BTC sobe com dados dos EUA, mas o jogo ainda não acabou
Nos últimos dias, o Bitcoin voltou a reagir positivamente, impulsionado por dados macroeconômicos dos Estados Unidos e pelo retorno do debate sobre compras estratégicas (Strategy BTC Purchase).
Mas essa alta não acontece no vácuo. 📌 O que está movendo o mercado agora?
🔹 Relatório de empregos dos EUA (Non-Farm Payroll)
Dados mais fracos aliviam a pressão sobre juros, favorecendo ativos de risco como o Bitcoin.
🔹 Déficit comercial americano em queda
Sinal de ajuste econômico, mas ainda longe de uma estabilidade real.
🔹 Relação EUA x China
Qualquer avanço ou tensão impacta diretamente mercados globais e o apetite por risco. ⚠️ O erro comum dos investidores
Muitos confundem movimento de preço com confirmação de tendência.
Alta sem volume, sem rompimento claro e sem alinhamento macro costuma gerar:
👉 FOMO
👉 Aumento de longs no mercado futuros
👉 Stop em prejuízo (aceite de saída a menor do que a entrada)
Atualmente, há cerca de US$ 12 bilhões em liquidações concentradas em longs caso o preço recue até a região dos 83k.
Qual o sentido de acreditar em alta e, ao mesmo tempo, comprar em 90k assumindo stop em 83k?
Esse comportamento explica por que o mercado busca liquidez justamente onde estão os emocionados.
🧠 Estratégia acima de emoção O investidor inteligente:
✔️ Compra em zonas estratégicas
✔️ Entende o contexto macro
✔️ Não idolatra preço, nem narrativa
Para as próximas duas semanas, sigo vendo possível busca de liquidez abaixo dos 90k, antes de qualquer movimento mais sustentável.
Contudo, no longo prazo, o cenário muda: há alta concentração de shorts até a região dos 130k, especialmente na Binance.
Por isso, sigo achando válidas compras nas quedas, inclusive em zonas mais profundas (60k–50k), com visão de hold até a próxima euforia, possivelmente ainda em 2026. HODL não é fé cega.
É convicção baseada em dados.
🔹 A última compra da MicroStrategy A MicroStrategy voltou a comprar Bitcoin recentemente, reforçando sua estratégia de acumulação mesmo em zonas de incerteza macro. Na compra mais recente divulgada, a MicroStrategy adquiriu cerca de 13.627 BTC, investindo aproximadamente US$ 1,25 bilhão, com preço médio próximo de US$ 91 mil por bitcoin. O movimento reforça uma estratégia de acumulação de longo prazo, não um indicativo de fundo imediato ou sinal para FOMO no curto prazo. Esse movimento costuma ser interpretado por muitos como “sinal imediato de alta”, mas a leitura correta é outra: trata-se de estratégia de longo prazo, não de timing de topo ou fundo.
A empresa não compra para capturar movimentos de curto prazo, nem para validar euforia momentânea. Compra para acumular posição, independentemente da volatilidade intermediária.
Usar compras institucionais como justificativa para FOMO de curto prazo e abertura de longs insanos é um erro recorrente — e caro. 📍 Conclusão
O Bitcoin pode até subir mais, mas o mercado ainda testa limites.
Quem sobrevive no longo prazo não corre atrás do preço — constrói posição com estratégia.
☠️ Quando a moeda nacional morre - Irã, Venezuela, Argentina e China
Moedas não colapsam do dia para a noite. Elas apodrecem aos poucos, quando a confiança é substituída por inflação 📉, emissão excessiva 🖨️ e decisões políticas que ignoram a lógica econômica. Venezuela, Argentina, Irã e China mostram estágios diferentes desse mesmo processo. Na 🇻🇪 Venezuela, a hiperinflação destruiu o bolívar. Controles de preços, impressão de dinheiro e isolamento internacional fizeram a moeda perder sua função básica. Hoje, o dólar 💵 é o verdadeiro meio de troca da população. A 🇦🇷 Argentina vive uma morte lenta. O peso não colapsou de uma vez, mas sofre desvalorização constante, crises recorrentes e perda crônica de credibilidade. O resultado é previsível: fuga permanente para o dólar e tentativas estatais de controle que apenas adiam o problema. No 🇮🇷 Irã, sanções econômicas 🌍, inflação elevada e restrições ao sistema financeiro global empurraram o rial a níveis extremos de desvalorização. Quando são necessários milhões de unidades da moeda para comprar um dólar, o problema já não é cambial — é estrutural ⚠️. A 🇨🇳 China não enfrenta um colapso monetário, mas acende sinais de alerta 🚨. Forte controle estatal, expansão monetária, crise imobiliária 🏗️ e intervenções frequentes e pressões extrrnas levantam dúvidas sobre transparência e sustentabilidade no longo prazo. O ponto comum entre esses países não é ideologia nem tamanho econômico. É a quebra do contrato invisível da moeda: confiança 🤝. Quando governos tratam a moeda como ferramenta política, o mercado reage. Nesse cenário, ativos escassos e descentralizados passam a ser vistos como alternativa 🔐. Não por crença, mas por lógica econômica. A história é clara: Estados sobrevivem, regimes mudam — mas moedas fracas sempre morrem primeiro ☠️.
A moeda do Iran caiu para $0. Bitcoin protege a gente contra isso e qualquer ditadura, país comunista ou com governantes irresponsáveis da extrema (direita ou esquerda).
Como as sardinhas continuam entrando em longs, manteremos as nossas posições maiores em BTC e Dólar. Por enquanto, sem altcoin na carteira, só o mínimo existencial de holds, para manter os nossos lucros do ano de 2026 na queda até o fim de janeiro.
Como as sardinhas continuam entrando em longs, manteremos as nossas posições maiores em BTC e Dólar. Por enquanto, sem altcoin na carteira, só o mínimo existencial de holds, para manter os nossos lucros do ano de 2026 na queda até o fim de janeiro.