetria de informações, permitindo que os clientes acompanhem com clareza o saldo patrimonial e o resultado de cada transação. Enquanto prioriza velocidade e eficiência, a plataforma segue otimizando estrutura de produtos e experiência geral, dispondo de mecanismos robustos de gerenciamento de riscos. Como parceira oficial da equipe Haas F1, a Zoomex leva o mesmo foco em velocidade, precisão e cumprimento de regras das pistas para o setor financeiro. Além disso, a Zoomex possui uma parceria global exclusiva de embaixador de marca com o goleiro Emiliano Martínez. Sua disciplina profissional e consistência reforçam ainda mais o compromisso da marca com negociações justas e a confiança de longo prazo dos clientes. No quesito segurança e conformidade, a Zoomex possui licenças regulatórias como Canada MSB, U.S. MSB, U.S. NFA e Austrália AUSTRAC, além de já ter sido aprovada em auditorias conduzidas pela empresa especializada em blockchain Hacken. Com operação dentro de um arcabouço regularizado, opções flexíveis de verificação de identidade e sistema aberto de negociação, a Zoomex constrói um ambiente global mais simples, transparente, seguro e acessível a todos os usuários. Para mais informações: Site | X | Telegram | Discord O artigo Zoomex anuncia iniciativa “February Rapid Sprint” para reforçar transparência foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Zoomex anuncia iniciativa “February Rapid Sprint” para reforçar transparência

Enquanto o mercado de criptomoedas entra em uma nova fase de expansão volátil, uma das principais plataformas globais de negociação de ativos digitais, a Zoomex, anunciou oficialmente o início de sua iniciativa anual — “Corrida de Fevereiro: Temporada de Crescimento.”

Com um prêmio total de até US$ 100 mil, a campanha tem como objetivo não apenas impulsionar o crescimento gradual dos ativos dos usuários, mas também reforçar o compromisso da Zoomex com a “soberania dos ativos” e a “transparência nas regras”, proporcionando um ambiente competitivo onde transações ocorrem de forma fluida e as vantagens são acessíveis a negociadores do mundo todo.

No contexto atual, as expectativas dos negociadores em relação à integridade e liquidez de ativos das plataformas tornaram-se prioridades estratégicas essenciais. A diretora de marca da Zoomex afirmou: “Acreditamos que a base da justiça está no controle total dos ativos pelos usuários e na possibilidade de acesso a qualquer momento. O nível de confiança exigido do mercado em relação às plataformas de negociação está em um ponto decisivo.”

Por isso, a Zoomex segue aprimorando um sistema de circulação de ativos sem atrito, garantindo que cada participante tenha seus ativos protegidos em uma estrutura transparente e mantendo a máxima liquidez. Isso representa tanto uma demonstração da nossa capacidade tecnológica quanto o compromisso da marca em defender a soberania dos ativos dos usuários.”

Para que todos possam negociar com eficiência durante a Corrida Rápida, a Zoomex adota sua arquitetura proprietária de Duplo Pool de Liquidez, entregando um ambiente com alta liquidez e mínima variação de preço. Diferente de fontes únicas de liquidez, esse mecanismo amplia significativamente a profundidade no livro de ofertas.

Assim, seja buscando recompensas em negociações de alto volume ou realizando operações de proteção durante movimentos extremos, cada ordem é executada com precisão. A clareza nos preços e execuções elimina custos ocultos do mercado e garante que cada bonificação conquistada na Temporada de Crescimento tenha valor real.

A campanha acontece de 12 a 28 de fevereiro, seguindo o princípio da transparência nas regras, com todos os participantes competindo sob um algoritmo unificado e justo:

Largada Igualitária: benefício exclusivo para novos usuários

 Novos usuários que realizarem cadastro e verificação recebem um bônus de US$ 10. A iniciativa incentiva a experiência direta na mobilidade eficiente dos ativos e no mecanismo justo de correspondência da Zoomex.

Avanço Acelerado: recompensa por crescimento de depósito de US$ 1 mil

 Reconhecendo a eficiência do capital, a Zoomex oferece incentivos em faixas, de acordo com os depósitos acumulados. Para depósitos entre US$ 50 e US$ 1 mil, os participantes podem receber até US$ 300 em bônus e US$ 700 em vouchers de posição. Todos os dados são atualizados em tempo real, permitindo total acompanhamento do crescimento do patrimônio.

Reconhecimento Profissional: recompensas por dias de negociação e airdrop de XAUT (ouro)

 A campanha premia negociadores disciplinados pelo acúmulo de dias operando, com incentivo financeiro de até US$ 110. Para quem busca novos desafios, a Zoomex apresenta também o airdrop de XAUT — ativo lastreado em ouro físico — de até US$ 300 em XAUT. Essa estrutura leva os usuários a diversificar e estabilizar o portfólio em um cenário competitivo e claro.

A Corrida Rápida “Temporada de Crescimento” da Zoomex em fevereiro simboliza a sintonia entre a plataforma e sua base. Todas as movimentações são transparentes, e cada negociação é executada de modo justo e confiável. Não participamos de manipulações de mercado — o foco é defender a soberania dos seus ativos e impulsionar a evolução sustentável do patrimônio.

Cadastre-se agora e inicie sua jornada de crescimento com a Zoomex hoje.

Sobre a ZOOMEX

Fundada em 2021, a Zoomex é uma plataforma global de negociação cripto com mais de 3 milhões de usuários em 35 países e regiões, oferecendo mais de 700 pares de negociação. Guiada pelo lema “Simples × Fácil de usar × Rápida”, a Zoomex segue comprometida com justiça, integridade e transparência, fornecendo experiência de negociação eficiente e de confiança, com baixa barreira de entrada.

Amparada por um mecanismo próprio e transparente de matching entre ordens e exibição de ativos, a Zoomex garante execução consistente de negociações e resultados totalmente rastreáveis. Essa abordagem diminui a assimetria de informações, permitindo que os clientes acompanhem com clareza o saldo patrimonial e o resultado de cada transação. Enquanto prioriza velocidade e eficiência, a plataforma segue otimizando estrutura de produtos e experiência geral, dispondo de mecanismos robustos de gerenciamento de riscos.

Como parceira oficial da equipe Haas F1, a Zoomex leva o mesmo foco em velocidade, precisão e cumprimento de regras das pistas para o setor financeiro. Além disso, a Zoomex possui uma parceria global exclusiva de embaixador de marca com o goleiro Emiliano Martínez. Sua disciplina profissional e consistência reforçam ainda mais o compromisso da marca com negociações justas e a confiança de longo prazo dos clientes.

No quesito segurança e conformidade, a Zoomex possui licenças regulatórias como Canada MSB, U.S. MSB, U.S. NFA e Austrália AUSTRAC, além de já ter sido aprovada em auditorias conduzidas pela empresa especializada em blockchain Hacken. Com operação dentro de um arcabouço regularizado, opções flexíveis de verificação de identidade e sistema aberto de negociação, a Zoomex constrói um ambiente global mais simples, transparente, seguro e acessível a todos os usuários.

Para mais informações: Site | X | Telegram | Discord

O artigo Zoomex anuncia iniciativa “February Rapid Sprint” para reforçar transparência foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Hackers usam 3.500 sites latinos para mineração cripto ilegalCriminosos virtuais transformaram milhares de páginas da web em máquinas de mineração cripto sem o conhecimento dos donos, de maneira ilegal. Mais de 3.500 sites foram infectados apenas em julho do ano passado na América Latina. O alerta vem da empresa de segurança digital ESET, com base em dados coletados ao longo de 2025. A operação ilegal acontece justamente quando o Brasil estrutura regras mais rígidas para o mercado de ativos digitais sob supervisão do Banco Central. Vírus transforma seu computador em minerador de cripto O golpe funciona assim: hackers instalam códigos escondidos em sites. Quando você acessa a página, seu computador ou celular começa a trabalhar para gerar moedas digitais para os criminosos. Você não vê nada acontecendo, mas o aparelho fica lento, esquenta demais, consome mais energia e se desgasta mais rápido. Em celulares, a bateria pode até estufar. A técnica tem nome: cryptojacking. Funciona como um parasita digital que suga o poder de processamento de quem visita o site infectado. O levantamento da ESET identificou dois grupos de sites atacados. O primeiro inclui páginas já conhecidas por serem perigosas. O segundo reúne sites confiáveis que foram invadidos. Páginas de anime, escolas e jornais viraram alvos principais Sites arriscados por natureza lideram a lista. Plataformas piratas de streaming, páginas de download ilegal e portais de anime concentram usuários por muito tempo. Têm propagandas invasivas e executam vários códigos ao mesmo tempo. Criminosos aproveitam essa bagunça para incluir o minerador. Mas o problema não para aí. Sites sérios também viraram vítimas. Escolas, pequenas empresas e veículos de imprensa foram invadidos por falhas de segurança básicas. Sistemas desatualizados, senhas fracas e programas complementares vulneráveis abriram portas para os ataques. A ESET mapeou os cinco tipos de sites mais atingidos: plataformas piratas de download, páginas de anime e mangá, instituições de ensino, pequenos negócios e portais de notícias regionais. A estratégia dos criminosos prioriza quantidade, não tempo de visita. Atacar centenas de sites pequenos rende mais do que focar em poucos sites grandes. Mesmo páginas com pouco movimento geram lucro quando somadas. “Comprometer muitos domínios pequenos, mesmo com poucas visitas, ainda gera rentabilidade. Em grande parte dos casos, essas páginas foram afetadas por falhas comuns, como CMS desatualizados, plugins inseguros, credenciais fracas ou ambientes de hospedagem compartilhada. Não se trata de uma ação intencional das instituições, mas de consequências de lacunas de segurança e falta de atualização”, explica Daniel Barbosa, pesquisador de segurança da ESET no Brasil. CMS são plataformas como WordPress que facilitam criar sites sem programar. Novas leis do BC não barram esse tipo de ataque O Brasil aprovou regras mais duras para o mercado cripto em novembro de 2025. As resoluções 519, 520 e 521 do Banco Central expandiram o Marco Legal de Criptoativos. Agora exchanges precisam de licença, seguir regras contra lavagem de dinheiro e dar transparência em operações com stablecoins. Essas moedas digitais mantêm valor fixo ao copiar moedas tradicionais como real e dólar. As normas começaram a valer em fevereiro deste ano. Mais exigências entram em vigor nos próximos meses. Mas essas leis miram fraudes financeiras e proteção de investidores. Não alcançam ataques técnicos como o cryptojacking. Os criminosos exploram brechas em sites, não em exchanges ou carteiras digitais. Para quem navega, o resultado é computador lerdo e conta de luz mais alta. Para donos de sites, a reputação vai pro ralo e a confiança despenca. Pior: um site comprometido pode virar porta de entrada para ataques maiores. Defesas básicas bloqueiam a maioria dos ataques Usuários comuns devem manter navegador e sistema sempre atualizados. Programas de segurança conseguem detectar mineradores em tempo real. Desconfie de sites cheios de propaganda piscando. Empresas, escolas e redações precisam atualizar plataformas de site e complementos constantemente. Revisar códigos de terceiros virou obrigação. Senhas fortes não bastam mais — é preciso autenticação em duas etapas. Auditorias de segurança devem ser rotina, não exceção. “A mineração maliciosa de criptomoedas deixou de ser uma ameaça isolada ou restrita a sites ilegais. Hoje, ela já atinge organizações legítimas em toda a América Latina, por meio de campanhas persistentes e silenciosas. Um cenário que reforça a importância de atenção constante e monitoramento contínuo”, conclui Barbosa. O artigo Hackers usam 3.500 sites latinos para mineração cripto ilegal foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Hackers usam 3.500 sites latinos para mineração cripto ilegal

Criminosos virtuais transformaram milhares de páginas da web em máquinas de mineração cripto sem o conhecimento dos donos, de maneira ilegal. Mais de 3.500 sites foram infectados apenas em julho do ano passado na América Latina. O alerta vem da empresa de segurança digital ESET, com base em dados coletados ao longo de 2025.

A operação ilegal acontece justamente quando o Brasil estrutura regras mais rígidas para o mercado de ativos digitais sob supervisão do Banco Central.

Vírus transforma seu computador em minerador de cripto

O golpe funciona assim: hackers instalam códigos escondidos em sites. Quando você acessa a página, seu computador ou celular começa a trabalhar para gerar moedas digitais para os criminosos. Você não vê nada acontecendo, mas o aparelho fica lento, esquenta demais, consome mais energia e se desgasta mais rápido. Em celulares, a bateria pode até estufar.

A técnica tem nome: cryptojacking. Funciona como um parasita digital que suga o poder de processamento de quem visita o site infectado.

O levantamento da ESET identificou dois grupos de sites atacados. O primeiro inclui páginas já conhecidas por serem perigosas. O segundo reúne sites confiáveis que foram invadidos.

Páginas de anime, escolas e jornais viraram alvos principais

Sites arriscados por natureza lideram a lista. Plataformas piratas de streaming, páginas de download ilegal e portais de anime concentram usuários por muito tempo. Têm propagandas invasivas e executam vários códigos ao mesmo tempo. Criminosos aproveitam essa bagunça para incluir o minerador.

Mas o problema não para aí. Sites sérios também viraram vítimas. Escolas, pequenas empresas e veículos de imprensa foram invadidos por falhas de segurança básicas. Sistemas desatualizados, senhas fracas e programas complementares vulneráveis abriram portas para os ataques.

A ESET mapeou os cinco tipos de sites mais atingidos: plataformas piratas de download, páginas de anime e mangá, instituições de ensino, pequenos negócios e portais de notícias regionais.

A estratégia dos criminosos prioriza quantidade, não tempo de visita. Atacar centenas de sites pequenos rende mais do que focar em poucos sites grandes. Mesmo páginas com pouco movimento geram lucro quando somadas.

“Comprometer muitos domínios pequenos, mesmo com poucas visitas, ainda gera rentabilidade. Em grande parte dos casos, essas páginas foram afetadas por falhas comuns, como CMS desatualizados, plugins inseguros, credenciais fracas ou ambientes de hospedagem compartilhada. Não se trata de uma ação intencional das instituições, mas de consequências de lacunas de segurança e falta de atualização”, explica Daniel Barbosa, pesquisador de segurança da ESET no Brasil.

CMS são plataformas como WordPress que facilitam criar sites sem programar.

Novas leis do BC não barram esse tipo de ataque

O Brasil aprovou regras mais duras para o mercado cripto em novembro de 2025. As resoluções 519, 520 e 521 do Banco Central expandiram o Marco Legal de Criptoativos. Agora exchanges precisam de licença, seguir regras contra lavagem de dinheiro e dar transparência em operações com stablecoins. Essas moedas digitais mantêm valor fixo ao copiar moedas tradicionais como real e dólar.

As normas começaram a valer em fevereiro deste ano. Mais exigências entram em vigor nos próximos meses.

Mas essas leis miram fraudes financeiras e proteção de investidores. Não alcançam ataques técnicos como o cryptojacking. Os criminosos exploram brechas em sites, não em exchanges ou carteiras digitais.

Para quem navega, o resultado é computador lerdo e conta de luz mais alta. Para donos de sites, a reputação vai pro ralo e a confiança despenca. Pior: um site comprometido pode virar porta de entrada para ataques maiores.

Defesas básicas bloqueiam a maioria dos ataques

Usuários comuns devem manter navegador e sistema sempre atualizados. Programas de segurança conseguem detectar mineradores em tempo real. Desconfie de sites cheios de propaganda piscando.

Empresas, escolas e redações precisam atualizar plataformas de site e complementos constantemente. Revisar códigos de terceiros virou obrigação. Senhas fortes não bastam mais — é preciso autenticação em duas etapas. Auditorias de segurança devem ser rotina, não exceção.

“A mineração maliciosa de criptomoedas deixou de ser uma ameaça isolada ou restrita a sites ilegais. Hoje, ela já atinge organizações legítimas em toda a América Latina, por meio de campanhas persistentes e silenciosas. Um cenário que reforça a importância de atenção constante e monitoramento contínuo”, conclui Barbosa.

O artigo Hackers usam 3.500 sites latinos para mineração cripto ilegal foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Computação quântica pode estar impactando a Bitcoin; entendaRiscos relacionados à computação quântica estão impactando a avaliação relativa do Bitcoin em comparação ao ouro, segundo o analista Willy Woo. A tendência de valorização do BTC frente ao metal precioso, que se manteve por 12 anos, foi rompida após a computação quântica entrar no radar do mercado. Segundo Woo, um computador quântico suficientemente avançado poderia, em tese, descobrir chaves privadas a partir de chaves públicas expostas. O ponto central é o possível reacesso a cerca de 4 milhões de BTC considerados “perdidos”, volume que superaria as compras institucionais dos últimos oito anos. O avanço da computação quântica tem gerado preocupação nos setores de tecnologia e finanças, já que, no futuro, inovações podem comprometer padrões atuais de criptografia. Embora essas capacidades não sejam vistas como iminentes, o risco de longo prazo levanta questionamentos sobre o modelo de segurança do Bitcoin e sobre como o mercado precifica essa incerteza. Tendência de valorização do BTC frente ao ouro é rompida após 12 anos Woo afirmou que o desempenho superior do Bitcoin em relação ao ouro nos últimos 12 anos foi interrompido, marcando uma mudança estrutural expressiva. Conforme Woo, o aumento na percepção do mercado sobre riscos quânticos contribuiu para essa alteração. “ Tendência de 12 anos rompida. O BTC deveria estar valendo MUITO MAIS em relação ao ouro. Deveria. MAS NÃO ESTÁ. A tendência de valorização foi rompida quando o QUÂNTICO entrou no radar”, disse Woo. Valorização do Bitcoin frente ao ouro rompe tendência de 12 anos com avanço da computação quântica. Fonte: X/Willy Woo A segurança do Bitcoin depende da criptografia de curva elíptica (ECDSA sobre secp256k1). Um computador quântico suficientemente avançado, executando o algoritmo de Shor, poderia, em tese, descobrir chaves privadas a partir de chaves públicas expostas e comprometer fundos vinculados a esses endereços on-chain. Computação quântica pode recolocar 4 milhões de BTC “perdidos” em circulação Essa tecnologia ainda não é capaz de quebrar a criptografia do Bitcoin. Mesmo assim, um ponto central, segundo Woo, é o possível reacesso a cerca de 4 milhões de BTC “perdidos”. Caso avanços quânticos permitissem a recuperação dessas moedas, elas poderiam voltar à circulação, elevando a oferta. Para ilustrar o impacto, Woo explicou que empresas que seguiram a estratégia da Strategy em 2020 e ETFs de Bitcoin à vista acumularam aproximadamente 2,8 milhões de BTC. O retorno potencial de 4 milhões de BTC perdidos superaria esse volume, equivalente a cerca de oito anos de compras institucionais no ritmo recente. “O mercado já começou a precificar o possível retorno dessas moedas perdidas com antecedência. Esse processo se encerra quando o risco Q-Day deixa de existir. Até lá, o BTCUSD precificará esse risco. O Q-Day está entre 5 e 15 anos… é muito tempo de negociação com essa dúvida pairando”, ressaltou. Woo reconheceu que o Bitcoin provavelmente adotará assinaturas resistentes à computação quântica antes de que um ataque crível torne-se possível. No entanto, essa atualização na criptografia não resolveria automaticamente a situação dessas moedas atualmente inacessíveis. “Eu diria que há 75% de chance de que essas moedas perdidas não serão congeladas por um hard fork no protocolo”, afirmou o analista. “Infelizmente, os próximos 10 anos são os de maior demanda por BTC. É o fim do ciclo de endividamento global, quando investidores institucionais e governos buscam ativos reais, como o ouro, para se proteger da desalavancagem da dívida mundial. Por isso, o ouro dispara sem o BTC.” A análise de Woo não indica que ataques quânticos sejam iminentes. Ele trata a computação quântica como uma variável de longo prazo que já influencia a avaliação relativa do Bitcoin, especialmente em comparação ao ouro. Enquanto isso, Charles Edwards, fundador da Capriole Investments, apresentou uma visão complementar sobre o impacto do risco quântico no comportamento do mercado. Para Edwards, as preocupações em relação à ameaça quântica provavelmente foram decisivas para a queda do preço do Bitcoin. Google interest in "Quantum Computing Bitcoin" peaked when Bitcoin peaked. Evaluation of the risk was at a maxima when price was, resulting in derisking, a leading indicator to price falling. The Quantum threat drove Bitcoin down. The floor interest in quantum risk to Bitcoin is… pic.twitter.com/a7m3Ucq7wr — Charles Edwards (@caprioleio) February 15, 2026 O risco quântico também influencia decisões em carteiras reais. O estrategista Christopher Wood, do Jefferies, reduziu uma alocação de 10% em Bitcoin em benefício de ouro e ações de mineração, citando preocupações sobre computação quântica. Isso indica que investidores institucionais já veem a computação quântica como risco expressivo, e não distante. O artigo Computação quântica pode estar impactando a Bitcoin; entenda foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Computação quântica pode estar impactando a Bitcoin; entenda

Riscos relacionados à computação quântica estão impactando a avaliação relativa do Bitcoin em comparação ao ouro, segundo o analista Willy Woo. A tendência de valorização do BTC frente ao metal precioso, que se manteve por 12 anos, foi rompida após a computação quântica entrar no radar do mercado.

Segundo Woo, um computador quântico suficientemente avançado poderia, em tese, descobrir chaves privadas a partir de chaves públicas expostas. O ponto central é o possível reacesso a cerca de 4 milhões de BTC considerados “perdidos”, volume que superaria as compras institucionais dos últimos oito anos.

O avanço da computação quântica tem gerado preocupação nos setores de tecnologia e finanças, já que, no futuro, inovações podem comprometer padrões atuais de criptografia. Embora essas capacidades não sejam vistas como iminentes, o risco de longo prazo levanta questionamentos sobre o modelo de segurança do Bitcoin e sobre como o mercado precifica essa incerteza.

Tendência de valorização do BTC frente ao ouro é rompida após 12 anos

Woo afirmou que o desempenho superior do Bitcoin em relação ao ouro nos últimos 12 anos foi interrompido, marcando uma mudança estrutural expressiva. Conforme Woo, o aumento na percepção do mercado sobre riscos quânticos contribuiu para essa alteração.

“ Tendência de 12 anos rompida. O BTC deveria estar valendo MUITO MAIS em relação ao ouro. Deveria. MAS NÃO ESTÁ. A tendência de valorização foi rompida quando o QUÂNTICO entrou no radar”, disse Woo.

Valorização do Bitcoin frente ao ouro rompe tendência de 12 anos com avanço da computação quântica. Fonte: X/Willy Woo

A segurança do Bitcoin depende da criptografia de curva elíptica (ECDSA sobre secp256k1). Um computador quântico suficientemente avançado, executando o algoritmo de Shor, poderia, em tese, descobrir chaves privadas a partir de chaves públicas expostas e comprometer fundos vinculados a esses endereços on-chain.

Computação quântica pode recolocar 4 milhões de BTC “perdidos” em circulação

Essa tecnologia ainda não é capaz de quebrar a criptografia do Bitcoin. Mesmo assim, um ponto central, segundo Woo, é o possível reacesso a cerca de 4 milhões de BTC “perdidos”. Caso avanços quânticos permitissem a recuperação dessas moedas, elas poderiam voltar à circulação, elevando a oferta.

Para ilustrar o impacto, Woo explicou que empresas que seguiram a estratégia da Strategy em 2020 e ETFs de Bitcoin à vista acumularam aproximadamente 2,8 milhões de BTC. O retorno potencial de 4 milhões de BTC perdidos superaria esse volume, equivalente a cerca de oito anos de compras institucionais no ritmo recente.

“O mercado já começou a precificar o possível retorno dessas moedas perdidas com antecedência. Esse processo se encerra quando o risco Q-Day deixa de existir. Até lá, o BTCUSD precificará esse risco. O Q-Day está entre 5 e 15 anos… é muito tempo de negociação com essa dúvida pairando”, ressaltou.

Woo reconheceu que o Bitcoin provavelmente adotará assinaturas resistentes à computação quântica antes de que um ataque crível torne-se possível. No entanto, essa atualização na criptografia não resolveria automaticamente a situação dessas moedas atualmente inacessíveis.

“Eu diria que há 75% de chance de que essas moedas perdidas não serão congeladas por um hard fork no protocolo”, afirmou o analista. “Infelizmente, os próximos 10 anos são os de maior demanda por BTC. É o fim do ciclo de endividamento global, quando investidores institucionais e governos buscam ativos reais, como o ouro, para se proteger da desalavancagem da dívida mundial. Por isso, o ouro dispara sem o BTC.”

A análise de Woo não indica que ataques quânticos sejam iminentes. Ele trata a computação quântica como uma variável de longo prazo que já influencia a avaliação relativa do Bitcoin, especialmente em comparação ao ouro.

Enquanto isso, Charles Edwards, fundador da Capriole Investments, apresentou uma visão complementar sobre o impacto do risco quântico no comportamento do mercado. Para Edwards, as preocupações em relação à ameaça quântica provavelmente foram decisivas para a queda do preço do Bitcoin.

Google interest in "Quantum Computing Bitcoin" peaked when Bitcoin peaked. Evaluation of the risk was at a maxima when price was, resulting in derisking, a leading indicator to price falling. The Quantum threat drove Bitcoin down. The floor interest in quantum risk to Bitcoin is… pic.twitter.com/a7m3Ucq7wr

— Charles Edwards (@caprioleio) February 15, 2026

O risco quântico também influencia decisões em carteiras reais. O estrategista Christopher Wood, do Jefferies, reduziu uma alocação de 10% em Bitcoin em benefício de ouro e ações de mineração, citando preocupações sobre computação quântica. Isso indica que investidores institucionais já veem a computação quântica como risco expressivo, e não distante.

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Alta no preço do Bitcoin (BTC) impulsiona lucro em 90%A recente recuperação do BTC pode estar ocultando um sinal preocupante. O preço do Bitcoin subiu quase 9% entre 12 e 15 de fevereiro, criando a impressão de que o pior da correção havia passado. No entanto, o avanço já dá sinais de enfraquecimento. Agora, dados de alavancagem, indicadores de momentum e tendências de lucro on-chain sugerem que esse movimento pode ter ampliado o risco de queda, em vez de encerrá-lo. Alta de 9% do Bitcoin atraiu quase US$ 2 bilhões em apostas de alta Entre os dias 12 e 15 de fevereiro, o Bitcoin registrou uma alta em torno de 9%. Paralelamente, traders de futuros aumentaram de forma agressiva suas apostas em novos avanços. O open interest total, voltado para o volume agregado de contratos futuros abertos, subiu de US$ 19,59 bilhões para US$ 21,47 bilhões — um acréscimo de aproximadamente US$ 1,88 bilhão, ou cerca de 9,6%, entre 13 e 15 de fevereiro. Esse aumento não ocorreu isoladamente. As taxas de financiamento também atingiram patamares expressivos, chegando a +0,34%. O funding rate representa a taxa paga entre traders comprados e vendidos. Quando está positivo, quem mantém posições compradas paga aos que apostam na queda. Isso indica que a maior parte dos investidores de BTC apostavam em elevação dos preços. Aumento da alavancagem do BTC: Santiment O avanço do open interest, somado às taxas de financiamento positivas, confirmava que o mercado apostava em uma recuperação mais robusta. No entanto, a estrutura gráfica mais ampla revela um ponto crítico. Todo esse movimento de recuperação ocorreu dentro de um padrão conhecido como bear flag. A formação do bear flag acontece quando o preço avança lentamente após uma queda acentuada, mas permanece restrito a uma estrutura de continuação baixista. Frequentemente, atua como uma pausa antes de uma nova onda de desvalorização. Reação do BTC dentro de padrão baixista: TradingView A recente rejeição próxima ao topo local e o recuo atual indicam que o Bitcoin segue negociado dentro desse padrão de baixa. O preço já se encaminha para o limite inferior desse canal. Se esse suporte for rompido, a próxima etapa da previsão de queda do Bitcoin pode ser iniciada. Divergência oculta de baixa e alta de 90% nos lucros indicam retorno dos vendedores Indicadores de momentum agora começam a confirmar essa fraqueza crescente. No gráfico de 12 horas, o Bitcoin apresentou uma divergência baixista oculta entre 6 e 15 de fevereiro. Nesse intervalo, o preço formou um topo inferior, mostrando uma recuperação menor que o pico anterior. Entretanto, o Índice de Força Relativa (RSI) desenhou um topo mais alto. O RSI mede a intensidade do volume comprador e vendedor. Divergência oculta do RSI: TradingView Essa configuração é chamada de divergência baixista oculta. Normalmente ocorre quando o momentum comprador cresce momentaneamente, mas a tendência continua fraca. Indica que vendedores recuperam gradualmente a força. Pouco após esse sinal, o recuo do Bitcoin teve início. Ao mesmo tempo, o dado de lucros on-chain saltou consideravelmente, servindo como outro alerta. O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) do Bitcoin foi de 0,11 em 5 de fevereiro para 0,21 em 14 de fevereiro, um avanço de cerca de 90%. Permanece perto desse patamar, no momento desta reportagem. O NUPL avalia o lucro não realizado médio entre todos os investidores de Bitcoin. Revela quanto lucro está represado em carteira. Quando há alta expressiva do NUPL, significa que muitos investidores passam a estar novamente no lucro, mesmo que de maneira limitada. Isso eleva o risco de realização. Aumento dos lucros: Glassnode A última vez que o NUPL atingiu níveis similares foi em 4 de fevereiro. Na ocasião, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 73.000. Em poucas horas, a cotação caiu para cerca de US$ 62.800 — uma desvalorização de quase 14%. Agora, a mesma configuração de lucros volta a se apresentar. Isso cria uma situação delicada. Investidores com ganhos recentes podem optar pela venda diante de qualquer queda nos preços, ampliando a pressão vendedora e potencializando a correção. O cenário se alinha à divergência baixista oculta identificada no gráfico. Em conjunto, esses sinais apontam que o recente avanço pode ter dado mais força às vendedoras, ao invés de eliminá-las do mercado. Principais níveis de preço do Bitcoin indicam risco de queda para US$ 58.800 O Bitcoin está se aproximando da zona de suporte mais relevante em sua estrutura atual. O primeiro nível crítico é US$ 66.270. Esse patamar aparece próximo ao limite inferior do padrão de bandeira de baixa. Se o Bitcoin perder essa faixa de Fibonacci, o padrão de continuidade de baixa será ativado. O próximo alvo para baixo está em US$ 58.880 (zona dos US$ 58 mil). Esse ponto corresponde ao nível de retração de 0,618 de Fibonacci (uma região com suporte importante) e representa uma queda de aproximadamente 14% em relação aos valores atuais. Análise de preço do Bitcoin: TradingView Se a pressão vendedora se intensificar, o Bitcoin pode cair para a região dos US$ 55.620, alinhada à projeção mais profunda da bandeira de baixa. Para o movimento de alta, o Bitcoin precisa retomar US$ 70.840 para buscar estabilidade no curto prazo. Um rompimento consistente acima de US$ 79.290 invalidaria totalmente a estrutura de baixa, indicando retomada do controle pelos compradores. Até lá, o risco segue direcionado à queda. O repique recente melhorou o sentimento temporariamente. No entanto, o aumento da alavancagem, a divergência oculta de baixa e um salto de 90% nos lucros não realizados sugerem que a recuperação da cotação do Bitcoin pode ter criado espaço para uma nova correção. O artigo Alta no preço do Bitcoin (BTC) impulsiona lucro em 90% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Alta no preço do Bitcoin (BTC) impulsiona lucro em 90%

A recente recuperação do BTC pode estar ocultando um sinal preocupante. O preço do Bitcoin subiu quase 9% entre 12 e 15 de fevereiro, criando a impressão de que o pior da correção havia passado.

No entanto, o avanço já dá sinais de enfraquecimento. Agora, dados de alavancagem, indicadores de momentum e tendências de lucro on-chain sugerem que esse movimento pode ter ampliado o risco de queda, em vez de encerrá-lo.

Alta de 9% do Bitcoin atraiu quase US$ 2 bilhões em apostas de alta

Entre os dias 12 e 15 de fevereiro, o Bitcoin registrou uma alta em torno de 9%. Paralelamente, traders de futuros aumentaram de forma agressiva suas apostas em novos avanços. O open interest total, voltado para o volume agregado de contratos futuros abertos, subiu de US$ 19,59 bilhões para US$ 21,47 bilhões — um acréscimo de aproximadamente US$ 1,88 bilhão, ou cerca de 9,6%, entre 13 e 15 de fevereiro.

Esse aumento não ocorreu isoladamente. As taxas de financiamento também atingiram patamares expressivos, chegando a +0,34%. O funding rate representa a taxa paga entre traders comprados e vendidos. Quando está positivo, quem mantém posições compradas paga aos que apostam na queda. Isso indica que a maior parte dos investidores de BTC apostavam em elevação dos preços.

Aumento da alavancagem do BTC: Santiment

O avanço do open interest, somado às taxas de financiamento positivas, confirmava que o mercado apostava em uma recuperação mais robusta. No entanto, a estrutura gráfica mais ampla revela um ponto crítico.

Todo esse movimento de recuperação ocorreu dentro de um padrão conhecido como bear flag. A formação do bear flag acontece quando o preço avança lentamente após uma queda acentuada, mas permanece restrito a uma estrutura de continuação baixista. Frequentemente, atua como uma pausa antes de uma nova onda de desvalorização.

Reação do BTC dentro de padrão baixista: TradingView

A recente rejeição próxima ao topo local e o recuo atual indicam que o Bitcoin segue negociado dentro desse padrão de baixa. O preço já se encaminha para o limite inferior desse canal. Se esse suporte for rompido, a próxima etapa da previsão de queda do Bitcoin pode ser iniciada.

Divergência oculta de baixa e alta de 90% nos lucros indicam retorno dos vendedores

Indicadores de momentum agora começam a confirmar essa fraqueza crescente. No gráfico de 12 horas, o Bitcoin apresentou uma divergência baixista oculta entre 6 e 15 de fevereiro.

Nesse intervalo, o preço formou um topo inferior, mostrando uma recuperação menor que o pico anterior. Entretanto, o Índice de Força Relativa (RSI) desenhou um topo mais alto. O RSI mede a intensidade do volume comprador e vendedor.

Divergência oculta do RSI: TradingView

Essa configuração é chamada de divergência baixista oculta. Normalmente ocorre quando o momentum comprador cresce momentaneamente, mas a tendência continua fraca. Indica que vendedores recuperam gradualmente a força. Pouco após esse sinal, o recuo do Bitcoin teve início.

Ao mesmo tempo, o dado de lucros on-chain saltou consideravelmente, servindo como outro alerta. O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) do Bitcoin foi de 0,11 em 5 de fevereiro para 0,21 em 14 de fevereiro, um avanço de cerca de 90%. Permanece perto desse patamar, no momento desta reportagem.

O NUPL avalia o lucro não realizado médio entre todos os investidores de Bitcoin. Revela quanto lucro está represado em carteira. Quando há alta expressiva do NUPL, significa que muitos investidores passam a estar novamente no lucro, mesmo que de maneira limitada. Isso eleva o risco de realização.

Aumento dos lucros: Glassnode

A última vez que o NUPL atingiu níveis similares foi em 4 de fevereiro. Na ocasião, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 73.000. Em poucas horas, a cotação caiu para cerca de US$ 62.800 — uma desvalorização de quase 14%. Agora, a mesma configuração de lucros volta a se apresentar.

Isso cria uma situação delicada. Investidores com ganhos recentes podem optar pela venda diante de qualquer queda nos preços, ampliando a pressão vendedora e potencializando a correção. O cenário se alinha à divergência baixista oculta identificada no gráfico.

Em conjunto, esses sinais apontam que o recente avanço pode ter dado mais força às vendedoras, ao invés de eliminá-las do mercado.

Principais níveis de preço do Bitcoin indicam risco de queda para US$ 58.800

O Bitcoin está se aproximando da zona de suporte mais relevante em sua estrutura atual. O primeiro nível crítico é US$ 66.270. Esse patamar aparece próximo ao limite inferior do padrão de bandeira de baixa.

Se o Bitcoin perder essa faixa de Fibonacci, o padrão de continuidade de baixa será ativado. O próximo alvo para baixo está em US$ 58.880 (zona dos US$ 58 mil). Esse ponto corresponde ao nível de retração de 0,618 de Fibonacci (uma região com suporte importante) e representa uma queda de aproximadamente 14% em relação aos valores atuais.

Análise de preço do Bitcoin: TradingView

Se a pressão vendedora se intensificar, o Bitcoin pode cair para a região dos US$ 55.620, alinhada à projeção mais profunda da bandeira de baixa. Para o movimento de alta, o Bitcoin precisa retomar US$ 70.840 para buscar estabilidade no curto prazo.

Um rompimento consistente acima de US$ 79.290 invalidaria totalmente a estrutura de baixa, indicando retomada do controle pelos compradores. Até lá, o risco segue direcionado à queda. O repique recente melhorou o sentimento temporariamente. No entanto, o aumento da alavancagem, a divergência oculta de baixa e um salto de 90% nos lucros não realizados sugerem que a recuperação da cotação do Bitcoin pode ter criado espaço para uma nova correção.

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Dogecoin volta ao centro das atenções: mercado aposta em recuperação?Em meados de fevereiro, as discussões sobre Dogecoin (DOGE) se tornaram expressivamente mais ativas. Investidores de DOGE esperam uma forte recuperação da memecoin após uma queda superior a 75% em seu valor desde o ano passado. Diversos fatores impulsionaram essa nova onda de otimismo. A principal dúvida permanece se esses elementos serão suficientemente sólidos para sustentar uma retomada prolongada nos preços. Influência de Elon Musk sobre DOGE volta a ganhar força Dados da LunarCrush, plataforma de inteligência social voltada a investidores de cripto, apontam que as menções à Dogecoin aumentaram 33,19% no último mês em relação ao mês anterior. Esse crescimento expressivo revela que o interesse da comunidade pela memecoin retornou de forma significativa. Menções à Dogecoin (DOGE). Fonte: LunarCrush A LunarCrush relata que os debates têm girado em torno da análise técnica da DOGE, da influência de Elon Musk sobre o token e da possível integração mais profunda da DOGE no ecossistema do X. Gráficos mostram que o interesse por temas relacionados à DOGE passou a crescer após 12 de fevereiro. Na mesma data, Elon Musk divulgou que o X Money iniciou testes internos com funcionários da empresa. A previsão é que o recurso chegue de forma restrita aos usuários nos próximos um a dois meses. Investidores de DOGE esperam que o X Money aceite DOGE para pagamentos. Essas expectativas derivam das declarações anteriores de Musk, que citou a DOGE como exemplo para micropagamentos. Em 14 de fevereiro, Nikita Bier, Head de Produto do X, anunciou que a plataforma permitirá em breve a negociação de criptomoedas diretamente nas timelines, por meio de “Smart Cashtags” clicáveis. “… O X estaria atualmente em testes internos para negociações de ações e cripto, alimentando especulações sobre integração de Dogecoin e US$ XRP. Analistas sugerem que Dogecoin pode alcançar US$ 1 ou US$ 2 rapidamente, com postagens recentes destacando possíveis altas de preço e a influência de Elon Musk.” relatou a LunarCrush. Preço se recupera Embora esses argumentos ainda sejam especulativos e não contem com confirmação oficial, o preço da DOGE se recuperou após essas novidades. Desempenho do preço da DOGE. Fonte: TradingView Dados do TradingView apontam que a DOGE subiu de US$ 0,09 para acima de US$ 0,11 antes de recuar para cerca de US$ 0,10. O analista Daan Crypto Trades prevê que a DOGE pode recuperar a faixa entre US$ 0,16 e US$ 0,17 no curto prazo. Esse patamar coincide com a média móvel de 200 dias (MA200). $DOGE Decent price action here over the past few days after the big $0.08 test last week. Currently seeing this $0.08-$0.13 area as a large range. Anything above that point would make me confident in a further move towards the Daily 200MA/EMA. Currently near the middle so hard… pic.twitter.com/cTcso6mUP5 — Daan Crypto Trades (@DaanCrypto) February 15, 2026 A recuperação recente reforçou o sentimento otimista no curto prazo. No entanto, pontos estruturais apontam incertezas para o cenário de longo prazo. Dados de ETFs recentes evidenciam fraqueza contínua na demanda institucional. O DOGE Spot ETF não registrou entradas líquidas desde o início de fevereiro. Essa estagnação reflete o interesse restrito dos investidores institucionais. Fluxo líquido total do DOGE Spot ETF. Fonte: SoSoValue. Desde o lançamento dos ETFs de DOGE nos Estados Unidos, o patrimônio líquido total nesses fundos atingiu apenas US$ 8,69 milhões. Esse montante ainda é pequeno em comparação com os principais ETFs de cripto. O modelo de oferta ilimitada da Dogecoin representa outro desafio estrutural. A rede emite cerca de 5 bilhões de novos DOGE por ano. Essa emissão contínua suscita questionamentos quanto à preservação do valor ao longo do tempo. O artigo Dogecoin volta ao centro das atenções: mercado aposta em recuperação? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Dogecoin volta ao centro das atenções: mercado aposta em recuperação?

Em meados de fevereiro, as discussões sobre Dogecoin (DOGE) se tornaram expressivamente mais ativas. Investidores de DOGE esperam uma forte recuperação da memecoin após uma queda superior a 75% em seu valor desde o ano passado.

Diversos fatores impulsionaram essa nova onda de otimismo. A principal dúvida permanece se esses elementos serão suficientemente sólidos para sustentar uma retomada prolongada nos preços.

Influência de Elon Musk sobre DOGE volta a ganhar força

Dados da LunarCrush, plataforma de inteligência social voltada a investidores de cripto, apontam que as menções à Dogecoin aumentaram 33,19% no último mês em relação ao mês anterior.

Esse crescimento expressivo revela que o interesse da comunidade pela memecoin retornou de forma significativa.

Menções à Dogecoin (DOGE). Fonte: LunarCrush

A LunarCrush relata que os debates têm girado em torno da análise técnica da DOGE, da influência de Elon Musk sobre o token e da possível integração mais profunda da DOGE no ecossistema do X.

Gráficos mostram que o interesse por temas relacionados à DOGE passou a crescer após 12 de fevereiro. Na mesma data, Elon Musk divulgou que o X Money iniciou testes internos com funcionários da empresa. A previsão é que o recurso chegue de forma restrita aos usuários nos próximos um a dois meses.

Investidores de DOGE esperam que o X Money aceite DOGE para pagamentos. Essas expectativas derivam das declarações anteriores de Musk, que citou a DOGE como exemplo para micropagamentos.

Em 14 de fevereiro, Nikita Bier, Head de Produto do X, anunciou que a plataforma permitirá em breve a negociação de criptomoedas diretamente nas timelines, por meio de “Smart Cashtags” clicáveis.

“… O X estaria atualmente em testes internos para negociações de ações e cripto, alimentando especulações sobre integração de Dogecoin e US$ XRP. Analistas sugerem que Dogecoin pode alcançar US$ 1 ou US$ 2 rapidamente, com postagens recentes destacando possíveis altas de preço e a influência de Elon Musk.” relatou a LunarCrush.

Preço se recupera

Embora esses argumentos ainda sejam especulativos e não contem com confirmação oficial, o preço da DOGE se recuperou após essas novidades.

Desempenho do preço da DOGE. Fonte: TradingView

Dados do TradingView apontam que a DOGE subiu de US$ 0,09 para acima de US$ 0,11 antes de recuar para cerca de US$ 0,10.

O analista Daan Crypto Trades prevê que a DOGE pode recuperar a faixa entre US$ 0,16 e US$ 0,17 no curto prazo. Esse patamar coincide com a média móvel de 200 dias (MA200).

$DOGE Decent price action here over the past few days after the big $0.08 test last week.

Currently seeing this $0.08-$0.13 area as a large range. Anything above that point would make me confident in a further move towards the Daily 200MA/EMA.

Currently near the middle so hard… pic.twitter.com/cTcso6mUP5

— Daan Crypto Trades (@DaanCrypto) February 15, 2026

A recuperação recente reforçou o sentimento otimista no curto prazo. No entanto, pontos estruturais apontam incertezas para o cenário de longo prazo.

Dados de ETFs recentes evidenciam fraqueza contínua na demanda institucional. O DOGE Spot ETF não registrou entradas líquidas desde o início de fevereiro. Essa estagnação reflete o interesse restrito dos investidores institucionais.

Fluxo líquido total do DOGE Spot ETF. Fonte: SoSoValue.

Desde o lançamento dos ETFs de DOGE nos Estados Unidos, o patrimônio líquido total nesses fundos atingiu apenas US$ 8,69 milhões. Esse montante ainda é pequeno em comparação com os principais ETFs de cripto.

O modelo de oferta ilimitada da Dogecoin representa outro desafio estrutural. A rede emite cerca de 5 bilhões de novos DOGE por ano. Essa emissão contínua suscita questionamentos quanto à preservação do valor ao longo do tempo.

O artigo Dogecoin volta ao centro das atenções: mercado aposta em recuperação? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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3 altcoins para ficar de olho nesta semana de CarnavalOs mercados de altcoins seguem altamente reativos à medida que fevereiro entra em sua terceira semana. Vários tokens importantes estão próximos a pontos críticos de inflexão técnica, com fatores externos que podem definir a próxima direção dos preços. Nesse cenário, o BeInCrypto analisou três altcoins que os investidores devem acompanhar: Arbitrum (ARB), negociada a US$ 0,11 e próxima da mínima histórica de US$ 0,094; Injective (INJ), com correlação de 98% com o Bitcoin e risco de queda até US$ 2,65; e Bitcoin Cash (BCH), que testa resistência em US$ 574 antes do evento Bitcoin Cash Toronto em 17 de fevereiro. Arbitrum (ARB) A ARB está cotada a US$ 0,1134 após uma queda contínua desde US$ 0,2261, mantendo uma clara estrutura de baixa caracterizada por topos descendentes e forte pressão vendedora. Os níveis de retração de Fibonacci indicam US$ 0,1255 (0,236) como resistência imediata, com US$ 0,1447 (0,382) atuando como próxima importante zona de oferta. O momentum permanece inclinado para baixo. O suporte de curto prazo está em US$ 0,1074, logo acima da mínima histórica da altcoin, em US$ 0,0944. Um fechamento diário abaixo de US$ 0,1074 pode indicar continuação do movimento até US$ 0,0944. Uma perda desse patamar abre espaço para descoberta de preços inéditos. O CMF em -0,04 indica saída de capital e ausência de acumulação relevante. Análise de preço da ARB. Fonte: TradingView Para que os compradores mudem a estrutura, a ARB precisa de um fechamento diário decisivo acima de US$ 0,1255 para retomar o controle de curto prazo. Entretanto, um rompimento confirmado acima de US$ 0,1447 apontaria para uma reversão de tendência mais ampla, mirando US$ 0,1758 (0,618). O cenário de baixa só se invalida com forte aceitação acima de US$ 0,1447; até lá, o risco de queda para US$ 0,0944 permanece. Injective (INJ) A INJ está cotada a US$ 3,134 após rejeição expressiva em US$ 5,924, mantendo uma estrutura baixista clara com topos descendentes e fortes sinais de venda. Os níveis de Fibonacci indicam resistência imediata em 0,382 (US$ 3,275) e oferta mais robusta em 0,618 (US$ 3,662). O preço segue limitado abaixo desses patamares, mantendo o viés de curto prazo negativo. No cenário de baixa, o suporte em 0,236 (US$ 3,036) é o principal ponto de atenção. Fechamento diário abaixo de US$ 3,036 tende a indicar continuidade até US$ 2,650. Se o momento vendedor aumentar, a projeção é de extensão até US$ 2,500. A correlação de 0,98 com o Bitcoin amplia o risco, sugerindo que a INJ deve espelhar novas quedas do Bitcoin. Análise de preço da INJ. Fonte: TradingView Para que os compradores retomem o controle, a cotação precisa reconquistar US$ 3,275 e consolidar acima desse patamar. Um fechamento diário acima de US$ 3,662 confirmaria uma mudança estrutural, abrindo espaço para alvos em US$ 3,937 e US$ 4,287. O cenário de baixa se invalida com fechamento forte acima de US$ 3,662; até lá, segue o viés de queda até US$ 2,650. Bitcoin Cash (BCH) Outra altcoin do radar em fevereiro é a BCH, negociada a US$ 558,3 após forte recuperação desde US$ 423,0, superando com sucesso a retração de 0,786 de Fibonacci em US$ 541,8. O preço agora testa a retração de 1,0 em US$ 574,1, que funciona como resistência imediata. A estrutura sugere recuperação após fase de distribuição, porém os compradores ainda precisam de confirmação para garantir reversão consistente de tendência. O nível de 0,786 em US$ 541,8 atua como suporte pivô de curto prazo. Um fechamento diário abaixo deste valor mantém viés negativo, abrindo espaço para US$ 516,4 (0,618) e, na sequência, US$ 480,7 (0,382). O MFI está em 57,12, sinalizando momentum construtivo, mas sem excessos. Caso os vendedores retomem o controle, US$ 458,7 (0,236) surge como próxima zona de interesse de liquidez para baixo. Análise de preço da BCH. Fonte: TradingView Para que haja continuidade de alta, o BCH precisa consolidar uma valorização diária acima de US$ 574,1. Um rompimento confirmado abre caminho para alvos de extensão em US$ 609,8 (1,236), US$ 631,8 (1,382) e US$ 649,6 (1,5). O cenário otimista é descartado caso aconteça um fechamento decisivo abaixo de US$ 516,4. O encontro do Bitcoin Cash Toronto, em 17 de fevereiro, discutirá a fundo a tecnologia do BCH e as principais melhorias com a atualização LAYLA prevista para maio. O evento pode impulsionar uma recuperação. O artigo 3 altcoins para ficar de olho nesta semana de Carnaval foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

3 altcoins para ficar de olho nesta semana de Carnaval

Os mercados de altcoins seguem altamente reativos à medida que fevereiro entra em sua terceira semana. Vários tokens importantes estão próximos a pontos críticos de inflexão técnica, com fatores externos que podem definir a próxima direção dos preços.

Nesse cenário, o BeInCrypto analisou três altcoins que os investidores devem acompanhar: Arbitrum (ARB), negociada a US$ 0,11 e próxima da mínima histórica de US$ 0,094; Injective (INJ), com correlação de 98% com o Bitcoin e risco de queda até US$ 2,65; e Bitcoin Cash (BCH), que testa resistência em US$ 574 antes do evento Bitcoin Cash Toronto em 17 de fevereiro.

Arbitrum (ARB)

A ARB está cotada a US$ 0,1134 após uma queda contínua desde US$ 0,2261, mantendo uma clara estrutura de baixa caracterizada por topos descendentes e forte pressão vendedora. Os níveis de retração de Fibonacci indicam US$ 0,1255 (0,236) como resistência imediata, com US$ 0,1447 (0,382) atuando como próxima importante zona de oferta. O momentum permanece inclinado para baixo.

O suporte de curto prazo está em US$ 0,1074, logo acima da mínima histórica da altcoin, em US$ 0,0944. Um fechamento diário abaixo de US$ 0,1074 pode indicar continuação do movimento até US$ 0,0944. Uma perda desse patamar abre espaço para descoberta de preços inéditos. O CMF em -0,04 indica saída de capital e ausência de acumulação relevante.

Análise de preço da ARB. Fonte: TradingView

Para que os compradores mudem a estrutura, a ARB precisa de um fechamento diário decisivo acima de US$ 0,1255 para retomar o controle de curto prazo.

Entretanto, um rompimento confirmado acima de US$ 0,1447 apontaria para uma reversão de tendência mais ampla, mirando US$ 0,1758 (0,618). O cenário de baixa só se invalida com forte aceitação acima de US$ 0,1447; até lá, o risco de queda para US$ 0,0944 permanece.

Injective (INJ)

A INJ está cotada a US$ 3,134 após rejeição expressiva em US$ 5,924, mantendo uma estrutura baixista clara com topos descendentes e fortes sinais de venda. Os níveis de Fibonacci indicam resistência imediata em 0,382 (US$ 3,275) e oferta mais robusta em 0,618 (US$ 3,662). O preço segue limitado abaixo desses patamares, mantendo o viés de curto prazo negativo.

No cenário de baixa, o suporte em 0,236 (US$ 3,036) é o principal ponto de atenção. Fechamento diário abaixo de US$ 3,036 tende a indicar continuidade até US$ 2,650. Se o momento vendedor aumentar, a projeção é de extensão até US$ 2,500. A correlação de 0,98 com o Bitcoin amplia o risco, sugerindo que a INJ deve espelhar novas quedas do Bitcoin.

Análise de preço da INJ. Fonte: TradingView

Para que os compradores retomem o controle, a cotação precisa reconquistar US$ 3,275 e consolidar acima desse patamar. Um fechamento diário acima de US$ 3,662 confirmaria uma mudança estrutural, abrindo espaço para alvos em US$ 3,937 e US$ 4,287. O cenário de baixa se invalida com fechamento forte acima de US$ 3,662; até lá, segue o viés de queda até US$ 2,650.

Bitcoin Cash (BCH)

Outra altcoin do radar em fevereiro é a BCH, negociada a US$ 558,3 após forte recuperação desde US$ 423,0, superando com sucesso a retração de 0,786 de Fibonacci em US$ 541,8. O preço agora testa a retração de 1,0 em US$ 574,1, que funciona como resistência imediata. A estrutura sugere recuperação após fase de distribuição, porém os compradores ainda precisam de confirmação para garantir reversão consistente de tendência.

O nível de 0,786 em US$ 541,8 atua como suporte pivô de curto prazo. Um fechamento diário abaixo deste valor mantém viés negativo, abrindo espaço para US$ 516,4 (0,618) e, na sequência, US$ 480,7 (0,382). O MFI está em 57,12, sinalizando momentum construtivo, mas sem excessos. Caso os vendedores retomem o controle, US$ 458,7 (0,236) surge como próxima zona de interesse de liquidez para baixo.

Análise de preço da BCH. Fonte: TradingView

Para que haja continuidade de alta, o BCH precisa consolidar uma valorização diária acima de US$ 574,1. Um rompimento confirmado abre caminho para alvos de extensão em US$ 609,8 (1,236), US$ 631,8 (1,382) e US$ 649,6 (1,5). O cenário otimista é descartado caso aconteça um fechamento decisivo abaixo de US$ 516,4. O encontro do Bitcoin Cash Toronto, em 17 de fevereiro, discutirá a fundo a tecnologia do BCH e as principais melhorias com a atualização LAYLA prevista para maio. O evento pode impulsionar uma recuperação.

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Coinbase enfrenta acusações de “rug pull” após Super Bowl; entendaA Coinbase enfrenta críticas de usuários após muitos participantes do concurso de previsões “Big Game Challenge” do Super Bowl relatarem atrasos ou ausência de pagamentos, mesmo após serem considerados aptos a receber parte do prêmio em Bitcoin divulgado. As reclamações da comunidade e problemas técnicos evidenciam as dificuldades enfrentadas pelos mercados de previsões, que crescem em popularidade enquanto lidam com desafios regulatórios, operacionais e de infraestrutura. Usuários relatam prêmios que apareceram e sumiram das contas No Reddit e em outros fóruns, usuários relataram experiências confusas e frustrantes com o processo de pagamento. Segundo relatos, alguns acertaram previsões no Big Game mas “continuam sem receber”. Yeah I also never got my Super Bowl bitcoin pot money because I won 5 predictions $coin @coinbase @CoinbaseAssets — Mitch 🇺🇸🎙️ (@MitchOnX) February 12, 2026 Outros apontaram que os ganhos apareceram brevemente no saldo de contas antes de sumirem sem explicação, ou então os valores foram registrados em dólar, mas sem possibilidade de transferência ou acesso. Entre as insatisfações, alguns classificaram a situação como um “rug pull”, alegando que o aplicativo da Coinbase inicialmente confirmou a vitória após cinco palpites corretos — limiar para elegibilidade —, mas um e-mail posterior indicou que, na verdade, não foram premiados. “ De acordo com o app da Coinbase, eu tinha vencido o Big Game Predictions com 5 palpites certos, apostando US$ 5 em cada previsão. O aplicativo orientou a aguardar o pagamento. Porém, recebi um e-mail da Coinbase dizendo que não ganhei. Mais alguém acha que isso se parece com um rug pull ou algum tipo de golpe?”, diziam os posts. Em algumas conversas, equipes de suporte indicaram que as premiações estão retidas até a liquidação de todos os mercados de previsão e inscrições por correio, em conformidade com as regras oficiais do concurso. Coinbase promete pagamento até 23 de fevereiro A Coinbase já informou que os vencedores receberão as recompensas em Bitcoin diretamente na conta até 23 de fevereiro de 2026. No entanto, a falta de transparência e as mudanças de contas têm gerado insatisfação entre usuários que buscam confirmar o status da liquidação. “Nós compreendemos totalmente a importância disso para você. Os vencedores verificados receberão o prêmio diretamente na conta Coinbase. O valor do prêmio será uma fração de US$ 1 milhão em Bitcoin, dividido igualmente entre todos os premiados. Esperamos que a distribuição ocorra até 23 de fevereiro de 2026”, explicou a Coinbase na X. Parceira Kalshi também enfrentou problemas de infraestrutura Essas reclamações surgem no momento em que os mercados de previsões ligados à cripto também enfrentam dificuldades. A parceira Kalshi, responsável pela infraestrutura dos contratos de eventos da Coinbase, enfrentou atrasos em depósitos e transações durante o Super Bowl devido ao tráfego elevado. “A Kalshi faz todos esses anúncios para o aplicativo, mas não deixa você depositar no dia do Super Bowl, típico”, lamentou um usuário. A brasileira cofundadora da Kalshi, Luana Lopes Lara, reconheceu a lentidão, mas garantiu aos usuários que os valores estavam “seguros e a caminho”. "Some deposits are delayed because of the amount of traffic and deposits we're getting," Kalshi cofounder Luana Lopes Lara wrote on X on Sunday evening. "Your money is safe and on the way, it will just take longer to land." https://t.co/8sZcCzXkdq — Business Insider (@BusinessInsider) February 9, 2026 Esses desafios operacionais mostram que a infraestrutura criada para negociações diárias pode não suportar picos de demanda em grandes eventos. Pressão técnica semelhante foi observada em outras plataformas do setor durante o campeonato, indicando desafios sistêmicos de escalabilidade em sistemas que oferecem contratos de eventos durante alta demanda. A repercussão negativa para a Coinbase ocorre em meio a um cenário regulatório e jurídico mais amplo. Órgãos de fiscalização, como o Nevada Gaming Control Board, entraram com ação judicial para impedir os mercados de previsão da Coinbase. Segundo reguladores, eles configuram apostas esportivas sem licença. Esses processos aumentam a incerteza sobre a situação regulatória dos contratos de eventos, dificultando a expansão e afetando a experiência dos usuários. Enquanto isso, vozes da própria comunidade cripto defendem que os mercados de previsão avancem além das apostas especulativas de curto prazo. Líderes como o cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, já alertaram que a dependência excessiva de contratos especulativos pode resultar em produtos com utilidade limitada, recomendando foco em ferramentas de proteção e gestão de riscos. Recently I have been starting to worry about the state of prediction markets, in their current form. They have achieved a certain level of success: market volume is high enough to make meaningful bets and have a full-time job as a trader, and they often prove useful as a… — vitalik.eth (@VitalikButerin) February 14, 2026 A recente onda de críticas à Coinbase evidencia lacunas operacionais e de comunicação que podem surgir diante de uma rápida ampliação de produtos. O artigo Coinbase enfrenta acusações de “rug pull” após Super Bowl; entenda foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Coinbase enfrenta acusações de “rug pull” após Super Bowl; entenda

A Coinbase enfrenta críticas de usuários após muitos participantes do concurso de previsões “Big Game Challenge” do Super Bowl relatarem atrasos ou ausência de pagamentos, mesmo após serem considerados aptos a receber parte do prêmio em Bitcoin divulgado.

As reclamações da comunidade e problemas técnicos evidenciam as dificuldades enfrentadas pelos mercados de previsões, que crescem em popularidade enquanto lidam com desafios regulatórios, operacionais e de infraestrutura.

Usuários relatam prêmios que apareceram e sumiram das contas

No Reddit e em outros fóruns, usuários relataram experiências confusas e frustrantes com o processo de pagamento. Segundo relatos, alguns acertaram previsões no Big Game mas “continuam sem receber”.

Yeah I also never got my Super Bowl bitcoin pot money because I won 5 predictions $coin @coinbase @CoinbaseAssets

— Mitch 🇺🇸🎙️ (@MitchOnX) February 12, 2026

Outros apontaram que os ganhos apareceram brevemente no saldo de contas antes de sumirem sem explicação, ou então os valores foram registrados em dólar, mas sem possibilidade de transferência ou acesso.

Entre as insatisfações, alguns classificaram a situação como um “rug pull”, alegando que o aplicativo da Coinbase inicialmente confirmou a vitória após cinco palpites corretos — limiar para elegibilidade —, mas um e-mail posterior indicou que, na verdade, não foram premiados.

“ De acordo com o app da Coinbase, eu tinha vencido o Big Game Predictions com 5 palpites certos, apostando US$ 5 em cada previsão. O aplicativo orientou a aguardar o pagamento. Porém, recebi um e-mail da Coinbase dizendo que não ganhei. Mais alguém acha que isso se parece com um rug pull ou algum tipo de golpe?”, diziam os posts.

Em algumas conversas, equipes de suporte indicaram que as premiações estão retidas até a liquidação de todos os mercados de previsão e inscrições por correio, em conformidade com as regras oficiais do concurso.

Coinbase promete pagamento até 23 de fevereiro

A Coinbase já informou que os vencedores receberão as recompensas em Bitcoin diretamente na conta até 23 de fevereiro de 2026.

No entanto, a falta de transparência e as mudanças de contas têm gerado insatisfação entre usuários que buscam confirmar o status da liquidação.

“Nós compreendemos totalmente a importância disso para você. Os vencedores verificados receberão o prêmio diretamente na conta Coinbase. O valor do prêmio será uma fração de US$ 1 milhão em Bitcoin, dividido igualmente entre todos os premiados. Esperamos que a distribuição ocorra até 23 de fevereiro de 2026”, explicou a Coinbase na X.

Parceira Kalshi também enfrentou problemas de infraestrutura

Essas reclamações surgem no momento em que os mercados de previsões ligados à cripto também enfrentam dificuldades. A parceira Kalshi, responsável pela infraestrutura dos contratos de eventos da Coinbase, enfrentou atrasos em depósitos e transações durante o Super Bowl devido ao tráfego elevado.

“A Kalshi faz todos esses anúncios para o aplicativo, mas não deixa você depositar no dia do Super Bowl, típico”, lamentou um usuário.

A brasileira cofundadora da Kalshi, Luana Lopes Lara, reconheceu a lentidão, mas garantiu aos usuários que os valores estavam “seguros e a caminho”.

"Some deposits are delayed because of the amount of traffic and deposits we're getting," Kalshi cofounder Luana Lopes Lara wrote on X on Sunday evening. "Your money is safe and on the way, it will just take longer to land." https://t.co/8sZcCzXkdq

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Esses desafios operacionais mostram que a infraestrutura criada para negociações diárias pode não suportar picos de demanda em grandes eventos.

Pressão técnica semelhante foi observada em outras plataformas do setor durante o campeonato, indicando desafios sistêmicos de escalabilidade em sistemas que oferecem contratos de eventos durante alta demanda.

A repercussão negativa para a Coinbase ocorre em meio a um cenário regulatório e jurídico mais amplo. Órgãos de fiscalização, como o Nevada Gaming Control Board, entraram com ação judicial para impedir os mercados de previsão da Coinbase. Segundo reguladores, eles configuram apostas esportivas sem licença.

Esses processos aumentam a incerteza sobre a situação regulatória dos contratos de eventos, dificultando a expansão e afetando a experiência dos usuários.

Enquanto isso, vozes da própria comunidade cripto defendem que os mercados de previsão avancem além das apostas especulativas de curto prazo.

Líderes como o cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, já alertaram que a dependência excessiva de contratos especulativos pode resultar em produtos com utilidade limitada, recomendando foco em ferramentas de proteção e gestão de riscos.

Recently I have been starting to worry about the state of prediction markets, in their current form. They have achieved a certain level of success: market volume is high enough to make meaningful bets and have a full-time job as a trader, and they often prove useful as a…

— vitalik.eth (@VitalikButerin) February 14, 2026

A recente onda de críticas à Coinbase evidencia lacunas operacionais e de comunicação que podem surgir diante de uma rápida ampliação de produtos.

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CZ revela bastidores do rompimento com FTX: “SBF falava mal de nós em Washington”O ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou detalhes sobre o rompimento com a FTX em participação no All-In Podcast. Segundo ele, a cooperação se transformou em rivalidade bem antes do colapso da exchange de Sam Bankman-Fried (SBF) em novembro de 2022. CZ afirmou que a Binance investiu 20% na FTX em 2019, quando a exchange ainda era uma plataforma emergente de derivativos. A relação se deteriorou rapidamente após relatos de que SBF estaria criticando a Binance para reguladores em Washington. A Binance vendeu sua participação em julho de 2021, cerca de 18 meses antes da falência da FTX. “ Acho que o conheci pela primeira vez em janeiro de 2019, durante uma das conferências organizadas pela Binance em Singapura. Penso que a FTX ainda não existia… Sam… comandava a Alameda”, disse CZ, lembrando que a Alameda era na época uma importante cliente da Binance, com relação inicialmente amistosa. Segundo CZ, a Alameda e os futuros membros da equipe da FTX abordaram a Binance com propostas de colaboração para uma plataforma de derivativos. Diversas ofertas foram apresentadas ao longo do tempo, incluindo um modelo de joint venture que beneficiaria a Binance. No fim de 2019, a Binance concordou em investir. “Investimos neles, apenas 20% de participação em algum momento, e então saímos um ano… depois… não permanecemos por muito tempo”, afirmou CZ. O acordo envolveu uma troca de tokens entre BNB e FTT, tornando a Binance uma acionista minoritária. CZ ressaltou que: Manteve-se como investidor passivo durante todo o período Optou por não solicitar demonstrações financeiras, pois ambas as empresas mantinham operações concorrentes em futuros. “Pela natureza competitiva dos negócios… nunca realmente… pedi demonstrações financeiras… Sou um investidor muito passivo. Quando invisto, não me envolvo na gestão do negócio deles”, ressaltou. Tensões entre Binance e FTX permanecem nos bastidores O ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou detalhes sobre o rompimento com a FTX em participação no All-In Podcast. Segundo ele, a cooperação se transformou em rivalidade bem antes do colapso da exchange de Sam Bankman-Fried (SBF) em novembro de 2022. CZ afirmou que a Binance investiu 20% na FTX em 2019, quando a exchange ainda era uma plataforma emergente de derivativos. A relação se deteriorou rapidamente após relatos de que SBF estaria criticando a Binance para reguladores em Washington. A Binance vendeu sua participação em julho de 2021, cerca de 18 meses antes da falência da FTX. “E quase imediatamente após fecharmos o acordo, amigos passaram a relatar… SBF falando mal de nós em Washington”, disse CZ. CZ também expressou desconforto com a política de contratação da FTX, acusando a companhia de recrutar funcionários da Binance com salários bem superiores. Supostamente, a FTX usava essas contratações para abordar clientes VIP da Binance com propostas concorrentes. Embora CZ tenha buscado manter um discurso de colaboração publicamente, participando inclusive de eventos junto à FTX, afirmou que a rivalidade já se intensificava nos bastidores. Por que a Binance saiu No início de 2021, a FTX captava recursos com valor de mercado chegando aos US$ 32 bilhões. CZ afirmou que a Binance tinha direito contratual de veto em rodadas futuras de investimento, mas optou por não utilizá-lo. “ Dissemos… por que não saímos, então?” recordou CZ, explicando que a Binance preferiu competir livremente, sem manter participação acionária em uma rival em rápida expansão. A saída foi concluída em julho de 2021, cerca de um ano e meio antes de a FTX colapsar, em novembro de 2022. “Isso ocorreu um ano e meio antes dos problemas… na época não sabíamos de nada”, afirmou, rebatendo a sugestão de que a Binance teria informações privilegiadas ao sair. “Isso é categoricamente falso.” Queda da FTX e suas consequências A FTX acabou entrando em colapso após revelações de que fundos de clientes foram usados para cobrir perdas da Alameda Research, o que gerou crise de liquidez e falência. A decisão da Binance, em novembro de 2022, de liquidar suas participações em FTT acelerou um movimento de saques em massa. No entanto, investigações e processos judiciais posteriores concluíram que a principal causa do colapso foi fraude interna e má gestão. CZ preferiu não se aprofundar sobre as disputas judiciais em andamento, como as iniciativas do espólio de falência da FTX para tentar recuperar valores da saída de 2021. Ainda assim, reiterou que a Binance não tinha acesso às finanças internas da FTX durante o período como acionista. O relato de CZ indica que a relação entre Binance e FTX não sofreu uma ruptura repentina, mas sim um desgaste gradual. Suas declarações sugerem uma trajetória marcada por colaboração inicial, disputa crescente e uma saída estratégica muito antes da crise que impactou o setor cripto. SBF não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da BeInCrypto sobre as declarações de CZ. O artigo CZ revela bastidores do rompimento com FTX: “SBF falava mal de nós em Washington” foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

CZ revela bastidores do rompimento com FTX: “SBF falava mal de nós em Washington”

O ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou detalhes sobre o rompimento com a FTX em participação no All-In Podcast. Segundo ele, a cooperação se transformou em rivalidade bem antes do colapso da exchange de Sam Bankman-Fried (SBF) em novembro de 2022.

CZ afirmou que a Binance investiu 20% na FTX em 2019, quando a exchange ainda era uma plataforma emergente de derivativos. A relação se deteriorou rapidamente após relatos de que SBF estaria criticando a Binance para reguladores em Washington. A Binance vendeu sua participação em julho de 2021, cerca de 18 meses antes da falência da FTX.

“ Acho que o conheci pela primeira vez em janeiro de 2019, durante uma das conferências organizadas pela Binance em Singapura. Penso que a FTX ainda não existia… Sam… comandava a Alameda”, disse CZ, lembrando que a Alameda era na época uma importante cliente da Binance, com relação inicialmente amistosa.

Segundo CZ, a Alameda e os futuros membros da equipe da FTX abordaram a Binance com propostas de colaboração para uma plataforma de derivativos. Diversas ofertas foram apresentadas ao longo do tempo, incluindo um modelo de joint venture que beneficiaria a Binance.

No fim de 2019, a Binance concordou em investir.

“Investimos neles, apenas 20% de participação em algum momento, e então saímos um ano… depois… não permanecemos por muito tempo”, afirmou CZ.

O acordo envolveu uma troca de tokens entre BNB e FTT, tornando a Binance uma acionista minoritária. CZ ressaltou que:

Manteve-se como investidor passivo durante todo o período

Optou por não solicitar demonstrações financeiras, pois ambas as empresas mantinham operações concorrentes em futuros.

“Pela natureza competitiva dos negócios… nunca realmente… pedi demonstrações financeiras… Sou um investidor muito passivo. Quando invisto, não me envolvo na gestão do negócio deles”, ressaltou.

Tensões entre Binance e FTX permanecem nos bastidores

O ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou detalhes sobre o rompimento com a FTX em participação no All-In Podcast. Segundo ele, a cooperação se transformou em rivalidade bem antes do colapso da exchange de Sam Bankman-Fried (SBF) em novembro de 2022.

CZ afirmou que a Binance investiu 20% na FTX em 2019, quando a exchange ainda era uma plataforma emergente de derivativos. A relação se deteriorou rapidamente após relatos de que SBF estaria criticando a Binance para reguladores em Washington. A Binance vendeu sua participação em julho de 2021, cerca de 18 meses antes da falência da FTX.

“E quase imediatamente após fecharmos o acordo, amigos passaram a relatar… SBF falando mal de nós em Washington”, disse CZ.

CZ também expressou desconforto com a política de contratação da FTX, acusando a companhia de recrutar funcionários da Binance com salários bem superiores. Supostamente, a FTX usava essas contratações para abordar clientes VIP da Binance com propostas concorrentes.

Embora CZ tenha buscado manter um discurso de colaboração publicamente, participando inclusive de eventos junto à FTX, afirmou que a rivalidade já se intensificava nos bastidores.

Por que a Binance saiu

No início de 2021, a FTX captava recursos com valor de mercado chegando aos US$ 32 bilhões. CZ afirmou que a Binance tinha direito contratual de veto em rodadas futuras de investimento, mas optou por não utilizá-lo.

“ Dissemos… por que não saímos, então?” recordou CZ, explicando que a Binance preferiu competir livremente, sem manter participação acionária em uma rival em rápida expansão.

A saída foi concluída em julho de 2021, cerca de um ano e meio antes de a FTX colapsar, em novembro de 2022.

“Isso ocorreu um ano e meio antes dos problemas… na época não sabíamos de nada”, afirmou, rebatendo a sugestão de que a Binance teria informações privilegiadas ao sair. “Isso é categoricamente falso.”

Queda da FTX e suas consequências

A FTX acabou entrando em colapso após revelações de que fundos de clientes foram usados para cobrir perdas da Alameda Research, o que gerou crise de liquidez e falência.

A decisão da Binance, em novembro de 2022, de liquidar suas participações em FTT acelerou um movimento de saques em massa. No entanto, investigações e processos judiciais posteriores concluíram que a principal causa do colapso foi fraude interna e má gestão.

CZ preferiu não se aprofundar sobre as disputas judiciais em andamento, como as iniciativas do espólio de falência da FTX para tentar recuperar valores da saída de 2021. Ainda assim, reiterou que a Binance não tinha acesso às finanças internas da FTX durante o período como acionista.

O relato de CZ indica que a relação entre Binance e FTX não sofreu uma ruptura repentina, mas sim um desgaste gradual. Suas declarações sugerem uma trajetória marcada por colaboração inicial, disputa crescente e uma saída estratégica muito antes da crise que impactou o setor cripto.

SBF não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da BeInCrypto sobre as declarações de CZ.

O artigo CZ revela bastidores do rompimento com FTX: “SBF falava mal de nós em Washington” foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Estrutura de preço da Polygon (POL) reflete configuração de alta de 90%O preço da Polygon apresenta novos sinais de recuperação após semanas de vendas constantes. Desde 11 de fevereiro, a POL acumula alta de quase 13% e, nas últimas 24 horas, avançou cerca de 5,4%, mantendo a maior parte do seu impulso de retorno na faixa de US$ 0,095. De início, a estrutura se assemelha ao padrão que impulsionou a valorização de 90% do Polygon no começo deste ano. A cotação se estabiliza, o momento é de melhora e compradores atuam próximos ao suporte. Entretanto, agora falta um elemento crucial. Na última alta, os vendedores foram completamente retirados do mercado. Desta vez, esse movimento ainda não ocorreu. Preço da POL repete antigo padrão de reversão, mas sem liquidação clara de vendedores Antes da alta registrada em janeiro, a Polygon formou um fundo bem definido. Entre dezembro e o início de janeiro, o preço do POL atingiu uma mínima acentuada em um único movimento. Vendedores capitularam e investidores de curto prazo saíram do mercado, o que permitiu a formação de uma base mais consistente para a entrada de novos compradores. Desta vez, a estrutura é diferente. Entre 31 de janeiro e 11 de fevereiro, a POL novamente atingiu uma baixa inferior próxima de US$ 0,087, enquanto o Índice de Força Relativa (RSI) registrou uma baixa superior. O RSI mede a intensidade das compras e vendas, e essa divergência costuma apontar enfraquecimento da força vendedora. Contudo, em vez de um único candle com movimento decisivo, a POL testou o mesmo suporte duas vezes. Configuração de Divergência: TradingView Duas velas distintas tocaram a zona dos US$ 0,087, criando, assim, uma “zona de baixa inferior” em vez de um fundo bem marcado. Isso faz diferença. Quando o mercado registra um único fundo agudo, geralmente indica que os vendedores desistiram, sinalizando exaustão. Já quando o preço volta repetidas vezes ao mesmo nível, demonstra a permanência de força vendedora. A oferta ainda não foi absorvida por completo. Portanto, embora o padrão técnico seja parecido, a psicologia de mercado é outra. O mercado está mais estável, mas não totalmente “limpo”. Essa limpeza incompleta de vendedores é a base da atual virada do cenário. Alavancagem contida e aumento nas posições vendidas indicam pressão de venda não resolvida Essa filtragem inacabada fica evidente nos dados de derivativos. Na alta de janeiro, o uso de alavancagem disparou precocemente. O open interest na Binance saltou de cerca de US$ 16,6 milhões para mais de US$ 40 milhões, com alta superior a 140% em poucos dias. Traders entraram rapidamente em posições compradas assim que o preço reagiu. Agora, esse movimento não se repetiu. Desde 11 de fevereiro, enquanto a POL subiu quase 13%, o open interest permanece próximo de US$ 18,8 milhões, sem forte incremento de alavancagem. Isso pode indicar baixo nível de confiança. Open Interest Estável: Santiment Mais relevante, as taxas de financiamento atualmente estão negativas, próximas de -0,012. Os financiamentos mostram qual lado domina nos mercados futuros. Taxas negativas indicam que vendidos pagam para manter suas posições a comprados, sinalizando aumento no posicionamento de baixa. Em janeiro, o funding era positivo, com traders apostando intensamente na alta. Agora, aumenta o interesse dos vendidos. Esse cenário está alinhado à estrutura de preço. Como os vendedores não foram totalmente removidos, há disposição para novas apostas contra o movimento de alta. Há percepção de que o risco de queda ainda não foi eliminado. Muitos, portanto, continuam de olho em possíveis recuos, o que enfraquece a convicção sobre uma reversão consistente. Taxa de Financiamento: Santiment Com isso, a alavancagem segue contida e o ritmo da alta, controlado. O movimento continua, mas enfrenta pressão constante. Acúmulo de baleias sustenta o preço, mas não força capitulação Enquanto parte dos traders mantém postura cautelosa, grandes investidores atuam de maneira distinta. Desde o início de fevereiro, as carteiras de baleias aumentaram de cerca de 7,5 bilhões para quase 8,75 bilhões de POL, um acréscimo próximo de 16%. Isso indica uma acumulação silenciosa por detentores de longo prazo. Esse fluxo comprador é o fator principal para a recorrente recuperação dos preços na região dos US$ 0,087. Baleias de POL: Santiment Mas a acumulação por baleias tem outro efeito. Ela absorve a oferta sem provocar pânico. Em vez de forçar a saída de investidores menos resistentes, as baleias estão adquirindo suas moedas de forma gradual. Isso estabiliza o valor, mas adia a capitulação. Vale destacar que durante a última alta no início de 2026, essas baleias de Polygon pouco aumentaram suas reservas. Assim, o mercado fica em um cenário intermediário: Vendedores ainda presentes (não foram eliminados) Compradores atuando Ninguém tem controle total sobre o preço da Polygon Por isso, a cotação sobe de forma gradual e não explosiva. Esse cenário pode limitar o potencial de valorização daqui para frente. Níveis de preço da Polygon serão decisivos para indicar se os vendedores serão eliminados Com a pressão vendedora ainda atuando, os níveis de preço passam a ser mais relevantes do que padrões gráficos. Pelo lado positivo, o nível chave é US$ 0,11. Um rompimento consistente acima de US$ 0,118 indicaria que os vendedores restantes estão sendo superados. A partir dos valores atuais, esse movimento representaria uma alta de 24%. Isso tende a atrair alavancagem e enfraquecer posições vendidas, finalizando de vez o ajuste. Acima desse patamar, as próximas metas passam a ser US$ 0,137 e US$ 0,186. Análise de preço da Polygon: TradingView No suporte, a faixa crítica está entre US$ 0,083 e US$ 0,087. Se a POL recuar abaixo dessa região, a estrutura de fundos ascendentes é anulada e uma nova configuração passa a se formar. Isso confirmaria que os vendedores mantêm o domínio e que o ajuste ainda não foi concluído. Nessa situação, a moeda pode cair de US$ 0,072 para US$ 0,061. O artigo Estrutura de preço da Polygon (POL) reflete configuração de alta de 90% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Estrutura de preço da Polygon (POL) reflete configuração de alta de 90%

O preço da Polygon apresenta novos sinais de recuperação após semanas de vendas constantes. Desde 11 de fevereiro, a POL acumula alta de quase 13% e, nas últimas 24 horas, avançou cerca de 5,4%, mantendo a maior parte do seu impulso de retorno na faixa de US$ 0,095.

De início, a estrutura se assemelha ao padrão que impulsionou a valorização de 90% do Polygon no começo deste ano. A cotação se estabiliza, o momento é de melhora e compradores atuam próximos ao suporte. Entretanto, agora falta um elemento crucial. Na última alta, os vendedores foram completamente retirados do mercado. Desta vez, esse movimento ainda não ocorreu.

Preço da POL repete antigo padrão de reversão, mas sem liquidação clara de vendedores

Antes da alta registrada em janeiro, a Polygon formou um fundo bem definido. Entre dezembro e o início de janeiro, o preço do POL atingiu uma mínima acentuada em um único movimento. Vendedores capitularam e investidores de curto prazo saíram do mercado, o que permitiu a formação de uma base mais consistente para a entrada de novos compradores.

Desta vez, a estrutura é diferente.

Entre 31 de janeiro e 11 de fevereiro, a POL novamente atingiu uma baixa inferior próxima de US$ 0,087, enquanto o Índice de Força Relativa (RSI) registrou uma baixa superior. O RSI mede a intensidade das compras e vendas, e essa divergência costuma apontar enfraquecimento da força vendedora. Contudo, em vez de um único candle com movimento decisivo, a POL testou o mesmo suporte duas vezes.

Configuração de Divergência: TradingView

Duas velas distintas tocaram a zona dos US$ 0,087, criando, assim, uma “zona de baixa inferior” em vez de um fundo bem marcado.

Isso faz diferença. Quando o mercado registra um único fundo agudo, geralmente indica que os vendedores desistiram, sinalizando exaustão. Já quando o preço volta repetidas vezes ao mesmo nível, demonstra a permanência de força vendedora. A oferta ainda não foi absorvida por completo. Portanto, embora o padrão técnico seja parecido, a psicologia de mercado é outra.

O mercado está mais estável, mas não totalmente “limpo”. Essa limpeza incompleta de vendedores é a base da atual virada do cenário.

Alavancagem contida e aumento nas posições vendidas indicam pressão de venda não resolvida

Essa filtragem inacabada fica evidente nos dados de derivativos. Na alta de janeiro, o uso de alavancagem disparou precocemente.

O open interest na Binance saltou de cerca de US$ 16,6 milhões para mais de US$ 40 milhões, com alta superior a 140% em poucos dias. Traders entraram rapidamente em posições compradas assim que o preço reagiu. Agora, esse movimento não se repetiu. Desde 11 de fevereiro, enquanto a POL subiu quase 13%, o open interest permanece próximo de US$ 18,8 milhões, sem forte incremento de alavancagem. Isso pode indicar baixo nível de confiança.

Open Interest Estável: Santiment

Mais relevante, as taxas de financiamento atualmente estão negativas, próximas de -0,012. Os financiamentos mostram qual lado domina nos mercados futuros. Taxas negativas indicam que vendidos pagam para manter suas posições a comprados, sinalizando aumento no posicionamento de baixa.

Em janeiro, o funding era positivo, com traders apostando intensamente na alta. Agora, aumenta o interesse dos vendidos.

Esse cenário está alinhado à estrutura de preço. Como os vendedores não foram totalmente removidos, há disposição para novas apostas contra o movimento de alta. Há percepção de que o risco de queda ainda não foi eliminado. Muitos, portanto, continuam de olho em possíveis recuos, o que enfraquece a convicção sobre uma reversão consistente.

Taxa de Financiamento: Santiment

Com isso, a alavancagem segue contida e o ritmo da alta, controlado. O movimento continua, mas enfrenta pressão constante.

Acúmulo de baleias sustenta o preço, mas não força capitulação

Enquanto parte dos traders mantém postura cautelosa, grandes investidores atuam de maneira distinta. Desde o início de fevereiro, as carteiras de baleias aumentaram de cerca de 7,5 bilhões para quase 8,75 bilhões de POL, um acréscimo próximo de 16%. Isso indica uma acumulação silenciosa por detentores de longo prazo.

Esse fluxo comprador é o fator principal para a recorrente recuperação dos preços na região dos US$ 0,087.

Baleias de POL: Santiment

Mas a acumulação por baleias tem outro efeito. Ela absorve a oferta sem provocar pânico. Em vez de forçar a saída de investidores menos resistentes, as baleias estão adquirindo suas moedas de forma gradual. Isso estabiliza o valor, mas adia a capitulação. Vale destacar que durante a última alta no início de 2026, essas baleias de Polygon pouco aumentaram suas reservas.

Assim, o mercado fica em um cenário intermediário:

Vendedores ainda presentes (não foram eliminados)

Compradores atuando

Ninguém tem controle total sobre o preço da Polygon

Por isso, a cotação sobe de forma gradual e não explosiva. Esse cenário pode limitar o potencial de valorização daqui para frente.

Níveis de preço da Polygon serão decisivos para indicar se os vendedores serão eliminados

Com a pressão vendedora ainda atuando, os níveis de preço passam a ser mais relevantes do que padrões gráficos. Pelo lado positivo, o nível chave é US$ 0,11.

Um rompimento consistente acima de US$ 0,118 indicaria que os vendedores restantes estão sendo superados. A partir dos valores atuais, esse movimento representaria uma alta de 24%. Isso tende a atrair alavancagem e enfraquecer posições vendidas, finalizando de vez o ajuste. Acima desse patamar, as próximas metas passam a ser US$ 0,137 e US$ 0,186.

Análise de preço da Polygon: TradingView

No suporte, a faixa crítica está entre US$ 0,083 e US$ 0,087. Se a POL recuar abaixo dessa região, a estrutura de fundos ascendentes é anulada e uma nova configuração passa a se formar. Isso confirmaria que os vendedores mantêm o domínio e que o ajuste ainda não foi concluído. Nessa situação, a moeda pode cair de US$ 0,072 para US$ 0,061.

O artigo Estrutura de preço da Polygon (POL) reflete configuração de alta de 90% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Empresa gigante do crédito de US$ 3 bilhões testa uso de Bitcoin em sistema de hipotecasUma gestora de crédito estruturado dos EUA está avançando sobre os limites da TradFi ao integrar cripto no financiamento do mundo real. A Newmarket Capital, responsável por quase US$ 3 bilhões em ativos, está inovando ao criar empréstimos híbridos com hipotecas e crédito comercial, usando o Bitcoin (BTC) juntamente com imóveis tradicionais como garantia. Sua afiliada, a Battery Finance, lidera o desenvolvimento de estruturas financeiras que utilizam ativos digitais para viabilizar crédito sem exigir a liquidação dos investimentos dos clientes. Bitcoin deve transformar hipotecas e empréstimos no mundo real A iniciativa é voltada a quem investe em criptoativos, especialmente Millennials e a Geração Z, oferecendo uma alternativa de financiamento que preserva o potencial de valorização dos investimentos e permite acesso ao crédito tradicional. Ao unir imóveis que geram renda com o Bitcoin, a empresa busca mitigar riscos de volatilidade e oferecer uma solução inovadora aos clientes. De acordo com Andrew Hohns, fundador e CEO da Newmarket Capital e da Battery Finance, o modelo utiliza imóveis comerciais de renda combinados com parte dos Bitcoins dos clientes como garantia adicional. O Bitcoin é avaliado como parte do pacote do empréstimo, conferindo ao credor um ativo líquido, fracionável e transparente — característica ausente nos imóveis por si só. “Estamos criando estruturas de crédito que geram renda, mas ao integrar certa quantidade de Bitcoin, esses empréstimos também participam da valorização ao longo do tempo, trazendo benefícios que modelos tradicionais não oferecem”, explicou Hohns em entrevista ao Coin Stories Podcast. Negociações iniciais mostram o conceito na prática: a Battery Finance refinanciou um imóvel multifamiliar de US$ 12,5 milhões, utilizando tanto o prédio quanto cerca de 20 BTC para compor a garantia híbrida. O cliente tem acesso a capital sem gerar eventos tributáveis de venda de cripto, enquanto o credor conquista uma proteção adicional contra perdas. Colateral de Bitcoin de nível institucional Diferente dos empréstimos lastreados somente em Bitcoin, que ainda são nichados e experimentais, o modelo da Newmarket já tem padrão institucional: Conta com análise completa de crédito Prioriza geração de renda, e Segue estrutura jurídica alinhada à regulação dos EUA. O Bitcoin, nessas operações, serve como garantia complementar, e não como meio de pagamento; os pagamentos de hipotecas e empréstimos permanecem em US$. “O Bitcoin adiciona flexibilidade e transparência ao crédito tradicional, mas a base ainda é o ativo gerador de renda”, afirmou Hohns. “É uma ponte entre a escassez digital e as estruturas convencionais de risco.” A estratégia segue uma tendência global de incorporar ativos do mundo real (RWA) ao universo digital. Em junho de 2025, agências federais como a FHFA sinalizaram que cripto poderia ser avaliada para concessão de hipotecas, After significant studying, and in keeping with President Trump’s vision to make the United States the crypto capital of the world, today I ordered the Great Fannie Mae and Freddie Mac to prepare their businesses to count cryptocurrency as an asset for a mortgage. SO ORDERED pic.twitter.com/Tg9ReJQXC3 — Pulte (@pulte) June 25, 2025 No entanto, gestoras privadas como a Newmarket Capital avançam mais rápido, colocando em prática garantias híbridas, mas ainda cumprindo a regulação vigente. O trabalho da Newmarket e da Battery Finance demonstra como Bitcoin e outras criptomoedas podem dialogar com a TradFi para destravar novos formatos de crédito e financiamento. Desafios persistem. O BeInCrypto apurou que, apesar dos planos de Fannie Mae e Freddie Mac de aceitar Bitcoin como garantia de hipoteca, há uma restrição importante. O Bitcoin precisa estar custodiado em exchanges reguladas. Bitcoins em carteiras privadas ou de autocustódia não são aceitos. It looks like bitcoin held in self-custody will NOT count as an asset for consideration on home loans. This is a mistake @pulte, self-custody is fundamentally aligned w/American values. It's trivial to prove ownership of BTC in self-custody. I'm happy to explain how & help! pic.twitter.com/lRNSC7QPJ8 — Nick Neuman (@Nneuman) June 25, 2025 Essa condição levanta dúvidas sobre soberania financeira e controle centralizado. As regras limitam o uso do Bitcoin em hipotecas apenas a plataformas visíveis ao Estado, deixando de fora opções descentralizadas. “Não se trata de aceitação ou resistência. É aceitação com restrições. Você pode participar… mas só se seu Bitcoin seguir as regras deles. Regras para controlar… Com a expansão, haverá pressão para que os credores aceitem Bitcoin devidamente custodiado — não apenas tokens em uma exchange… Em algum momento, o dinheiro mais seguro viabilizará o capital mais flexível”, comentou um usuário. Ainda assim, embora a medida não resolva o problema de moradia acessível, representa avanço expressivo na adoção de cripto nas finanças tradicionais. O artigo Empresa gigante do crédito de US$ 3 bilhões testa uso de Bitcoin em sistema de hipotecas foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Empresa gigante do crédito de US$ 3 bilhões testa uso de Bitcoin em sistema de hipotecas

Uma gestora de crédito estruturado dos EUA está avançando sobre os limites da TradFi ao integrar cripto no financiamento do mundo real. A Newmarket Capital, responsável por quase US$ 3 bilhões em ativos, está inovando ao criar empréstimos híbridos com hipotecas e crédito comercial, usando o Bitcoin (BTC) juntamente com imóveis tradicionais como garantia.

Sua afiliada, a Battery Finance, lidera o desenvolvimento de estruturas financeiras que utilizam ativos digitais para viabilizar crédito sem exigir a liquidação dos investimentos dos clientes.

Bitcoin deve transformar hipotecas e empréstimos no mundo real

A iniciativa é voltada a quem investe em criptoativos, especialmente Millennials e a Geração Z, oferecendo uma alternativa de financiamento que preserva o potencial de valorização dos investimentos e permite acesso ao crédito tradicional.

Ao unir imóveis que geram renda com o Bitcoin, a empresa busca mitigar riscos de volatilidade e oferecer uma solução inovadora aos clientes.

De acordo com Andrew Hohns, fundador e CEO da Newmarket Capital e da Battery Finance, o modelo utiliza imóveis comerciais de renda combinados com parte dos Bitcoins dos clientes como garantia adicional.

O Bitcoin é avaliado como parte do pacote do empréstimo, conferindo ao credor um ativo líquido, fracionável e transparente — característica ausente nos imóveis por si só.

“Estamos criando estruturas de crédito que geram renda, mas ao integrar certa quantidade de Bitcoin, esses empréstimos também participam da valorização ao longo do tempo, trazendo benefícios que modelos tradicionais não oferecem”, explicou Hohns em entrevista ao Coin Stories Podcast.

Negociações iniciais mostram o conceito na prática: a Battery Finance refinanciou um imóvel multifamiliar de US$ 12,5 milhões, utilizando tanto o prédio quanto cerca de 20 BTC para compor a garantia híbrida.

O cliente tem acesso a capital sem gerar eventos tributáveis de venda de cripto, enquanto o credor conquista uma proteção adicional contra perdas.

Colateral de Bitcoin de nível institucional

Diferente dos empréstimos lastreados somente em Bitcoin, que ainda são nichados e experimentais, o modelo da Newmarket já tem padrão institucional:

Conta com análise completa de crédito

Prioriza geração de renda, e

Segue estrutura jurídica alinhada à regulação dos EUA.

O Bitcoin, nessas operações, serve como garantia complementar, e não como meio de pagamento; os pagamentos de hipotecas e empréstimos permanecem em US$.

“O Bitcoin adiciona flexibilidade e transparência ao crédito tradicional, mas a base ainda é o ativo gerador de renda”, afirmou Hohns. “É uma ponte entre a escassez digital e as estruturas convencionais de risco.”

A estratégia segue uma tendência global de incorporar ativos do mundo real (RWA) ao universo digital. Em junho de 2025, agências federais como a FHFA sinalizaram que cripto poderia ser avaliada para concessão de hipotecas,

After significant studying, and in keeping with President Trump’s vision to make the United States the crypto capital of the world, today I ordered the Great Fannie Mae and Freddie Mac to prepare their businesses to count cryptocurrency as an asset for a mortgage.

SO ORDERED pic.twitter.com/Tg9ReJQXC3

— Pulte (@pulte) June 25, 2025

No entanto, gestoras privadas como a Newmarket Capital avançam mais rápido, colocando em prática garantias híbridas, mas ainda cumprindo a regulação vigente.

O trabalho da Newmarket e da Battery Finance demonstra como Bitcoin e outras criptomoedas podem dialogar com a TradFi para destravar novos formatos de crédito e financiamento.

Desafios persistem. O BeInCrypto apurou que, apesar dos planos de Fannie Mae e Freddie Mac de aceitar Bitcoin como garantia de hipoteca, há uma restrição importante.

O Bitcoin precisa estar custodiado em exchanges reguladas. Bitcoins em carteiras privadas ou de autocustódia não são aceitos.

It looks like bitcoin held in self-custody will NOT count as an asset for consideration on home loans.

This is a mistake @pulte, self-custody is fundamentally aligned w/American values. It's trivial to prove ownership of BTC in self-custody.

I'm happy to explain how & help! pic.twitter.com/lRNSC7QPJ8

— Nick Neuman (@Nneuman) June 25, 2025

Essa condição levanta dúvidas sobre soberania financeira e controle centralizado. As regras limitam o uso do Bitcoin em hipotecas apenas a plataformas visíveis ao Estado, deixando de fora opções descentralizadas.

“Não se trata de aceitação ou resistência. É aceitação com restrições. Você pode participar… mas só se seu Bitcoin seguir as regras deles. Regras para controlar… Com a expansão, haverá pressão para que os credores aceitem Bitcoin devidamente custodiado — não apenas tokens em uma exchange… Em algum momento, o dinheiro mais seguro viabilizará o capital mais flexível”, comentou um usuário.

Ainda assim, embora a medida não resolva o problema de moradia acessível, representa avanço expressivo na adoção de cripto nas finanças tradicionais.

O artigo Empresa gigante do crédito de US$ 3 bilhões testa uso de Bitcoin em sistema de hipotecas foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Preço do Ethereum (ETH) pode buscar alta de 10%?O Ethereum tenta se estabilizar após semanas de forte pressão vendedora. O preço encontra-se próximo da faixa de US$ 1.950, avançando cerca de 6% em relação ao seu recente piso. Paralelamente, as maiores baleias de Ethereum iniciaram um movimento expressivo de acumulação. No entanto, operadores de curto prazo e participantes do mercado de derivativos mantêm-se cautelosos, intensificando a disputa em torno do próximo movimento da moeda. Maiores baleias de Ethereum acumulam enquanto divergência de alta permanece Dados on-chain indicam que as maiores investidoras de Ethereum se posicionam para uma recuperação. Desde 9 de fevereiro, carteiras com entre 1 milhão e 10 milhões de ETH ampliaram seus saldos de cerca de 5,17 milhões para quase 6,27 milhões de ETH. Isso representa um aumento de mais de 1,1 milhão de ETH, perfazendo aproximadamente US$ 2 bilhões nos valores atuais. Baleias de Ethereum: Santiment Esta acumulação coincide com um sinal técnico de alta no gráfico de 12 horas. Entre 25 de janeiro e 12 de fevereiro, o preço do Ethereum fez uma mínima mais baixa, enquanto o Índice de Força Relativa (RSI) marcou um fundo mais alto. O RSI avalia o ímpeto ao comparar ganhos e perdas recentes. Quando o preço recua, mas o RSI se eleva, normalmente sinaliza redução da pressão vendedora. Essa divergência mostra que a força da queda vem perdendo intensidade. Divergência de alta: TradingView Esse cenário se mantém enquanto o Ethereum permanecer acima de US$ 1.890, pois o mesmo sinal também apareceu em 11 de fevereiro e segue válido. Uma queda abaixo desse patamar invalidaria a divergência por ora e enfraqueceria o potencial de reação. Até então, as baleias apostam que esse suporte seguirá firme. Investidores de curto prazo estão vendendo? Enquanto grandes investidoras acumulam, quem compra para o curto prazo adota postura oposta. A métrica Spent Coins Age Band para o grupo de 7 a 30 dias teve alta expressiva. Desde 9 de fevereiro (período em que o movimento das baleias teve início), esse indicador saltou de cerca de 14 mil para quase 107 mil, crescendo mais de 660%. O índice acompanha quantas moedas recém-adquiridas estão em circulação. Elevações costumam indicar realização de lucros e distribuição. Moedas ETH: Santiment Em resumo, operadores de curto prazo estão desfazendo posições. Esse padrão também foi visto em outros momentos de fevereiro. Em 5 de fevereiro, um pico no movimento de moedas recente ocorreu próximo de US$ 2.140. Um dia depois, o Ethereum recuou cerca de 13%. Esse histórico aponta que a pressão vendedora desse segmento pode rapidamente reverter tendências. Enquanto investidoras de curto prazo seguirem ativas vendendo, movimentos de alta provavelmente encontrarão obstáculos. Dados de derivativos mostram forte posicionamento de baixa Os mercados de derivativos reforçam esse clima de cautela. Dados de liquidações mostram quase US$ 3,06 bilhões em posições vendidas ante cerca de US$ 755 milhões em alavancagem comprada. Assim, há um claro desequilíbrio negativo, com aproximadamente 80% do mercado apostando na queda. Shorts dominam o mercado: Coinglass Por um lado, esse cenário pode alimentar um possível short squeeze caso os preços avancem. Por outro, indica que a maioria dos operadores ainda prevê novas baixas. Isso mantém o ímpeto sob controle, mas sustenta a expectativa de reação se a compra das baleias elevar as cotações e ultrapassar barreiras importantes. Dados on-chain sobre o preço médio de aquisição explicam a dificuldade do Ethereum em romper novas altas. Em torno de US$ 1.980, proximamente 1,58% da oferta circulante foi adquirida. Próximo de US$ 2.020, outros 1,23% dos tokens estão empatados. Essas faixas abrangem grandes grupos de detentoras esperando oportunidade de sair sem prejuízos. Agrupamento do custo-base: Glassnode Quando o preço se aproxima dessas faixas, a pressão vendedora se intensifica à medida que investidores buscam recuperar capital. Esse movimento tem limitado sucessivas tentativas de recuperação recentes. Apenas um avanço impulsionado por forte alavancagem ou um short squeeze consistente seria suficiente para superar esses agrupamentos de oferta. Até lá, essas zonas seguem como obstáculos relevantes. Principais níveis de preço do Ethereum para acompanhar agora Com baleias comprando e vendedores resistindo, os níveis de preço do Ethereum agora têm mais importância do que as narrativas. Pelo lado superior, a principal resistência está próxima de US$ 2.010. Um fechamento de 12 horas acima desse patamar elevaria a chance de liquidação de posições vendidas. Este nível coincide com um grande aglomerado de oferta. Se isso ocorrer, o Ethereum pode mirar US$ 2.140 adiante, uma resistência importante que já foi testada em diferentes momentos. Esse valor também representa cerca de 10% acima das cotações atuais. Do lado negativo, US$ 1.890 configura o suporte crucial. Caso haja ruptura abaixo desse ponto, a divergência de alta seria invalidada e uma pressão vendedora renovada poderia dominar. Abaixo desse nível, o próximo suporte relevante fica em torno de US$ 1.740. Análise do preço do Ethereum: TradingView Enquanto o Ethereum permanecer acima de US$ 1.890 e continuar testando o patamar de US$ 2.010, a estrutura de recuperação segue preservada. Uma queda consistente abaixo do suporte anularia a tentativa de recuperação atual. O artigo Preço do Ethereum (ETH) pode buscar alta de 10%? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço do Ethereum (ETH) pode buscar alta de 10%?

O Ethereum tenta se estabilizar após semanas de forte pressão vendedora. O preço encontra-se próximo da faixa de US$ 1.950, avançando cerca de 6% em relação ao seu recente piso. Paralelamente, as maiores baleias de Ethereum iniciaram um movimento expressivo de acumulação.

No entanto, operadores de curto prazo e participantes do mercado de derivativos mantêm-se cautelosos, intensificando a disputa em torno do próximo movimento da moeda.

Maiores baleias de Ethereum acumulam enquanto divergência de alta permanece

Dados on-chain indicam que as maiores investidoras de Ethereum se posicionam para uma recuperação. Desde 9 de fevereiro, carteiras com entre 1 milhão e 10 milhões de ETH ampliaram seus saldos de cerca de 5,17 milhões para quase 6,27 milhões de ETH. Isso representa um aumento de mais de 1,1 milhão de ETH, perfazendo aproximadamente US$ 2 bilhões nos valores atuais.

Baleias de Ethereum: Santiment

Esta acumulação coincide com um sinal técnico de alta no gráfico de 12 horas.

Entre 25 de janeiro e 12 de fevereiro, o preço do Ethereum fez uma mínima mais baixa, enquanto o Índice de Força Relativa (RSI) marcou um fundo mais alto. O RSI avalia o ímpeto ao comparar ganhos e perdas recentes. Quando o preço recua, mas o RSI se eleva, normalmente sinaliza redução da pressão vendedora.

Essa divergência mostra que a força da queda vem perdendo intensidade.

Divergência de alta: TradingView

Esse cenário se mantém enquanto o Ethereum permanecer acima de US$ 1.890, pois o mesmo sinal também apareceu em 11 de fevereiro e segue válido. Uma queda abaixo desse patamar invalidaria a divergência por ora e enfraqueceria o potencial de reação.

Até então, as baleias apostam que esse suporte seguirá firme.

Investidores de curto prazo estão vendendo?

Enquanto grandes investidoras acumulam, quem compra para o curto prazo adota postura oposta.

A métrica Spent Coins Age Band para o grupo de 7 a 30 dias teve alta expressiva. Desde 9 de fevereiro (período em que o movimento das baleias teve início), esse indicador saltou de cerca de 14 mil para quase 107 mil, crescendo mais de 660%. O índice acompanha quantas moedas recém-adquiridas estão em circulação. Elevações costumam indicar realização de lucros e distribuição.

Moedas ETH: Santiment

Em resumo, operadores de curto prazo estão desfazendo posições. Esse padrão também foi visto em outros momentos de fevereiro. Em 5 de fevereiro, um pico no movimento de moedas recente ocorreu próximo de US$ 2.140. Um dia depois, o Ethereum recuou cerca de 13%.

Esse histórico aponta que a pressão vendedora desse segmento pode rapidamente reverter tendências. Enquanto investidoras de curto prazo seguirem ativas vendendo, movimentos de alta provavelmente encontrarão obstáculos.

Dados de derivativos mostram forte posicionamento de baixa

Os mercados de derivativos reforçam esse clima de cautela. Dados de liquidações mostram quase US$ 3,06 bilhões em posições vendidas ante cerca de US$ 755 milhões em alavancagem comprada. Assim, há um claro desequilíbrio negativo, com aproximadamente 80% do mercado apostando na queda.

Shorts dominam o mercado: Coinglass

Por um lado, esse cenário pode alimentar um possível short squeeze caso os preços avancem. Por outro, indica que a maioria dos operadores ainda prevê novas baixas. Isso mantém o ímpeto sob controle, mas sustenta a expectativa de reação se a compra das baleias elevar as cotações e ultrapassar barreiras importantes.

Dados on-chain sobre o preço médio de aquisição explicam a dificuldade do Ethereum em romper novas altas. Em torno de US$ 1.980, proximamente 1,58% da oferta circulante foi adquirida. Próximo de US$ 2.020, outros 1,23% dos tokens estão empatados. Essas faixas abrangem grandes grupos de detentoras esperando oportunidade de sair sem prejuízos.

Agrupamento do custo-base: Glassnode

Quando o preço se aproxima dessas faixas, a pressão vendedora se intensifica à medida que investidores buscam recuperar capital. Esse movimento tem limitado sucessivas tentativas de recuperação recentes. Apenas um avanço impulsionado por forte alavancagem ou um short squeeze consistente seria suficiente para superar esses agrupamentos de oferta.

Até lá, essas zonas seguem como obstáculos relevantes.

Principais níveis de preço do Ethereum para acompanhar agora

Com baleias comprando e vendedores resistindo, os níveis de preço do Ethereum agora têm mais importância do que as narrativas.

Pelo lado superior, a principal resistência está próxima de US$ 2.010. Um fechamento de 12 horas acima desse patamar elevaria a chance de liquidação de posições vendidas. Este nível coincide com um grande aglomerado de oferta.

Se isso ocorrer, o Ethereum pode mirar US$ 2.140 adiante, uma resistência importante que já foi testada em diferentes momentos. Esse valor também representa cerca de 10% acima das cotações atuais. Do lado negativo, US$ 1.890 configura o suporte crucial. Caso haja ruptura abaixo desse ponto, a divergência de alta seria invalidada e uma pressão vendedora renovada poderia dominar. Abaixo desse nível, o próximo suporte relevante fica em torno de US$ 1.740.

Análise do preço do Ethereum: TradingView

Enquanto o Ethereum permanecer acima de US$ 1.890 e continuar testando o patamar de US$ 2.010, a estrutura de recuperação segue preservada. Uma queda consistente abaixo do suporte anularia a tentativa de recuperação atual.

O artigo Preço do Ethereum (ETH) pode buscar alta de 10%? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Análise XRP: preço trava em resistência e pode definir próximo movimentoO preço do XRP tem encontrado dificuldade para se recuperar nos últimos dias, levantando preocupações sobre uma possível repetição do mercado de baixa de 2021-2022. Apesar da fraqueza persistente, um fato recente envolvendo Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, pode alterar o sentimento do mercado. XRP pode não repetir o passado Brad Garlinghouse foi nomeado para o Comitê Consultivo de Inovação da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC). A indicação representa um marco relevante para a Ripple e para todo o ecossistema do XRP. O mesmo ambiente regulatório que impôs desafios à empresa por quase cinco anos agora busca a colaboração do setor. Para apoiadores do XRP, essa iniciativa sinaliza crescente normalização regulatória. O envolvimento com a CFTC pode fortalecer a credibilidade da Ripple nas discussões sobre políticas nos Estados Unidos. Diálogos construtivos tendem a reduzir incertezas e atenuar os riscos jurídicos que pressionaram o preço do XRP no passado. As far as committees go…this is the Olympics crypto roster https://t.co/qYYNx8vviH — Brad Garlinghouse (@bgarlinghouse) February 12, 2026 Dados recentes de prejuízo e lucro realizado mostram um aumento nas vendas. Alguns analistas comparam esse movimento aos sinais iniciais observados antes do mercado de baixa de 2022. No entanto, naquele ano, a distribuição elevada durou quase quatro meses. Atualmente, as vendas não apresentam a mesma duração ou intensidade, reduzindo as chances de uma queda prolongada. Lucro/Prejuízo Realizado do XRP. Fonte: Glassnode Vendas existem, mas não são motivo de preocupação Dados de saldo em exchange sugerem que a pressão vendedora segue controlada. Cerca de 100 milhões de XRP foram transferidos para exchanges nos últimos dez dias, avaliados em aproximadamente US$ 130 milhões. Embora expressivo, o volume não indica pânico generalizado. Em novembro de 2025, 130 milhões de XRP foram vendidos em apenas 72 horas. Naquele episódio, investidores demonstraram urgência acentuada. Em comparação, os fluxos atuais são mais controlados e menos intensos. Saldo de XRP nas Exchanges. Fonte: Glassnode Vendas moderadas associadas a avanços no cenário regulatório podem contribuir para estabilizar o sentimento de mercado. Se o ritmo de distribuição não aumentar, o XRP tende a absorver a oferta sem queda acentuada. Participantes acompanham métricas on-chain em busca de confirmação. XRP tem espaço para se recuperar O heatmap de liquidações indica poucos obstáculos imediatos para uma retomada. O XRP encontra sua principal resistência entre US$ 1,78 e US$ 1,80. Essa faixa representa uma área potencial de realização de lucros, não uma barreira estrutural imediata. A ausência de clusters de liquidação densos abaixo dos patamares atuais diminui o risco de quedas em cascata em curto prazo. Caso o impulso melhore, a altcoin terá espaço para valorização antes de enfrentar oferta relevante. Essa perspectiva técnica respalda uma avaliação construtiva e cautelosa. Heatmap CBD do XRP. Fonte: Glassnode Preço do XRP precisa se recuperar O XRP é negociado a US$ 1,35 e está recuando abaixo do suporte de US$ 1,36. O próximo suporte relevante está próximo de US$ 1,27, alinhado ao nível de 23,6% de retração de Fibonacci. Apesar da fraqueza recente, indicadores sugerem um perfil de risco equilibrado. A nomeação de Garlinghouse para a CFTC pode impulsionar a confiança dos investidores. Caso o XRP recupere o patamar de US$ 1,51, um rali de recuperação pode se consolidar. Uma sustentação acima desse nível pode levar o preço para a zona de oferta acima de US$ 1,76. Análise de Preço do XRP. Fonte: TradingView Por outro lado, uma perda do suporte em US$ 1,27 alteraria o rumo do ativo. Caso o suporte não resista, a venda em pânico pode se intensificar. Uma queda em direção a US$ 1,11 invalidaria o cenário de alta e prolongaria a fase corretiva. O artigo Análise XRP: preço trava em resistência e pode definir próximo movimento foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Análise XRP: preço trava em resistência e pode definir próximo movimento

O preço do XRP tem encontrado dificuldade para se recuperar nos últimos dias, levantando preocupações sobre uma possível repetição do mercado de baixa de 2021-2022.

Apesar da fraqueza persistente, um fato recente envolvendo Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, pode alterar o sentimento do mercado.

XRP pode não repetir o passado

Brad Garlinghouse foi nomeado para o Comitê Consultivo de Inovação da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC). A indicação representa um marco relevante para a Ripple e para todo o ecossistema do XRP. O mesmo ambiente regulatório que impôs desafios à empresa por quase cinco anos agora busca a colaboração do setor.

Para apoiadores do XRP, essa iniciativa sinaliza crescente normalização regulatória. O envolvimento com a CFTC pode fortalecer a credibilidade da Ripple nas discussões sobre políticas nos Estados Unidos. Diálogos construtivos tendem a reduzir incertezas e atenuar os riscos jurídicos que pressionaram o preço do XRP no passado.

As far as committees go…this is the Olympics crypto roster https://t.co/qYYNx8vviH

— Brad Garlinghouse (@bgarlinghouse) February 12, 2026

Dados recentes de prejuízo e lucro realizado mostram um aumento nas vendas. Alguns analistas comparam esse movimento aos sinais iniciais observados antes do mercado de baixa de 2022. No entanto, naquele ano, a distribuição elevada durou quase quatro meses. Atualmente, as vendas não apresentam a mesma duração ou intensidade, reduzindo as chances de uma queda prolongada.

Lucro/Prejuízo Realizado do XRP. Fonte: Glassnode

Vendas existem, mas não são motivo de preocupação

Dados de saldo em exchange sugerem que a pressão vendedora segue controlada. Cerca de 100 milhões de XRP foram transferidos para exchanges nos últimos dez dias, avaliados em aproximadamente US$ 130 milhões. Embora expressivo, o volume não indica pânico generalizado.

Em novembro de 2025, 130 milhões de XRP foram vendidos em apenas 72 horas. Naquele episódio, investidores demonstraram urgência acentuada. Em comparação, os fluxos atuais são mais controlados e menos intensos.

Saldo de XRP nas Exchanges. Fonte: Glassnode

Vendas moderadas associadas a avanços no cenário regulatório podem contribuir para estabilizar o sentimento de mercado. Se o ritmo de distribuição não aumentar, o XRP tende a absorver a oferta sem queda acentuada. Participantes acompanham métricas on-chain em busca de confirmação.

XRP tem espaço para se recuperar

O heatmap de liquidações indica poucos obstáculos imediatos para uma retomada. O XRP encontra sua principal resistência entre US$ 1,78 e US$ 1,80. Essa faixa representa uma área potencial de realização de lucros, não uma barreira estrutural imediata.

A ausência de clusters de liquidação densos abaixo dos patamares atuais diminui o risco de quedas em cascata em curto prazo. Caso o impulso melhore, a altcoin terá espaço para valorização antes de enfrentar oferta relevante. Essa perspectiva técnica respalda uma avaliação construtiva e cautelosa.

Heatmap CBD do XRP. Fonte: Glassnode

Preço do XRP precisa se recuperar

O XRP é negociado a US$ 1,35 e está recuando abaixo do suporte de US$ 1,36. O próximo suporte relevante está próximo de US$ 1,27, alinhado ao nível de 23,6% de retração de Fibonacci. Apesar da fraqueza recente, indicadores sugerem um perfil de risco equilibrado.

A nomeação de Garlinghouse para a CFTC pode impulsionar a confiança dos investidores. Caso o XRP recupere o patamar de US$ 1,51, um rali de recuperação pode se consolidar. Uma sustentação acima desse nível pode levar o preço para a zona de oferta acima de US$ 1,76.

Análise de Preço do XRP. Fonte: TradingView

Por outro lado, uma perda do suporte em US$ 1,27 alteraria o rumo do ativo. Caso o suporte não resista, a venda em pânico pode se intensificar. Uma queda em direção a US$ 1,11 invalidaria o cenário de alta e prolongaria a fase corretiva.

O artigo Análise XRP: preço trava em resistência e pode definir próximo movimento foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Convicção de El Salvador no Bitcoin agora tem custo de US$ 300 milhõesO mercado de baixa do Bitcoin (BTC) impactou investidores em todos os segmentos. Tesourarias corporativas, grandes baleias e até governos sentiram a pressão. A queda da moeda reduziu o valor das reservas de El Salvador enquanto os contratos de swap de inadimplência atingem o maior patamar em cinco meses, elevando as preocupações sobre o programa do FMI e o cenário da dívida do país. Segundo dados recentes do Escritório de Bitcoin de El Salvador, as reservas da nação somam 7.560 BTC, avaliadas em cerca de US$ 503,8 milhões. A Bloomberg reportou que o valor do portfólio caiu de cerca de US$ 800 milhões no pico do Bitcoin em outubro de 2025, representando uma perda de quase US$ 300 milhões em quatro meses. Reservas de Bitcoin de El Salvador. Fonte: Escritório de Bitcoin de El Salvador Bukele, reconhecido defensor do Bitcoin, segue comprando um BTC por dia. No entanto, essa abordagem aumenta a exposição do país à volatilidade do mercado. Em contrapartida, o Butão recentemente vendeu US$ 22,4 milhões em Bitcoin. As estratégias divergentes de El Salvador e Butão evidenciam filosofias de risco distintas. BHUTAN JUST SOLD $6.7 MILLION BTC Bhutan has been selling Bitcoin every week for the past 3 weeks. pic.twitter.com/cLL3fb2Ckh — Arkham (@arkham) February 13, 2026 As operações de mineração de Bitcoin do Butão geraram lucro superior a US$ 765 milhões desde 2019. Porém, o halving da moeda em 2024 elevou significativamente os custos de mineração, pressionando as margens e diminuindo os retornos. Agora, o Butão parece liquidar parte das reservas, enquanto El Salvador mantém a prioridade na acumulação de longo prazo. Apesar disso, o país passou a diversificar o portfólio. No mês passado, investiu US$ 50 milhões em ouro diante da maior demanda pelo metal em meio às tensões macroeconômicas. Negociações de empréstimo com o FMI enfrentam tensão por causa da política de Bitcoin de El Salvador O avanço no compromisso de El Salvador com a cripto afetou o relacionamento com o Fundo Monetário Internacional. As compras contínuas de Bitcoin, somadas ao atraso na implementação da reforma previdenciária, complexificaram o acordo com o FMI. O Fundo manifestou preocupação com o possível impacto do Bitcoin na estabilidade fiscal. Uma ruptura no programa do FMI enfraqueceria um dos principais pilares da recuperação da dívida soberana de El Salvador. Nos últimos três anos, os títulos do país tiveram um retorno acima de 130%, colocando-os entre os destaques dos mercados emergentes. “… O FMI pode questionar o uso dos desembolsos para comprar Bitcoin. A desvalorização da moeda também agrava a preocupação dos investidores”, afirmou Christopher Mejia, analista de dívida soberana de mercados emergentes da T Rowe Price, à Bloomberg. O FMI aprovou, em 26 de fevereiro de 2025, uma Linha de Crédito Ampliada de 40 meses, liberando cerca de US$ 1,4 bilhão no total, conforme documentação oficial do Fundo. A primeira revisão terminou em junho de 2025, com desembolso de US$ 231 milhões. A segunda análise permanece suspensa desde setembro, após o governo adiar a publicação do estudo do regime de previdência. Nesse intervalo, El Salvador manteve o aumento das reservas de Bitcoin mesmo com alertas repetidos do FMI. Nova avaliação está prevista para março, e cada etapa está vinculada a novos desembolsos do empréstimo. “… Em nossa visão, as compras regulares de Bitcoin criam desafios para as revisões do FMI. O mercado pode reagir negativamente na ausência da referência que o Fundo representa.”, declarou Jared Lou, gestor do William Blair Emerging Markets Debt Fund. Paralelamente, o mercado de títulos demonstra preocupações quanto à perspectiva fiscal de El Salvador. Os contratos de swap de inadimplência alcançaram o maior nível em cinco meses, refletindo o aumento do receio de investidores sobre a capacidade de pagamento do país. De acordo com dados da Bloomberg, El Salvador terá de honrar US$ 450 milhões em pagamentos de títulos neste ano, valor que aumenta para quase US$ 700 milhões no próximo ano. A política de Bitcoin de El Salvador agora caminha ao lado das negociações fiscais e com o FMI. O desfecho das próximas revisões do Fundo e do calendário de pagamentos de títulos será decisivo para a confiança dos investidores e para a sustentabilidade do perfil de dívida do país. O artigo Convicção de El Salvador no Bitcoin agora tem custo de US$ 300 milhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Convicção de El Salvador no Bitcoin agora tem custo de US$ 300 milhões

O mercado de baixa do Bitcoin (BTC) impactou investidores em todos os segmentos. Tesourarias corporativas, grandes baleias e até governos sentiram a pressão.

A queda da moeda reduziu o valor das reservas de El Salvador enquanto os contratos de swap de inadimplência atingem o maior patamar em cinco meses, elevando as preocupações sobre o programa do FMI e o cenário da dívida do país.

Segundo dados recentes do Escritório de Bitcoin de El Salvador, as reservas da nação somam 7.560 BTC, avaliadas em cerca de US$ 503,8 milhões. A Bloomberg reportou que o valor do portfólio caiu de cerca de US$ 800 milhões no pico do Bitcoin em outubro de 2025, representando uma perda de quase US$ 300 milhões em quatro meses.

Reservas de Bitcoin de El Salvador. Fonte: Escritório de Bitcoin de El Salvador

Bukele, reconhecido defensor do Bitcoin, segue comprando um BTC por dia. No entanto, essa abordagem aumenta a exposição do país à volatilidade do mercado.

Em contrapartida, o Butão recentemente vendeu US$ 22,4 milhões em Bitcoin. As estratégias divergentes de El Salvador e Butão evidenciam filosofias de risco distintas.

BHUTAN JUST SOLD $6.7 MILLION BTC

Bhutan has been selling Bitcoin every week for the past 3 weeks. pic.twitter.com/cLL3fb2Ckh

— Arkham (@arkham) February 13, 2026

As operações de mineração de Bitcoin do Butão geraram lucro superior a US$ 765 milhões desde 2019. Porém, o halving da moeda em 2024 elevou significativamente os custos de mineração, pressionando as margens e diminuindo os retornos. Agora, o Butão parece liquidar parte das reservas, enquanto El Salvador mantém a prioridade na acumulação de longo prazo.

Apesar disso, o país passou a diversificar o portfólio. No mês passado, investiu US$ 50 milhões em ouro diante da maior demanda pelo metal em meio às tensões macroeconômicas.

Negociações de empréstimo com o FMI enfrentam tensão por causa da política de Bitcoin de El Salvador

O avanço no compromisso de El Salvador com a cripto afetou o relacionamento com o Fundo Monetário Internacional. As compras contínuas de Bitcoin, somadas ao atraso na implementação da reforma previdenciária, complexificaram o acordo com o FMI.

O Fundo manifestou preocupação com o possível impacto do Bitcoin na estabilidade fiscal. Uma ruptura no programa do FMI enfraqueceria um dos principais pilares da recuperação da dívida soberana de El Salvador. Nos últimos três anos, os títulos do país tiveram um retorno acima de 130%, colocando-os entre os destaques dos mercados emergentes.

“… O FMI pode questionar o uso dos desembolsos para comprar Bitcoin. A desvalorização da moeda também agrava a preocupação dos investidores”, afirmou Christopher Mejia, analista de dívida soberana de mercados emergentes da T Rowe Price, à Bloomberg.

O FMI aprovou, em 26 de fevereiro de 2025, uma Linha de Crédito Ampliada de 40 meses, liberando cerca de US$ 1,4 bilhão no total, conforme documentação oficial do Fundo. A primeira revisão terminou em junho de 2025, com desembolso de US$ 231 milhões.

A segunda análise permanece suspensa desde setembro, após o governo adiar a publicação do estudo do regime de previdência. Nesse intervalo, El Salvador manteve o aumento das reservas de Bitcoin mesmo com alertas repetidos do FMI.

Nova avaliação está prevista para março, e cada etapa está vinculada a novos desembolsos do empréstimo.

“… Em nossa visão, as compras regulares de Bitcoin criam desafios para as revisões do FMI. O mercado pode reagir negativamente na ausência da referência que o Fundo representa.”, declarou Jared Lou, gestor do William Blair Emerging Markets Debt Fund.

Paralelamente, o mercado de títulos demonstra preocupações quanto à perspectiva fiscal de El Salvador. Os contratos de swap de inadimplência alcançaram o maior nível em cinco meses, refletindo o aumento do receio de investidores sobre a capacidade de pagamento do país.

De acordo com dados da Bloomberg, El Salvador terá de honrar US$ 450 milhões em pagamentos de títulos neste ano, valor que aumenta para quase US$ 700 milhões no próximo ano.

A política de Bitcoin de El Salvador agora caminha ao lado das negociações fiscais e com o FMI. O desfecho das próximas revisões do Fundo e do calendário de pagamentos de títulos será decisivo para a confiança dos investidores e para a sustentabilidade do perfil de dívida do país.

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Ouro registra volatilidade maior que Bitcoin e reabre debate sobre reserva de valorO Bitcoin sempre teve sua função como reserva de valor questionada pela alta volatilidade. O ouro físico, por sua vez, consolidou-se como principal ativo de proteção patrimonial. É sinônimo de previsibilidade e estabilidade em momentos de crise. Esse contraste, porém, começa a perder força. Dados recentes mostram uma mudança relevante. Pela primeira vez em anos, a volatilidade mensal do ouro superou a do Bitcoin. A informação consta em análises do JPMorgan. O fato questiona a narrativa que separa os dois ativos apenas pelo risco. Movimento atípico no metal precioso Rony Szuster é Head de Research do MB | Mercado Bitcoin. Segundo ele, o movimento recente do ouro foi atípico para um ativo considerado porto seguro. “O ouro saiu da região de US$ 4 mil para cerca de US$ 5.600, acumulando uma alta próxima de 40%, e depois recuou para US$ 4.400 em apenas três dias. São oscilações que chamam atenção em um ativo historicamente associado à estabilidade”, afirma. Bitcoin amadurece enquanto ouro mostra euforia A inversão ocorre junto a um processo de maturação do Bitcoin. Apesar das correções recentes, a volatilidade da criptomoeda vem diminuindo ao longo dos ciclos. O ouro, por outro lado, registra oscilações acima da sua média histórica. “No caso do Bitcoin, o movimento recente parece mais uma correção concentrada do que um aumento estrutural de risco. É como se um estivesse amadurecendo devagar, enquanto o outro começasse a dar sinais de euforia tardia”, avalia Szuster. A volatilidade é um indicador que mede a variação de preço de um ativo em determinado período. Quanto maior a oscilação, maior a volatilidade. Investidores brasileiros mantêm postura de longo prazo O comportamento dos investidores reflete essa mudança. No período mais intenso da queda, dados do MB mostram um cenário claro. O volume de compradores de Bitcoin no Brasil foi 5,6 vezes maior do que o de vendedores. O movimento sinaliza postura orientada ao longo prazo mesmo em ambiente de forte correção. Comparação deixa de ser binária Diante desse cenário, a comparação entre ouro e Bitcoin passa a ser menos binária. O ouro segue como ativo relevante nas estratégias de proteção. Mas o comportamento recente indica que não está imune a oscilações. Também não escapa das incertezas relacionadas à oferta. Ao mesmo tempo, a redução gradual da volatilidade do Bitcoin ao longo dos ciclos reforça uma leitura mais fundamentada do ativo. “A diferença entre os dois deixa de estar apenas no nível de risco e passa a envolver qual deles oferece, hoje, o melhor equilíbrio entre preço, fundamentos e potencial de longo prazo”, conclui o Head de Research. O artigo Ouro registra volatilidade maior que Bitcoin e reabre debate sobre reserva de valor foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ouro registra volatilidade maior que Bitcoin e reabre debate sobre reserva de valor

O Bitcoin sempre teve sua função como reserva de valor questionada pela alta volatilidade. O ouro físico, por sua vez, consolidou-se como principal ativo de proteção patrimonial. É sinônimo de previsibilidade e estabilidade em momentos de crise.

Esse contraste, porém, começa a perder força. Dados recentes mostram uma mudança relevante. Pela primeira vez em anos, a volatilidade mensal do ouro superou a do Bitcoin. A informação consta em análises do JPMorgan. O fato questiona a narrativa que separa os dois ativos apenas pelo risco.

Movimento atípico no metal precioso

Rony Szuster é Head de Research do MB | Mercado Bitcoin. Segundo ele, o movimento recente do ouro foi atípico para um ativo considerado porto seguro.

“O ouro saiu da região de US$ 4 mil para cerca de US$ 5.600, acumulando uma alta próxima de 40%, e depois recuou para US$ 4.400 em apenas três dias. São oscilações que chamam atenção em um ativo historicamente associado à estabilidade”, afirma.

Bitcoin amadurece enquanto ouro mostra euforia

A inversão ocorre junto a um processo de maturação do Bitcoin. Apesar das correções recentes, a volatilidade da criptomoeda vem diminuindo ao longo dos ciclos. O ouro, por outro lado, registra oscilações acima da sua média histórica.

“No caso do Bitcoin, o movimento recente parece mais uma correção concentrada do que um aumento estrutural de risco. É como se um estivesse amadurecendo devagar, enquanto o outro começasse a dar sinais de euforia tardia”, avalia Szuster.

A volatilidade é um indicador que mede a variação de preço de um ativo em determinado período. Quanto maior a oscilação, maior a volatilidade.

Investidores brasileiros mantêm postura de longo prazo

O comportamento dos investidores reflete essa mudança. No período mais intenso da queda, dados do MB mostram um cenário claro. O volume de compradores de Bitcoin no Brasil foi 5,6 vezes maior do que o de vendedores. O movimento sinaliza postura orientada ao longo prazo mesmo em ambiente de forte correção.

Comparação deixa de ser binária

Diante desse cenário, a comparação entre ouro e Bitcoin passa a ser menos binária. O ouro segue como ativo relevante nas estratégias de proteção. Mas o comportamento recente indica que não está imune a oscilações. Também não escapa das incertezas relacionadas à oferta.

Ao mesmo tempo, a redução gradual da volatilidade do Bitcoin ao longo dos ciclos reforça uma leitura mais fundamentada do ativo.

“A diferença entre os dois deixa de estar apenas no nível de risco e passa a envolver qual deles oferece, hoje, o melhor equilíbrio entre preço, fundamentos e potencial de longo prazo”, conclui o Head de Research.

O artigo Ouro registra volatilidade maior que Bitcoin e reabre debate sobre reserva de valor foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Previsão do Standard Chartered para o Bitcoin ainda aponta US$ 50 mil como preço adequadoO preço do Bitcoin segue pressionado, com queda de cerca de 1,2% nas últimas 24 horas e sendo negociado próximo a US$ 66 mil no momento desta reportagem. Apesar de recuperações pontuais, a estrutura geral continua fragilizada. Agora, até grandes instituições demonstram cautela em suas projeções para o Bitcoin. Novos sinais on-chain e o comportamento dos investidores de longo prazo indicam que o risco de queda ainda persiste. Alerta do Standard Chartered acompanha fluxos fracos de ETF e investidores institucionais O Standard Chartered reiterou recentemente que o Bitcoin ainda pode recuar para a faixa dos US$ 50 mil antes de qualquer recuperação consistente. O banco apontou o enfraquecimento da demanda por ETFs e a menor participação institucional como principais fatores de risco. Essa avaliação se confirma ao analisar os dados atuais de mercado. STANCHART CUTS BITCOIN TARGET, WARNS OF FURTHER DROPS Standard Chartered slashed its end-2026 Bitcoin target to $100,000 from $150,000, its second cut in three months, and warned prices could fall to $50,000 before recovering. The bank cited ETF outflows, a weaker macro… pic.twitter.com/xZQTfT5bNt — *Walter Bloomberg (@DeItaone) February 12, 2026 No gráfico, o Bitcoin rompeu uma estrutura de bear flag. O padrão ocorre quando a cotação consolida após forte queda e volta a sofrer pressão vendedora. Isso sugere que a força dos vendedores permanece predominante, mesmo durante repiques de curto prazo. Ao mesmo tempo, indicadores de fluxo institucional enfraquecem. O Chaikin Money Flow (CMF), que avalia a entrada ou saída de capital relevante do mercado, recuou de forma expressiva. Atualmente, o CMF apresenta desempenho inferior ao registrado durante a correção de janeiro a abril de 2025, período em que o Bitcoin caiu cerca de 31%. Fluxos históricos de BTC: TradingView Desta vez, a queda é ainda mais intensa. O Bitcoin já acumulou recuo de quase 38% em relação ao topo, e o CMF retraiu em ritmo superior ao início de 2025. Este cenário reforça que a recompra institucional ainda não se concretizou. Sem entradas consistentes de grandes investidores, os ralis têm dificuldade para se sustentar. Destaca-se ainda que, entre abril e outubro de 2025, quando o BTC atingiu o topo, apenas em poucas ocasiões o CMF recuou para baixo da linha zero — e de modo marginal. Agora, a retração do indicador é bem mais acentuada. Por isso, a postura prudente do Standard Chartered é justificável. A quebra de suporte no gráfico e a fraqueza nos fluxos ligados aos ETFs apresentam o mesmo sinal. Mas a diminuição do apetite institucional não é o único desafio. Lucros on-chain e investidores de longo prazo ainda indicam mais queda Além dos ETFs, dados on-chain mostram que a confiança dos investidores segue abalada. Um dos principais indicadores é o Net Unrealized Profit and Loss (NUPL). O NUPL calcula o lucro ou prejuízo não realizado dos investidores ao comparar o preço atual com o valor da última movimentação dos ativos. No período de recuperação de abril de 2024, o NUPL ficou próximo de 0,42. Isso indicava lucros não realizados reduzidos e favorecia uma retomada. Atualmente, o NUPL está mais baixo: chegou a cerca de 0,11 no início de fevereiro e atualmente ronda 0,17. Isso significa que boa parte dos ganhos do ciclo de alta já foi eliminada. No entanto, esse movimento ainda não sinaliza um fundo mais robusto em uma análise de maior prazo. Bitcoin NUPL: Glassnode O histórico aponta que o NUPL ainda pode descer mais. Em março de 2023, o indicador caiu para perto de 0,02, quando o Bitcoin era negociado na faixa de US$ 20 mil. Essa retração marcou uma fase de capitulação antes da arrancada seguinte. Em comparação, o patamar do NUPL hoje segue relativamente elevado, sugerindo que o mercado não passou por uma limpeza completa. O comportamento dos investidores de longo prazo reforça tal perspectiva. Os detentores antigos de BTC são carteiras que mantêm Bitcoin por mais de um ano. Estes investidores normalmente acumulam posições em momentos de fundo, contribuindo para a estabilidade das cotações. No cenário atual, ainda continuam vendendo. No início de fevereiro de 2025, investidores de longo prazo reduziram seus saldos em mais de 170 mil BTC. No ápice das vendas, em fevereiro de 2026, os saques superaram quase 245 mil BTC. Trata-se de uma distribuição superior à observada durante a correção de janeiro a abril de 2025. Investidores vendendo: Glassnode Naquela ocasião, a demanda desses investidores de longo prazo já mostrava sinais de recuperação antes mesmo da cotação avançar. Neste momento, essa reversão ainda não ocorreu. Em resumo, instituições agem com prudência, o lucro diminui e os investidores históricos seguem distantes. Esse conjunto de fatores dificulta uma reação expressiva no curto prazo. Por que a faixa entre US$ 53 mil e US$ 48 mil ainda é relevante no gráfico de preços do bitcoin Com os fundamentos e dados on-chain indicando queda, os níveis de preço do Bitcoin tornam-se decisivos. A projeção atual do bear flag aponta para uma ampla zona de suporte entre US$ 53.200 e US$ 48.300. Esse intervalo está alinhado a níveis importantes de retração de Fibonacci. O ponto médio deste intervalo se aproxima dos US$ 50 mil, considerado um patamar psicológico relevante. Números redondos frequentemente concentram forte atuação de compradores e vendedores, funcionando como um polo natural em períodos de correção. Por isso, a projeção do Standard Chartered em US$ 50 mil se encaixa na estrutura técnica e não é um alvo aleatório, pois está situada na principal faixa de suporte. Análise de Preço do Bitcoin: TradingView Se a pressão vendedora persistir e os fluxos de ETF continuarem enfraquecidos, o Bitcoin pode testar essa região nos próximos meses. Em um cenário de maior aversão ao risco, as perdas podem alcançar até US$ 42.400, em linha com projeções de rompimento de longo prazo e regiões históricas de suporte. Para que essa previsão de queda desacelere, o BTC precisaria retomar e se manter acima da faixa dos US$ 72.100, com volume elevado e novo ingresso de investidores institucionais. Esse movimento indicaria que a procura foi restabelecida e a configuração de bear flag perdeu força. Até o momento, não há indícios desse cenário. O artigo Previsão do Standard Chartered para o Bitcoin ainda aponta US$ 50 mil como preço adequado foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Previsão do Standard Chartered para o Bitcoin ainda aponta US$ 50 mil como preço adequado

O preço do Bitcoin segue pressionado, com queda de cerca de 1,2% nas últimas 24 horas e sendo negociado próximo a US$ 66 mil no momento desta reportagem. Apesar de recuperações pontuais, a estrutura geral continua fragilizada.

Agora, até grandes instituições demonstram cautela em suas projeções para o Bitcoin. Novos sinais on-chain e o comportamento dos investidores de longo prazo indicam que o risco de queda ainda persiste.

Alerta do Standard Chartered acompanha fluxos fracos de ETF e investidores institucionais

O Standard Chartered reiterou recentemente que o Bitcoin ainda pode recuar para a faixa dos US$ 50 mil antes de qualquer recuperação consistente. O banco apontou o enfraquecimento da demanda por ETFs e a menor participação institucional como principais fatores de risco. Essa avaliação se confirma ao analisar os dados atuais de mercado.

STANCHART CUTS BITCOIN TARGET, WARNS OF FURTHER DROPS

Standard Chartered slashed its end-2026 Bitcoin target to $100,000 from $150,000, its second cut in three months, and warned prices could fall to $50,000 before recovering.

The bank cited ETF outflows, a weaker macro… pic.twitter.com/xZQTfT5bNt

— *Walter Bloomberg (@DeItaone) February 12, 2026

No gráfico, o Bitcoin rompeu uma estrutura de bear flag. O padrão ocorre quando a cotação consolida após forte queda e volta a sofrer pressão vendedora. Isso sugere que a força dos vendedores permanece predominante, mesmo durante repiques de curto prazo.

Ao mesmo tempo, indicadores de fluxo institucional enfraquecem. O Chaikin Money Flow (CMF), que avalia a entrada ou saída de capital relevante do mercado, recuou de forma expressiva. Atualmente, o CMF apresenta desempenho inferior ao registrado durante a correção de janeiro a abril de 2025, período em que o Bitcoin caiu cerca de 31%.

Fluxos históricos de BTC: TradingView

Desta vez, a queda é ainda mais intensa. O Bitcoin já acumulou recuo de quase 38% em relação ao topo, e o CMF retraiu em ritmo superior ao início de 2025. Este cenário reforça que a recompra institucional ainda não se concretizou. Sem entradas consistentes de grandes investidores, os ralis têm dificuldade para se sustentar.

Destaca-se ainda que, entre abril e outubro de 2025, quando o BTC atingiu o topo, apenas em poucas ocasiões o CMF recuou para baixo da linha zero — e de modo marginal. Agora, a retração do indicador é bem mais acentuada.

Por isso, a postura prudente do Standard Chartered é justificável. A quebra de suporte no gráfico e a fraqueza nos fluxos ligados aos ETFs apresentam o mesmo sinal. Mas a diminuição do apetite institucional não é o único desafio.

Lucros on-chain e investidores de longo prazo ainda indicam mais queda

Além dos ETFs, dados on-chain mostram que a confiança dos investidores segue abalada.

Um dos principais indicadores é o Net Unrealized Profit and Loss (NUPL). O NUPL calcula o lucro ou prejuízo não realizado dos investidores ao comparar o preço atual com o valor da última movimentação dos ativos.

No período de recuperação de abril de 2024, o NUPL ficou próximo de 0,42. Isso indicava lucros não realizados reduzidos e favorecia uma retomada. Atualmente, o NUPL está mais baixo: chegou a cerca de 0,11 no início de fevereiro e atualmente ronda 0,17. Isso significa que boa parte dos ganhos do ciclo de alta já foi eliminada. No entanto, esse movimento ainda não sinaliza um fundo mais robusto em uma análise de maior prazo.

Bitcoin NUPL: Glassnode

O histórico aponta que o NUPL ainda pode descer mais. Em março de 2023, o indicador caiu para perto de 0,02, quando o Bitcoin era negociado na faixa de US$ 20 mil. Essa retração marcou uma fase de capitulação antes da arrancada seguinte. Em comparação, o patamar do NUPL hoje segue relativamente elevado, sugerindo que o mercado não passou por uma limpeza completa.

O comportamento dos investidores de longo prazo reforça tal perspectiva. Os detentores antigos de BTC são carteiras que mantêm Bitcoin por mais de um ano. Estes investidores normalmente acumulam posições em momentos de fundo, contribuindo para a estabilidade das cotações.

No cenário atual, ainda continuam vendendo. No início de fevereiro de 2025, investidores de longo prazo reduziram seus saldos em mais de 170 mil BTC. No ápice das vendas, em fevereiro de 2026, os saques superaram quase 245 mil BTC. Trata-se de uma distribuição superior à observada durante a correção de janeiro a abril de 2025.

Investidores vendendo: Glassnode

Naquela ocasião, a demanda desses investidores de longo prazo já mostrava sinais de recuperação antes mesmo da cotação avançar. Neste momento, essa reversão ainda não ocorreu. Em resumo, instituições agem com prudência, o lucro diminui e os investidores históricos seguem distantes. Esse conjunto de fatores dificulta uma reação expressiva no curto prazo.

Por que a faixa entre US$ 53 mil e US$ 48 mil ainda é relevante no gráfico de preços do bitcoin

Com os fundamentos e dados on-chain indicando queda, os níveis de preço do Bitcoin tornam-se decisivos.

A projeção atual do bear flag aponta para uma ampla zona de suporte entre US$ 53.200 e US$ 48.300. Esse intervalo está alinhado a níveis importantes de retração de Fibonacci.

O ponto médio deste intervalo se aproxima dos US$ 50 mil, considerado um patamar psicológico relevante. Números redondos frequentemente concentram forte atuação de compradores e vendedores, funcionando como um polo natural em períodos de correção. Por isso, a projeção do Standard Chartered em US$ 50 mil se encaixa na estrutura técnica e não é um alvo aleatório, pois está situada na principal faixa de suporte.

Análise de Preço do Bitcoin: TradingView

Se a pressão vendedora persistir e os fluxos de ETF continuarem enfraquecidos, o Bitcoin pode testar essa região nos próximos meses. Em um cenário de maior aversão ao risco, as perdas podem alcançar até US$ 42.400, em linha com projeções de rompimento de longo prazo e regiões históricas de suporte.

Para que essa previsão de queda desacelere, o BTC precisaria retomar e se manter acima da faixa dos US$ 72.100, com volume elevado e novo ingresso de investidores institucionais. Esse movimento indicaria que a procura foi restabelecida e a configuração de bear flag perdeu força. Até o momento, não há indícios desse cenário.

O artigo Previsão do Standard Chartered para o Bitcoin ainda aponta US$ 50 mil como preço adequado foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Mercado de ouro tokenizado supera US$ 6 bilhõesO mercado de ouro tokenizado ultrapassou US$ 6 bilhões, avançando de forma expressiva em meio à volatilidade de curto prazo nos preços do ouro físico. Com investidores buscando exposição a ativos reais por meio de infraestrutura digital, o ouro tokenizado tornou-se um dos setores que mais crescem dentro do mercado de ativos digitais. De acordo com dados do Dune, a capitalização total de mercado do ouro tokenizado aumentou mais de US$ 2 bilhões desde o início do ano. No momento desta reportagem, o segmento estava em US$ 6,12 bilhões. Mais de 1,2 milhão de onças de ouro físico estão agora sob custódia para dar lastro a esses tokens digitais, evidenciando a demanda crescente por representações em blockchain do metal. Mercado de Ouro Tokenizado. Fonte: Dune A Tether Gold (XAUT) segue na liderança, com capitalização de mercado de US$ 3,5 bilhões. Ela representa mais da metade do total no setor de ouro tokenizado.  Segundo dados da Token Terminal divulgados, sua capitalização cresceu mais de 50% apenas no mês passado. Paolo Ardoino, CEO da Tether, afirmou anteriormente que a empresa pretende elevar a exposição ao ouro para entre 10% e 15% do portfólio de investimentos. A empresa acelerou de maneira expressiva sua estratégia de acumulação do metal, superando inclusive países como Grécia, Catar e Austrália. No último trimestre de 2025, a Tether somou 27 toneladas de ouro à exposição de seus fundos. Além disso, a Tether realizou um investimento estratégico de US$ 150 milhões na plataforma Gold.com, especializada em metais preciosos. A transação deu à Tether cerca de 12% de participação na empresa. Esse acordo vai permitir ainda que a Tether integre o XAUT à plataforma Gold.com. A cooperação visa ampliar “o acesso ao ouro por canais digitais e tradicionais”. “As empresas também avaliam opções para permitir que clientes comprem ouro físico usando moedas digitais como USD₮, a maior stablecoin do mundo, e USA₮, a recém-lançada e regulada stablecoin lastreada em dólar”, escreveu a Tether em comunicado. Paralelamente à sua expansão, a Tether também lançou o Scudo, uma unidade de medida que representa 1/1000 de um XAUT (onça de ouro). Introducing Scudo. A new way to measure the value of gold on-chain. Scudo is a simple, intuitive unit that makes Tether Gold ( XAU₮) easier to use, track, and transact. 1 Scudo = 1/1000 of an XAU₮ (Gold Ounce), giving you a practical and accessible way to send and receive gold… pic.twitter.com/DahNgDeBvm — Tether Gold (@tethergold) February 12, 2026 A PAX Gold (PAXG), lastreada pela Paxos, ocupa o segundo lugar no setor, com capitalização de mercado de US$ 2,3 bilhões, após um avanço de 33,2% no último mês. Juntas, XAUT e PAXG concentram a maior parte das operações de ouro tokenizado. Preços do ouro registram volatilidade após recorde Enquanto isso, a ascensão do ouro tokenizado ocorre paralelamente à alta histórica do ouro, que registrou forte volatilidade nas sessões recentes. Dados de mercado mostram que, ao atingir o recorde de US$ 5.602 por onça em 29 de janeiro, o preço do ouro recuou acentuadamente, caindo de US$ 5.602 para US$ 4.402 em 2 de fevereiro. Após essa queda, os preços ensaiaram recuperação parcial, mas voltaram a sofrer pressão vendedora ontem. O BeInCrypto reportou que o ouro à vista recuou mais de 3% e a prata caiu mais de 10%, diante do aumento do estresse econômico. Desempenho do preço do ouro. Fonte: TradingView Segundo dados mais recentes, o ouro era negociado a US$ 4.967 por onça, com alta de 1,21% nas últimas 24 horas. O artigo Mercado de ouro tokenizado supera US$ 6 bilhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Mercado de ouro tokenizado supera US$ 6 bilhões

O mercado de ouro tokenizado ultrapassou US$ 6 bilhões, avançando de forma expressiva em meio à volatilidade de curto prazo nos preços do ouro físico.

Com investidores buscando exposição a ativos reais por meio de infraestrutura digital, o ouro tokenizado tornou-se um dos setores que mais crescem dentro do mercado de ativos digitais.

De acordo com dados do Dune, a capitalização total de mercado do ouro tokenizado aumentou mais de US$ 2 bilhões desde o início do ano. No momento desta reportagem, o segmento estava em US$ 6,12 bilhões.

Mais de 1,2 milhão de onças de ouro físico estão agora sob custódia para dar lastro a esses tokens digitais, evidenciando a demanda crescente por representações em blockchain do metal.

Mercado de Ouro Tokenizado. Fonte: Dune

A Tether Gold (XAUT) segue na liderança, com capitalização de mercado de US$ 3,5 bilhões. Ela representa mais da metade do total no setor de ouro tokenizado. 

Segundo dados da Token Terminal divulgados, sua capitalização cresceu mais de 50% apenas no mês passado. Paolo Ardoino, CEO da Tether, afirmou anteriormente que a empresa pretende elevar a exposição ao ouro para entre 10% e 15% do portfólio de investimentos.

A empresa acelerou de maneira expressiva sua estratégia de acumulação do metal, superando inclusive países como Grécia, Catar e Austrália. No último trimestre de 2025, a Tether somou 27 toneladas de ouro à exposição de seus fundos.

Além disso, a Tether realizou um investimento estratégico de US$ 150 milhões na plataforma Gold.com, especializada em metais preciosos. A transação deu à Tether cerca de 12% de participação na empresa.

Esse acordo vai permitir ainda que a Tether integre o XAUT à plataforma Gold.com. A cooperação visa ampliar “o acesso ao ouro por canais digitais e tradicionais”.

“As empresas também avaliam opções para permitir que clientes comprem ouro físico usando moedas digitais como USD₮, a maior stablecoin do mundo, e USA₮, a recém-lançada e regulada stablecoin lastreada em dólar”, escreveu a Tether em comunicado.

Paralelamente à sua expansão, a Tether também lançou o Scudo, uma unidade de medida que representa 1/1000 de um XAUT (onça de ouro).

Introducing Scudo.
A new way to measure the value of gold on-chain. Scudo is a simple, intuitive unit that makes Tether Gold ( XAU₮) easier to use, track, and transact.

1 Scudo = 1/1000 of an XAU₮ (Gold Ounce), giving you a practical and accessible way to send and receive gold… pic.twitter.com/DahNgDeBvm

— Tether Gold (@tethergold) February 12, 2026

A PAX Gold (PAXG), lastreada pela Paxos, ocupa o segundo lugar no setor, com capitalização de mercado de US$ 2,3 bilhões, após um avanço de 33,2% no último mês. Juntas, XAUT e PAXG concentram a maior parte das operações de ouro tokenizado.

Preços do ouro registram volatilidade após recorde

Enquanto isso, a ascensão do ouro tokenizado ocorre paralelamente à alta histórica do ouro, que registrou forte volatilidade nas sessões recentes.

Dados de mercado mostram que, ao atingir o recorde de US$ 5.602 por onça em 29 de janeiro, o preço do ouro recuou acentuadamente, caindo de US$ 5.602 para US$ 4.402 em 2 de fevereiro.

Após essa queda, os preços ensaiaram recuperação parcial, mas voltaram a sofrer pressão vendedora ontem. O BeInCrypto reportou que o ouro à vista recuou mais de 3% e a prata caiu mais de 10%, diante do aumento do estresse econômico.

Desempenho do preço do ouro. Fonte: TradingView

Segundo dados mais recentes, o ouro era negociado a US$ 4.967 por onça, com alta de 1,21% nas últimas 24 horas.

O artigo Mercado de ouro tokenizado supera US$ 6 bilhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Congresso da Argentina acaba com opção de salário em carteira digitalFintechs na Argentina receberam positivamente a possibilidade inédita de permitir que trabalhadores depositassem seus salários em carteiras virtuais (cripto). No entanto, parlamentares retiraram esse trecho do projeto, medida vista como favorecimento aos interesses dos bancos tradicionais. Nas negociações para ampliar o apoio ao texto, o partido do presidente Javier Milei aceitou excluir o artigo, apesar de pesquisas mostrarem que a maioria expressiva da população prefere ter liberdade para decidir onde os vencimentos serão depositados. Desconfiança em bancos impulsiona adoção de carteiras digitais Atualmente, a legislação argentina determina que os salários sejam depositados em contas bancárias tradicionais. Apesar dessa obrigação, a adoção de carteiras digitais no país cresceu de forma expressiva nas últimas décadas. Esse avanço reflete, em parte, o acesso restrito ao sistema bancário. Pesquisa do Banco Central em 2022 apontou que apenas 47% da população tinha conta em banco, índice influenciado pela desconfiança em relação aos métodos convencionais. Crises financeiras recorrentes, como o congelamento de depósitos (“corralito”) de 2001, inflação persistente e restrições frequentes ao acesso a recursos minaram a confiança pública nos bancos e impulsionaram a busca por dinheiro em espécie e reservas atreladas ao dólar. Assim, carteiras digitais geridas por fintechs e operadas por provedores de serviços de pagamento não bancários ampliaram o acesso a serviços financeiros em todo o país. En el mundo, las billeteras virtuales se usan principalmente para pagos y, en segundo lugar, para crédito, con una baja incidencia de saldos transaccionales significativos en moneda fiat, que suelen permanecer en cuentas bancarias tradicionales. Argentina es una excepción: el… — Federico Dominguez (@fededomin) February 10, 2026 Plataformas como Mercado Pago, Modo, Ualá e Lemon estão entre as mais usadas atualmente. Muitas pessoas sem acesso ao sistema bancário tradicional recorrem a esses aplicativos como porta de entrada para o sistema financeiro digitalizado. Por esse motivo, lideranças do setor fintech apoiaram a proposta de permitir o depósito de salários diretamente em carteiras virtuais. Entretanto, o artigo foi suprimido da reforma trabalhista antes mesmo de ser debatido no Congresso Nacional. “A exclusão do Artigo 35 da reforma trabalhista eliminou a possibilidade de argentinos escolherem livremente onde receber seus salários. Na prática, manteve-se a exigência de encaminhar os pagamentos pelo sistema bancário tradicional, após forte pressão do setor. No entanto, a preferência popular já é clara: quase 75% das transferências no país são feitas via CVUs, usados por carteiras digitais. Milhões só recebem seus vencimentos em bancos devido à regulamentação e depois transferem os valores para fintechs em busca de produtos melhores, custos reduzidos e maior rentabilidade”, afirmou Maximiliano Raimondi, CFO da Lemon, ao BeInCrypto. Acordo político favorece bancos Associações bancárias intensificaram o lobby nesta semana. Representantes enviaram cartas a senadores influentes explicando os motivos para se oporem à permissão de depósitos salariais em carteiras digitais. Os bancos argumentam que carteiras digitais têm regulação insuficiente, trazem riscos sistêmicos potenciais e poderiam agravar a exclusão financeira. “Elas não possuem estrutura regulatória, prudencial ou de supervisão equivalente à dos bancos, e a aprovação dessa medida geraria riscos legais, financeiros, patrimoniais e sistêmicos que afetariam diretamente os trabalhadores e o funcionamento do sistema financeiro”, declarou o Banco Provincia, referência no setor argentino, em nota oficial. Organizações do setor fintech contestaram, dizendo que essas alegações são infundadas. “Todos os Provedores de Serviços de Pagamento (PSPs) são fiscalizados e regulamentados pelo Banco Central da Argentina (BCRA)”, afirmou Maximiliano Raimondi, CFO da Lemon, em nota. “As carteiras digitais abriram portas para serviços financeiros a milhões de pessoas que puderam criar contas virtuais de forma fácil e gratuita, com acesso a soluções superiores.” Segundo estudo recente da consultoria Isonomía, nove em cada dez argentinos gostariam de escolher onde depositar seus salários. A tendência se acentua entre autônomos e trabalhadores informais. O levantamento também revelou que 75% da população já utiliza carteiras digitais diariamente. Hoy millones de personas usan cuentas digitales todos los días. 📊 El 75% de las transferencias ya pasa por CVU. El salario es una de las pocas operaciones masivas donde esa libertad todavía no existe. Desde la Cámara Argentina Fintech sostenemos que este debate no trata de… pic.twitter.com/EOMQ7NV5V4 — Cámara Argentina Fintech (@CamaraFintechAr) February 8, 2026 No fim, o setor bancário saiu vitorioso antes que o projeto chegasse à votação no Senado. Conforme reportagens, o governo decidiu retirar o artigo para evitar desgastes com bancos e aumentar as chances de aprovação do texto final. O artigo Congresso da Argentina acaba com opção de salário em carteira digital foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Congresso da Argentina acaba com opção de salário em carteira digital

Fintechs na Argentina receberam positivamente a possibilidade inédita de permitir que trabalhadores depositassem seus salários em carteiras virtuais (cripto). No entanto, parlamentares retiraram esse trecho do projeto, medida vista como favorecimento aos interesses dos bancos tradicionais.

Nas negociações para ampliar o apoio ao texto, o partido do presidente Javier Milei aceitou excluir o artigo, apesar de pesquisas mostrarem que a maioria expressiva da população prefere ter liberdade para decidir onde os vencimentos serão depositados.

Desconfiança em bancos impulsiona adoção de carteiras digitais

Atualmente, a legislação argentina determina que os salários sejam depositados em contas bancárias tradicionais. Apesar dessa obrigação, a adoção de carteiras digitais no país cresceu de forma expressiva nas últimas décadas.

Esse avanço reflete, em parte, o acesso restrito ao sistema bancário. Pesquisa do Banco Central em 2022 apontou que apenas 47% da população tinha conta em banco, índice influenciado pela desconfiança em relação aos métodos convencionais.

Crises financeiras recorrentes, como o congelamento de depósitos (“corralito”) de 2001, inflação persistente e restrições frequentes ao acesso a recursos minaram a confiança pública nos bancos e impulsionaram a busca por dinheiro em espécie e reservas atreladas ao dólar.

Assim, carteiras digitais geridas por fintechs e operadas por provedores de serviços de pagamento não bancários ampliaram o acesso a serviços financeiros em todo o país.

En el mundo, las billeteras virtuales se usan principalmente para pagos y, en segundo lugar, para crédito, con una baja incidencia de saldos transaccionales significativos en moneda fiat, que suelen permanecer en cuentas bancarias tradicionales.

Argentina es una excepción: el…

— Federico Dominguez (@fededomin) February 10, 2026

Plataformas como Mercado Pago, Modo, Ualá e Lemon estão entre as mais usadas atualmente. Muitas pessoas sem acesso ao sistema bancário tradicional recorrem a esses aplicativos como porta de entrada para o sistema financeiro digitalizado.

Por esse motivo, lideranças do setor fintech apoiaram a proposta de permitir o depósito de salários diretamente em carteiras virtuais. Entretanto, o artigo foi suprimido da reforma trabalhista antes mesmo de ser debatido no Congresso Nacional.

“A exclusão do Artigo 35 da reforma trabalhista eliminou a possibilidade de argentinos escolherem livremente onde receber seus salários. Na prática, manteve-se a exigência de encaminhar os pagamentos pelo sistema bancário tradicional, após forte pressão do setor.

No entanto, a preferência popular já é clara: quase 75% das transferências no país são feitas via CVUs, usados por carteiras digitais. Milhões só recebem seus vencimentos em bancos devido à regulamentação e depois transferem os valores para fintechs em busca de produtos melhores, custos reduzidos e maior rentabilidade”, afirmou Maximiliano Raimondi, CFO da Lemon, ao BeInCrypto.

Acordo político favorece bancos

Associações bancárias intensificaram o lobby nesta semana. Representantes enviaram cartas a senadores influentes explicando os motivos para se oporem à permissão de depósitos salariais em carteiras digitais.

Os bancos argumentam que carteiras digitais têm regulação insuficiente, trazem riscos sistêmicos potenciais e poderiam agravar a exclusão financeira.

“Elas não possuem estrutura regulatória, prudencial ou de supervisão equivalente à dos bancos, e a aprovação dessa medida geraria riscos legais, financeiros, patrimoniais e sistêmicos que afetariam diretamente os trabalhadores e o funcionamento do sistema financeiro”, declarou o Banco Provincia, referência no setor argentino, em nota oficial.

Organizações do setor fintech contestaram, dizendo que essas alegações são infundadas.

“Todos os Provedores de Serviços de Pagamento (PSPs) são fiscalizados e regulamentados pelo Banco Central da Argentina (BCRA)”, afirmou Maximiliano Raimondi, CFO da Lemon, em nota. “As carteiras digitais abriram portas para serviços financeiros a milhões de pessoas que puderam criar contas virtuais de forma fácil e gratuita, com acesso a soluções superiores.”

Segundo estudo recente da consultoria Isonomía, nove em cada dez argentinos gostariam de escolher onde depositar seus salários. A tendência se acentua entre autônomos e trabalhadores informais. O levantamento também revelou que 75% da população já utiliza carteiras digitais diariamente.

Hoy millones de personas usan cuentas digitales todos los días. 📊 El 75% de las transferencias ya pasa por CVU. El salario es una de las pocas operaciones masivas donde esa libertad todavía no existe.

Desde la Cámara Argentina Fintech sostenemos que este debate no trata de… pic.twitter.com/EOMQ7NV5V4

— Cámara Argentina Fintech (@CamaraFintechAr) February 8, 2026

No fim, o setor bancário saiu vitorioso antes que o projeto chegasse à votação no Senado. Conforme reportagens, o governo decidiu retirar o artigo para evitar desgastes com bancos e aumentar as chances de aprovação do texto final.

O artigo Congresso da Argentina acaba com opção de salário em carteira digital foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Usuários da Coinbase enfrentam bloqueio temporário em operações de criptoAlguns usuários da Coinbase estão enfrentando uma interrupção temporária, que impede a compra, venda ou transferência de ativos digitais na Coinbase.com. O problema, primeiramente informado pela plataforma em suas redes sociais, gerou preocupação entre traders, embora a empresa assegure aos clientes que todos os fundos permanecem protegidos. Interrupção temporária de serviço impede usuários da Coinbase de negociar A Coinbase, maior exchange de cripto dos EUA, confirmou a interrupção em comunicado divulgado em seu canal oficial de suporte no X, declarando: “… Estamos cientes de que clientes podem estar impossibilitados de comprar, vender ou transferir na Coinbase.com neste momento. Nossa equipe está investigando o caso e publicaremos atualizações. Seus fundos estão seguros”, informou a exchange em publicação. A empresa destacou que a falha é passageira e não há indícios de risco duradouro para contas ou recursos dos usuários. Novos informes serão disponibilizados conforme o andamento da apuração. Perfis que acompanham o setor e veículos de notícias sobre cripto, como o MilkRoad, rapidamente replicaram o comunicado, reforçando a mensagem da Coinbase. JUST IN: Some Coinbase customers may be unable to buy, sell, transfer. But Coinbase is on it: “Our team is investigating this issue and will provide an update. Your funds are safe.” pic.twitter.com/ZeWOKis2It — Milk Road (@MilkRoad) February 12, 2026 Embora ainda não tenha sido informado o motivo da interrupção, a pronta manifestação da Coinbase mostra o foco crescente da plataforma em transparência, diante das críticas que têm recaído sobre a confiabilidade das exchanges de cripto. Quedas temporárias em exchanges, embora incomuns, geram impactos no volume negociado e nas expectativas do mercado, sobretudo para investidores de grande porte ou em períodos de volatilidade elevada. Alguns usuários demonstraram insatisfação nas redes sociais, ressaltando que a impossibilidade de operar pode afetar posições em aberto. Porém, especialistas ressaltam que esse tipo de interrupção costuma ser resolvido em pouco tempo e, geralmente, não provoca perdas financeiras, especialmente quando as plataformas adotam medidas preventivas para proteger os fundos. As equipes de engenharia e suporte ao cliente da Coinbase atuam para normalizar o serviço o quanto antes. Os canais oficiais da empresa sugerem aos usuários que acompanhem os comunicados e aguardem novas informações sobre a retomada integral dos serviços. O artigo Usuários da Coinbase enfrentam bloqueio temporário em operações de cripto foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Usuários da Coinbase enfrentam bloqueio temporário em operações de cripto

Alguns usuários da Coinbase estão enfrentando uma interrupção temporária, que impede a compra, venda ou transferência de ativos digitais na Coinbase.com.

O problema, primeiramente informado pela plataforma em suas redes sociais, gerou preocupação entre traders, embora a empresa assegure aos clientes que todos os fundos permanecem protegidos.

Interrupção temporária de serviço impede usuários da Coinbase de negociar

A Coinbase, maior exchange de cripto dos EUA, confirmou a interrupção em comunicado divulgado em seu canal oficial de suporte no X, declarando:

“… Estamos cientes de que clientes podem estar impossibilitados de comprar, vender ou transferir na Coinbase.com neste momento. Nossa equipe está investigando o caso e publicaremos atualizações. Seus fundos estão seguros”, informou a exchange em publicação.

A empresa destacou que a falha é passageira e não há indícios de risco duradouro para contas ou recursos dos usuários. Novos informes serão disponibilizados conforme o andamento da apuração.

Perfis que acompanham o setor e veículos de notícias sobre cripto, como o MilkRoad, rapidamente replicaram o comunicado, reforçando a mensagem da Coinbase.

JUST IN: Some Coinbase customers may be unable to buy, sell, transfer.

But Coinbase is on it:

“Our team is investigating this issue and will provide an update. Your funds are safe.” pic.twitter.com/ZeWOKis2It

— Milk Road (@MilkRoad) February 12, 2026

Embora ainda não tenha sido informado o motivo da interrupção, a pronta manifestação da Coinbase mostra o foco crescente da plataforma em transparência, diante das críticas que têm recaído sobre a confiabilidade das exchanges de cripto.

Quedas temporárias em exchanges, embora incomuns, geram impactos no volume negociado e nas expectativas do mercado, sobretudo para investidores de grande porte ou em períodos de volatilidade elevada.

Alguns usuários demonstraram insatisfação nas redes sociais, ressaltando que a impossibilidade de operar pode afetar posições em aberto. Porém, especialistas ressaltam que esse tipo de interrupção costuma ser resolvido em pouco tempo e, geralmente, não provoca perdas financeiras, especialmente quando as plataformas adotam medidas preventivas para proteger os fundos.

As equipes de engenharia e suporte ao cliente da Coinbase atuam para normalizar o serviço o quanto antes. Os canais oficiais da empresa sugerem aos usuários que acompanhem os comunicados e aguardem novas informações sobre a retomada integral dos serviços.

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Saber sobre cripto torna você mais atraente? Nova pesquisa diz que simUma nova pesquisa da OKX revela que americanos consideram cada vez mais atraente em um parceiro o conhecimento em educação financeira e ativos digitais, com 21% afirmando que receber cripto como presente no Dia dos Namorados seria um “estímulo”. Os dados indicam que, atualmente, ter domínio financeiro passou a ser uma vantagem evidente no cenário dos relacionamentos. Millennials e Geração Z redefinem atração com base na gestão financeira O levantamento feito com 1 mil americanos aponta que 66% acreditam que conhecimento sobre finanças pessoais torna alguém mais atraente. O índice é ainda maior entre as gerações mais jovens: 76% da Geração Z e 75% dos Millennials valorizam a educação financeira em seus parceiros. Mulheres Millennials e homens da Geração Z aparecem entre os que mais priorizam o conhecimento financeiro, ambos com 77%. Os dados demonstram que, independentemente do gênero, para jovens que estão se relacionando, compreender o universo financeiro não é apenas questão de praticidade, mas também integra o apelo pessoal. “Os resultados mostram que isso vai além das recentes mudanças econômicas. Por exemplo, entre a Geração Z, 76% consideram atraente a educação financeira; esse grupo foi influenciado por mais de uma década de incertezas econômicas, incluindo pandemia, dívidas estudantis e dificuldade de acesso à casa própria. Para eles, competência financeira é fundamental”, afirmou um porta-voz da OKX à BeInCrypto. Possuir cripto é neutro, mas compreendê-la é atraente Além da educação financeira tradicional, ter familiaridade com ativos digitais, como cripto e carteiras digitais, também é bem visto. Mais da metade dos homens, entre 52% e 55%, e 49% das mulheres afirmaram que entender sobre ativos digitais aumenta a atratividade de um parceiro. Esse cenário levanta um questionamento mais amplo: a educação financeira está se tornando mais valorizada por sinalizar estabilidade em tempos incertos ou porque americanos estão realmente mais engajados com temas financeiros? O porta-voz comentou que a busca por estabilidade permanece, mas o conceito de “estável” está mudando para as novas gerações. “Não é mais apenas sobre ter um salário fixo. O foco está na adaptabilidade, em entender o funcionamento dos mercados, se sentir confortável com novas ferramentas financeiras e tomar decisões embasadas. O fato de 52% dos americanos acharem atraente o conhecimento sobre ativos digitais indica valorização de pessoas curiosas e conectadas às mudanças do dinheiro”, explicou o porta-voz. Entre Millennials, 66% compartilham dessa visão, seguidos de perto por 65% da Geração Z. Já entre os Baby Boomers, apenas 37% demonstram essa opinião. A posse de ativos digitais ainda é vista de maneira mais neutra. No total, 17% dos americanos afirmam que ter cripto torna alguém mais atraente. Esse número sobre para 30% entre Millennials e 28% na Geração Z. Apesar disso, 64% dos entrevistados se dizem indiferentes. O representante da exchange salientou que as pessoas diferenciam conhecimento de posse. Ele acrescentou: “É importante ressaltar que não houve sentimento negativo em relação à posse. A maioria (64%) permaneceu neutra sobre ter cripto. Portanto, poucos penalizam quem possui; apenas não consideram um diferencial, como acontece com o conhecimento.” Educação financeira e conhecimento em cripto aumentam o apelo nos relacionamentos entre americanos. Fonte: OKX Cripto seria um bom presente para o Dia dos Namorados? Se o conhecimento financeiro aumenta o apelo nos relacionamentos, a próxima questão é se ativos digitais se traduzem em romance. Para a maioria, cripto ainda não é garantia de sucesso como presente no Dia dos Namorados, embora os mais jovens demonstrem maior receptividade. No geral, 21% dos americanos — incluindo 25% dos homens e 17% das mulheres — disseram que receber cripto na data seria um “estímulo”. Por outro lado, 35% preferem algo tradicional, e 44% afirmam se manter indiferentes. Entre Millennials, esse percentual chega a 34%. A Geração Z aparece próxima, com 31%, sendo os homens da Geração Z os mais abertos ao cripto como presente, com 39%. “A conclusão? Presentear com cripto ainda não é prática comum, mas está avançando entre nativos digitais”, escreveu a OKX. Acesso, e não demanda, desacelera uso de cripto em transações de aplicativos de namoro Apesar do interesse crescente, o uso efetivo de cripto em transações durante encontros segue limitado. Apenas 5% relataram já ter pago um encontro com cripto. Entre a Geração Z, o índice é de 13%, contra menos de 1% dos Boomers. Outros 6% dos entrevistados disseram já ter contribuído enviando cripto depois do pagamento tradicional da conta, percentual que sobe para 14% entre jovens da Geração Z. Os obstáculos variam por faixa etária. Entre os respondentes da Geração Z que nunca usaram cripto para pagar um encontro, 37% citaram a falta de acesso como motivo. Entre Boomers, a resistência é mais cultural do que logística, com 65% apontando desconforto em efetuar pagamentos desse tipo. “Os dados mostram que se trata mais de acesso do que de demanda”, avaliou o porta-voz. “O que ainda está em desenvolvimento é a infraestrutura de pagamentos no ponto de venda, como a possibilidade de pagar por aproximação, igual ao uso do cartão ou celular.” A OKX concluiu que, embora a cripto ainda não seja uma vantagem universal no mundo dos relacionamentos, a educação financeira se destaca. À medida que as gerações mais jovens adotam tanto as habilidades tradicionais de gestão financeira quanto os ativos digitais emergentes, a mensagem para quem namora atualmente é clara: o conhecimento sobre administração de dinheiro, seja tradicional ou digital, parece causar mais impacto do que “exibir o que possui”. O artigo Saber sobre cripto torna você mais atraente? Nova pesquisa diz que sim foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Saber sobre cripto torna você mais atraente? Nova pesquisa diz que sim

Uma nova pesquisa da OKX revela que americanos consideram cada vez mais atraente em um parceiro o conhecimento em educação financeira e ativos digitais, com 21% afirmando que receber cripto como presente no Dia dos Namorados seria um “estímulo”.

Os dados indicam que, atualmente, ter domínio financeiro passou a ser uma vantagem evidente no cenário dos relacionamentos.

Millennials e Geração Z redefinem atração com base na gestão financeira

O levantamento feito com 1 mil americanos aponta que 66% acreditam que conhecimento sobre finanças pessoais torna alguém mais atraente. O índice é ainda maior entre as gerações mais jovens: 76% da Geração Z e 75% dos Millennials valorizam a educação financeira em seus parceiros.

Mulheres Millennials e homens da Geração Z aparecem entre os que mais priorizam o conhecimento financeiro, ambos com 77%. Os dados demonstram que, independentemente do gênero, para jovens que estão se relacionando, compreender o universo financeiro não é apenas questão de praticidade, mas também integra o apelo pessoal.

“Os resultados mostram que isso vai além das recentes mudanças econômicas. Por exemplo, entre a Geração Z, 76% consideram atraente a educação financeira; esse grupo foi influenciado por mais de uma década de incertezas econômicas, incluindo pandemia, dívidas estudantis e dificuldade de acesso à casa própria. Para eles, competência financeira é fundamental”, afirmou um porta-voz da OKX à BeInCrypto.

Possuir cripto é neutro, mas compreendê-la é atraente

Além da educação financeira tradicional, ter familiaridade com ativos digitais, como cripto e carteiras digitais, também é bem visto. Mais da metade dos homens, entre 52% e 55%, e 49% das mulheres afirmaram que entender sobre ativos digitais aumenta a atratividade de um parceiro.

Esse cenário levanta um questionamento mais amplo: a educação financeira está se tornando mais valorizada por sinalizar estabilidade em tempos incertos ou porque americanos estão realmente mais engajados com temas financeiros?

O porta-voz comentou que a busca por estabilidade permanece, mas o conceito de “estável” está mudando para as novas gerações.

“Não é mais apenas sobre ter um salário fixo. O foco está na adaptabilidade, em entender o funcionamento dos mercados, se sentir confortável com novas ferramentas financeiras e tomar decisões embasadas. O fato de 52% dos americanos acharem atraente o conhecimento sobre ativos digitais indica valorização de pessoas curiosas e conectadas às mudanças do dinheiro”, explicou o porta-voz.

Entre Millennials, 66% compartilham dessa visão, seguidos de perto por 65% da Geração Z. Já entre os Baby Boomers, apenas 37% demonstram essa opinião.

A posse de ativos digitais ainda é vista de maneira mais neutra. No total, 17% dos americanos afirmam que ter cripto torna alguém mais atraente.

Esse número sobre para 30% entre Millennials e 28% na Geração Z. Apesar disso, 64% dos entrevistados se dizem indiferentes.

O representante da exchange salientou que as pessoas diferenciam conhecimento de posse. Ele acrescentou:

“É importante ressaltar que não houve sentimento negativo em relação à posse. A maioria (64%) permaneceu neutra sobre ter cripto. Portanto, poucos penalizam quem possui; apenas não consideram um diferencial, como acontece com o conhecimento.”

Educação financeira e conhecimento em cripto aumentam o apelo nos relacionamentos entre americanos. Fonte: OKX

Cripto seria um bom presente para o Dia dos Namorados?

Se o conhecimento financeiro aumenta o apelo nos relacionamentos, a próxima questão é se ativos digitais se traduzem em romance. Para a maioria, cripto ainda não é garantia de sucesso como presente no Dia dos Namorados, embora os mais jovens demonstrem maior receptividade.

No geral, 21% dos americanos — incluindo 25% dos homens e 17% das mulheres — disseram que receber cripto na data seria um “estímulo”. Por outro lado, 35% preferem algo tradicional, e 44% afirmam se manter indiferentes.

Entre Millennials, esse percentual chega a 34%. A Geração Z aparece próxima, com 31%, sendo os homens da Geração Z os mais abertos ao cripto como presente, com 39%.

“A conclusão? Presentear com cripto ainda não é prática comum, mas está avançando entre nativos digitais”, escreveu a OKX.

Acesso, e não demanda, desacelera uso de cripto em transações de aplicativos de namoro

Apesar do interesse crescente, o uso efetivo de cripto em transações durante encontros segue limitado. Apenas 5% relataram já ter pago um encontro com cripto. Entre a Geração Z, o índice é de 13%, contra menos de 1% dos Boomers.

Outros 6% dos entrevistados disseram já ter contribuído enviando cripto depois do pagamento tradicional da conta, percentual que sobe para 14% entre jovens da Geração Z.

Os obstáculos variam por faixa etária. Entre os respondentes da Geração Z que nunca usaram cripto para pagar um encontro, 37% citaram a falta de acesso como motivo. Entre Boomers, a resistência é mais cultural do que logística, com 65% apontando desconforto em efetuar pagamentos desse tipo.

“Os dados mostram que se trata mais de acesso do que de demanda”, avaliou o porta-voz. “O que ainda está em desenvolvimento é a infraestrutura de pagamentos no ponto de venda, como a possibilidade de pagar por aproximação, igual ao uso do cartão ou celular.”

A OKX concluiu que, embora a cripto ainda não seja uma vantagem universal no mundo dos relacionamentos, a educação financeira se destaca. À medida que as gerações mais jovens adotam tanto as habilidades tradicionais de gestão financeira quanto os ativos digitais emergentes, a mensagem para quem namora atualmente é clara: o conhecimento sobre administração de dinheiro, seja tradicional ou digital, parece causar mais impacto do que “exibir o que possui”.

O artigo Saber sobre cripto torna você mais atraente? Nova pesquisa diz que sim foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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