WLFI é criticada após 'carteiras da equipe' aprovarem proposta de expansão de USD1
A tal da World Liberty Financial (WLFI) tá levando umas críticas danadas depois de uma votação de governança que aprovou o tal crescimento do USD1, mesmo com a turma reclamando que quem tinha WLFI travado não pôde nem dar seu voto. Os dados da votação on-chain mostram que os maiores “SIM” vieram de umas carteiras grandes, que o povo já marcou como ligadas à própria equipe ou a parceiros estratégicos, segundo contou o pesquisador de cripto conhecido como DeFi^2. Pra você ter ideia, só as nove maiores carteiras já deram conta de quase 59% do poder de voto, ou seja, um grupinho pequeno de gente grande acabou decidindo o rumo da proposta. A maior carteira sozinha botou 18,786% do poder de voto, tudo registrado no snapshot da governança da WLFI. E aí vem o contraste: os eleitores comuns lá embaixo na lista, que tão com seus WLFI travados desde o TGE, ficaram de fora e não conseguiram votar no desbloqueio até que a própria equipe resolva liberar. Foi isso que o DeFi^2 soltou lá no X.
Uai, esse trem do USD1 tá dando pano pra manga. O povo do DeFi^2 andou reparando que, em vez de resolver os aperto que já tão judiando de muito investidor, a tal governança foi usada foi pra empurrar crescimento do protocolo. E aí fica a pergunta: por que mexer nisso e não nas dificuldade que tão na cara? O pesquisador até lembrou das letrinha miúda: quem segura WLFI não vê nem cheiro da receita do protocolo. No tal Gold Paper tá escrito que 75% da renda líquida vai pra turma ligada à família Trump e os outros 25% pra família Witkoff. Ou seja, pros investidores mesmo, nada. Um caboclo que tem token e votou contra disse que essa proposta só ia diluir mais ainda os investidores, sem dar vantagem nenhuma em troca. Ele lembrou que a World Liberty Financial já gastou mais de nove dígito de capital pra montar uma tesouraria cheia de Bitcoin, Ether e Chainlink, mas quem tem WLFI não ganhou benefício direto desses ativos. Na visão dele, a empresa podia muito bem vender parte desses ativos alternativos pra bancar os incentivo do USD1, em vez de ficar apertando ainda mais os investidores. E não para por aí: no começo do mês, a World Liberty Financial pediu autorização bancária nacional nos Estados Unidos, tipo trust, pra cuidar de tudo do USD1 — emissão, custódia e conversão — dentro de uma entidade regulada só. Com isso, eles iam poder emitir e resgatar USD1 sem depender de terceiros, oferecer conversão sem taxa entre dólar e USD1 e ainda crescer pros clientes institucionais. Pra completar, semana passada lançaram a World Liberty Markets, uma plataforma on-chain de empréstimo e tomada de empréstimo, tudo girando em torno do $USD1 e do WLFI.
Solana desce abaixo de US$ 130, mas indicadores on-chain mostram que o SOL segue em alta
Solana (SOL) dá uma escorregada, mas o povo grande tá firme na confiança - O preço da Solana caiu pra R$ 686,33, ficando abaixo dos US$ 130 pela primeira vez desde 2 de janeiro. - Mesmo com essa correção geral no mercado, as baleias (os investidores grandões) tão é aproveitando pra juntar mais moeda. - A quantidade de SOL nas corretoras tá na menor marca dos últimos dois anos, o que mostra que a pressão de venda tá diminuindo. - A rede da Solana tá voltando a se mexer mais, e isso aumenta a procura por SOL dentro do próprio sistema. Acumulação tá ficando mais forte - As baleias tão de olho numa alta futura e tão aproveitando a queda até uns US$ 120 no fim de 2025 pra encher o carrim de token. - Segundo os dados da Glassnode, os endereços com 1.000 a 10.000 SOL cresceram bastante desde novembro de 2025. Hoje eles seguram cerca de 48 milhões de moedas, quase 9% da oferta total. - Já os endereços gigantes, com mais de 100.000 SOL, aumentaram de 347 milhões pra 362 milhões de tokens desde novembro. Isso dá 64% de tudo que tá circulando.
Parece que o mercado andou num período de ajuntamento, uai, com os caboclo que segura moeda por mais tempo (os LTHs) botando mais pressão na compra. Desde o finzinho de dezembro de 2025, a posição líquida desses hodlers virou pro lado positivo e foi subindo até bater o maior nível dos últimos 15 mês: 3,85 milhão de SOL no domingo. Em resumo, o povo voltou a guardar SOL, já de olho que pode vim subida boa de preço pela frente.
Uai, sô… a última vez que os LTHs juntaram SOL desse tanto foi lá em outubro de 2024. E não é que logo depois o preço do trem disparou quase 95%? Agora, olha só: a quantidade de SOL nas exchanges tá no mais baixo dos últimos dois anos. Desde o fim de novembro de 2025, conforme os dados da Glassnode, esse saldo vem caindo firme. Só de lá pra cá já foram 5 milhões a menos, chegando a 26.058.693 no dia 14 de janeiro. Pra ter ideia, esse nível só tinha sido visto lá em 12 de janeiro de 2023.
Saldo nas corretoras tá diminuindo Uai, quando o povo tira moeda das exchanges e não põe pra vender, isso mostra que a turma tá segurando firme. É sinal de confiança e aumenta a chance de valorização lá na frente. Solana mostrando fôlego de novo A rede tá dando sinais de recuperação. As métricas on-chain tão fortes, mostrando que o ecossistema tá vivo e pulsante. Com isso, o SOL pode engatar uma alta daquelas, quase parabólica, nas próximas semanas. Endereços ativos crescendo que é uma beleza Nos últimos sete dias, o número de endereços ativos subiu 51%, batendo mais de 5 milhões — maior nível em seis meses, segundo a Nansen. Isso mostra que o povo tá usando mesmo, seja em aplicativos descentralizados ou nos serviços de staking da Solana. Transações na rede não param de subir A média diária aumentou 20% no mesmo período, chegando a 78 milhões na terça-feira. Esse volume só tinha sido visto lá em agosto de 2025. É prova da escalabilidade da rede e da adoção cada vez maior.
Nos derradeiros sete dias, a quantidade de stablecoin rodando na Solana deu um pulo arretado, mais de 15%, chegando num recorde danado de grande: 15 bilhões de dólar, conforme os dado lá do Token Terminal. Esse movimento mostra que pode tá acontecendo mudança na forma como o dinheiro circula dentro do mercado cripto. E, uai, isso acaba deixando o ecossistema da Solana mais firme, chamando a vista dos investidor que tão sempre de olho em novidade boa.
Ô trem bão: tá aumentando a quantidade de stablecoin lá na Solana. Isso quer dizer que tá entrando dinheiro novo na rede, uai. O analista Milk Road até comentou no X: “Na prática, mais stablecoin no $SOL é mais recurso na mão pra fazer negociação, pagar liquidação e mexer nos aplicativos.” No fim das contas, esse tanto de stablecoin mostra que a procura dentro da rede tá crescendo. Aí a Solana fica mais útil, cobra mais taxa, o povo usa mais… e isso ajuda a empurrar o preço do SOL pra cima.
Secretário do Tesouro dos EUA disse que o governo manterá os bitcoins confiscados
No tal do Fórum Econômico Mundial lá em Davos, o Scott Bessent, que é o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, foi perguntado sobre o que o governo pretende fazer em 2026 com essa tal reserva de Bitcoin. A resposta dele foi direta: vão continuar firme na ideia de não vender as moedas que foram apreendidas. Segundo os dados da Arkham, o governo americano tá com um balaio de 328.372 bitcoins guardados, que valem uma fortuna — coisa de uns 29,7 bilhões de dólares, ou 158,8 bilhões de reais. Mas aí que tá: a maior parte dessas moedas ainda tá enrolada em processo, não é posse definitiva não. O que eles têm de verdade, garantido mesmo, são só 28.988 bitcoins, menos de um décimo desse montante todo.
Scott Bessent foi cutucado sobre o plano dos Estados Unidos de guardar Bitcoin em reserva. Além disso, lembraram ele que o governo americano tinha tomado uns bitcoins dos criadores do Tornado Cash. Na resposta, o secretário do Tesouro disse que não ia entrar no detalhe desses bitcoins não, mas falar do mercado cripto como um todo. > “O que posso dizer é que o Tesouro, junto com o Congresso, aprovou uma lei importante, o Genius Act, voltado pras stablecoins.” Ele continuou dizendo que tão mexendo numa lei pra dar mais clareza regulatória e que a ideia do presidente é trazer os ativos digitais e a inovação pra dentro dos EUA. Segundo ele, querem ser o melhor lugar do mundo pra regular cripto e criar um ambiente que puxe inovação. Na semana passada, um rascunho do Clarity Act foi levado pro Senado, seguindo os planos de Trump de transformar os EUA na capital mundial das criptomoedas. Mas o texto não agradou muito os grandões da indústria. Sobre o caso do Tornado Cash, Bessent disse que não ia comentar especificamente, mas deixou claro que o governo não pretende vender os bitcoins que foram confiscados. > “Se foi apreendido, deve ter sido dos fundadores. A política do governo é guardar esse Bitcoin na nossa reserva de ativos digitais depois que os processos terminarem.” E fechou dizendo: > “Na questão da reserva, primeiro a gente parou de vender, o que já foi feito. Agora, podemos ir adicionando os bitcoins que forem fruto de confisco.”
“Lá em Davos, o Brian Armstrong, que é o caboclo fundador da Coinbase, disse que vai tá marcando presença no encontro pra prosear sobre criptomoeda com os chefão do mundo inteiro. Além disso, vai mexê com conversa de regra e vê se dá um gás pra turma ter acesso mais ligeiro aos mercado de capital.”
Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoedas tá mais agitado que feira de domingo. Hoje na Binance tem moeda subindo feito foguete de festa junina, mas também tem umas que tão caindo do cavalo. Bora prosear sobre isso e dar umas dicas pra não deixar o queijo cair da mão. 📈 As que tão voando - ARPA: disparou mais de 45%. Parece foguete de São João. - Oasis (ROSE): quase 30% de alta, igual cafezinho forte que dá energia. - MyShell (SHELL): mais de 18% de valorização, igual pão de queijo quentinho que todo mundo quer. - Phala Network (PHA): subiu uns 15%, firme igual estrada de terra batida. - Falcon Finance (FF): mais de 12% de alta, voando feito gavião no céu de Minas. 🐴 As que tropeçaram Nem tudo são flores, né? Algumas moedas perderam força hoje: - Prom (PROM): caiu mais de 20%, igual cavalo que escorregou na ladeira. - Vanar Chain (VANRY): desvalorizou uns 16%, parece queijo esquecido fora da geladeira. - Outras como Particle Network e Verge também tão meio “murchas”. 💡 Dicas para não cair em armadilha - Não ponha todos os ovos na mesma cesta: diversifique, sô! - Desconfie de alta muito rápida: igual rio cheio, pode baixar de repente. - Estude antes de investir: leia, pesquise, não vá só na conversa dos outros. - Invista só o que pode perder: cripto é igual jogo de truco, tem hora que a carta não ajuda. - Olhe pro longo prazo: quem planta café sabe que demora, mas dá colheita boa. 🎯 Moral da prosa Criptomoeda é oportunidade, mas também é risco. Se entrar com calma, pé no chão e sabedoria, pode ser um bom caminho. Mas se for na empolgação, pode acabar igual mineiro que vai pescar sem levar isca: volta de mão abanando.
Nova memecoin faz investidor multiplicar R$ 1,5 mil em uma fortuna de R$ 3,3 milhões
Um caboclo metido a trader pegou só uns US$ 285 na tal da memecoin Zreal e, num piscar de olhos, o dinheirim virou uma bolada de US$ 627 mil. Foi um lucro de cair o queixo: mais de 219.900%! A turma da comunidade já jurou de pé junto que esse sujeito é um “sniper” — aquele que fica de butuca, sabendo do projeto antes de todo mundo, e entra comprando logo nos primeiros segundos do lançamento. De acordo com a plataforma de análises Lookonchain, o tal “sniper” abocanhou 66,3 milhões de tokens ZREAL. Desse tanto, vendeu uns 10 milhões por volta de US$ 210 mil e segurou o resto, mais de 46 milhões de moedas, com um lucro que ainda tá guardado, perto de US$ 417 mil. As vendas foram bem espalhadas, cada pedacim indo pro varejo. Na segunda-feira (19), o caboclo fez foi uma enxurrada de ordens: centenas delas, tudo num intervalo de umas 10 horas.
Ô trem bão de contar: esse tal de insider trading deu uma mexida feia na tal memecoin ZREAL. O povo descobriu a história e, uai, a moeda despencou mais de 60% num dia só. Tá saindo por uns míseros US$ 0,0053, com um valor de mercado de uns US$ 5,3 milhões e um tanto de negócio rodando, coisa de US$ 6,7 milhões nas últimas 24 horas. Esse negócio de “sniper” já é sabido no mundo das criptomoedas, mas ficou mais falado lá no comecinho de 2025. Foi quando o tal Hayden Davies abriu o jogo no podcast do Coffezilla, dizendo que tinha metido a mão nas memecoins MELANIA (da esposa do Trump) e LIBRA (que o Javier Milei divulgou e depois virou um escândalo danado na Argentina, porque perdeu todo valor). O tal do sniper funciona assim: o caboclo descobre quando uma memecoin vai ser lançada e já deixa um bot preparado. Aí, no instante que a moeda aparece no mercado, o trem compra rapidinho, automático, pegando os tokens no preço mais barato possível.
Bitcoin querendo subir igual balão de festa junina
🚜 Cripto no trem bão de hoje Uai, o mercado de criptomoeda tá daquele jeito: cheio de sobe e desce que nem estrada de serra. O Bitcoin tá rodando ali na faixa de 93 a 95 mil dólares, tentando ganhar fôlego pra bater os 100 mil. É igual cavalo bravo: se passar da porteira dos 97 mil, aí sim pode disparar. 🌽 Altcoins que tão dando o que falar - DUSK: subiu mais de 137%, parece foguete sem freio. - SCRT: ganhou uns 33%, tá firme. - PIVX: também deu uma esticada boa, mais de 20%. É aquele trem: oportunidade boa, mas tem que ficar esperto porque pode cair de repente, igual preço de café na safra. 📰 Novidade na roça da Binance - Remoção de tokens: a Binance resolveu tirar uns 14 projetos da plataforma. Quem tinha esses ativos precisa ficar de olho pra não perder o compasso. - Parceria no Japão: o maior banco de lá, o Mitsubishi UFJ, vai lançar stablecoin junto com a Binance. É sinal que o mercado tá ficando mais sério e arrumado. - Brasil: já teve cartão com cashback em cripto, mas esse trem foi encerrado. Mesmo assim, ainda tem umas opções boas pra quem mexe por aqui. ☕ Café coado e reflexão - O mercado tá quente, mas cheio de risco. - Vale diversificar, não colocar tudo num só saco. - E, igual mineiro gosta, paciência é ouro: quem sabe o Bitcoin não dá aquele estouro e chega nos 100 mil.
Uai, sô… guarda chi sta salendo nel mondo delle cripto!
🚀 Criptovalute in aumento oggi Uai, sô… o trem das moedas digitais não para nunca! Hoje quem tá brilhando mais é o Ethereum (ETH), que subiu bonito nos últimos dias. Mas não é só ele não: Solana (SOL) e TRON (TRX) também tão dando aquele gás e chamando atenção da turma. 📊 Panorama del mercato - Ethereum (ETH): valorizou mais de 7% na semana, mostrando força nos contratos inteligentes e projetos de finanças descentralizadas. - Solana (SOL): segue firme, com transações rápidas e baratinhas, mesmo com umas quedinhas no dia.
Memecoin di Trump compie un anno: caduta del 93% e stallo nella regolamentazione cripto negli USA
È stato un botto venerdì sera, nessuno avrebbe mai sognato una cosa del genere. Circa tre giorni prima del secondo insediamento di Donald Trump, a gennaio, i suoi social media erano inondati di notizie: era nata la Official Trump (TRUMP), una sorta di memecoin sulla rete Solana, portando il nome e il marchio politico dell'uomo. L'affare è decollato: in poche ore valeva già 10 miliardi di dollari, ha raggiunto i 73 dollari per token e ha fatto impazzire gli investitori. C'è stata così tanta gente che cercava di maneggiare la moneta che la Phantom Wallet ha quasi fatto fatica, ricevendo più di 8 milioni di richieste al minuto.
O uso do Ethereum atinge recorde graças à queda dos custos e ao avanço na eficiência da rede
Ô trem bão, sô! O Ethereum, que é a segunda maior rede blockchain do mundão, tá sendo usado mais que nunca. As transações tão batendo recorde e as taxas caíram pros níveis mais baixos dos últimos dois anos. Essas mudanças chegam num momento em que a rede mostra firmeza e estabilidade, mesmo com o Vitalik Buterin, um dos fundadores, lembrando que manter o Ethereum simples e fácil de entender é tão importante quanto deixar ele mais potente. Os rastreadores de blockchain mostram que o número de transações diárias já passou os picos lá de 2021, e as taxas tão só uma fração do que eram antes. Só nas últimas duas semanas, a média subiu 14%, indo de 1,8 milhão pra 2,1 milhões de transações por dia, segundo os dados do Blockscout. Esse aumento junto com a queda no custo mostra que a tal arquitetura modular do Ethereum tá funcionando bem demais, principalmente com a atualização EIP-4844, que deixou os servidores de segunda camada publicarem mais dados na rede principal gastando bem menos. A maior parte do movimento vem das transferências com stablecoins, principalmente o USDT da Tether, que roda quase o dobro do volume do USDC da Circle. E com o preço do gás baixinho, essa atividade parece firme e sustentável, acompanhando a tendência de pagamentos comuns entrando cada vez mais no mundo do Ethereum. Outra coisa: a fila de saída dos validadores zerou, já que uns 30% de todo o Ethereum tá em staking. Isso mostra que ninguém tá com pressa de sair, e que os incentivos tão equilibrados. Em setembro de 2025, tinha 2,67 milhões de ETH querendo sair, agora não tem nenhum. Pelo contrário, tem 2,6 milhões de ETH querendo entrar em staking, o maior número desde julho de 2023. Isso é sinal de confiança, uai. Quer dizer que os validadores tão mais é acumulando do que saindo, deixando o capital comprometido e pronto pra usar quando o mercado ficar mais doido. Mas o Vitalik deu um alerta: ele teme que o protocolo fique “inchado” de tanta novidade. Disse que é perigoso sair colocando recurso demais só pra atender necessidade específica, porque isso pode complicar o sistema. O Dosh, lá da Blockscout, comentou que todo software maduro acaba ficando mais complexo, e com o Ethereum não é diferente. Por isso, mesmo que o desempenho esteja bom, é preciso otimizar sempre. No fim das contas, os dados mostram que o Ethereum consegue escalar de forma sustentável. Mas, do mesmo jeito, precisa se simplificar pra continuar ágil e resistente no longo prazo.
Moedas de privacidade como Monero, Dash e Dusk sobem até 120% e desafiam a queda do mercado
As moeda digital que prezam pela tal da privacidade, tipo Monero e Dash, deram uma esticada boa nessa segunda-feira (19), mesmo com o mercado cripto todo meio desandado, que chegou a liquidar quase 1 bilhão de dólar em posição. No balanço das últimas 24 hora, o Bitcoin deu uma escorregada de 2,3% e a maioria das altcoin caiu entre 3% e 10%. Mas o Dash subiu 1,9% e o Monero disparou 8,3%. No geral, essa turma da privacidade fechou o dia com alta de 4% e já soma 13,1% na semana, conforme os dado do CoinGecko. Pra ter noção: o Dash tá valendo uns 81,61 dólar, com crescimento de 119% na semana. O Monero, que bateu recorde na quinta passada, tá girando em torno de 644 dólar. Já o DUSK, outra moeda da privacidade, subiu mais de 118% só no último dia e 354% na semana. Segundo Rachel Lin, da SynFutures, essa disparada vem de uns gatilho de curto prazo misturado com mudança mais profunda na cabeça dos investidor. Ela contou que o investigador ZachXBT achou muito Bitcoin e Litecoin roubado sendo trocado por Monero, o que deu uma mexida forte nos volume e puxou os preço pra cima. Mas não é só isso não. Tem também uma reavaliação geral do setor de privacidade, por causa de mais fiscalização global, vigilância on-chain e exigência de conformidade. Outro ponto que anima é que essas moeda não seguem tanto o ritmo do Bitcoin, o que ajuda em época de incerteza. Shivam Thakral, da corretora BuyUCoin, disse que essas moeda de privacidade costumam andar na contramão quando o mundo tá meio bagunçado, tipo agora com risco de guerra comercial entre EUA e UE. Pra ele, os ganhos recentes são mais defesa que especulação. Ele ainda lembrou que, com a institucionalização das criptomoeda, os blockchain ficaram mais rastreáveis, aumentando a procura por opção de privacidade. E com o cenário econômico e político atual, privacidade deixou de ser coisa de nicho e virou ferramenta de gestão de risco. Até o Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, reforçou esse discurso, pedindo mais privacidade e descentralização, o que deu mais peso pra narrativa. A única que não acompanhou essa festa foi a Zcash, que caiu 6,8% no dia e 6% na semana, depois da confusão na Electric Coin Company.
BingX, exchange de criptoativos, assinou contrato de patrocínio com a escuderia Ferrari
A tal da BingX, que mexe com moeda digital, resolveu fechar um trato arretado com a Scuderia Ferrari. É a primeira vez que uma exchange de cripto entra de sócia oficial da turma italiana da Fórmula 1. Pra BingX, é a estreia nesse mundão das corridas, e pra Ferrari, é a primeira parceria com esse tipo de plataforma. Ou seja, é um passo que junta de vez o ronco dos motores com o universo dos ativos digitais. As duas empresas falaram que a ideia é aumentar a presença da BingX no mundo todo, colando seu nome numa das marcas mais respeitadas do automobilismo. A Ferrari frisou que isso combina com a estratégia dela de abraçar tecnologia nova, ainda mais agora que a FIA vai mudar as regras técnicas em 2026. O Daniel Lai, que cuida dos negócios da BingX, soltou que o acordo não é só pra mostrar a marca, mas pra juntar valores. Segundo ele, disciplina, precisão e busca pela excelência da Ferrari são coisa que bate certinho com o que a BingX procura. Já o Lorenzo Giorgetti, da Ferrari, disse que escolher a BingX como parceira mostra que eles acreditam no poder transformador do setor cripto, capaz de levar a equipe pra perto de gente do mundo inteiro por meio das experiências digitais. Nos próximos anos, a BingX vai aparecer em eventos, promoções e plataformas ligadas à Ferrari, prometendo experiências exclusivas pros fãs. A empresa, criada em 2018, já atende mais de 40 milhões de usuários e tem histórico de patrocínio esportivo, como no Chelsea da Inglaterra. Esse movimento chega num momento em que a Fórmula 1 virou vitrine de primeira pras empresas de cripto. A Red Bull já teve a Bybit como patrocinadora principal, a McLaren fechou com a OKX, e a Mercedes estampou a FTX antes dela quebrar em 2022. A Aston Martin também se envolveu com projetos de blockchain e NFTs, e a Alfa Romeo foi patrocinada pela Stake. Tudo isso mostra como o setor cripto achou na Fórmula 1 um palco global pra crescer e aparecer.
Criptomoedas em Alta na Binance: Trem Bão Demais da Conta!
Ô sô, o mundo das criptomoedas é igual roça em tempo de chuva: num piscar de olhos, o pasto cresce, mas também pode secar rapidim. Quem mexe com isso tem que ficar de olho, porque hoje na Binance teve moeda que subiu feito foguete. 📈 As que deram um “estouro” nas últimas 24 horas - Frax (FRAX): disparou quase +48%, igual milho bom que cresce na lavoura. - Decred (DCR): subiu +27%, mostrando que tem força pra brigar com os grandão. - Dolomite (DOLO): valorizou +25%, moeda nova que tá chamando atenção. - Horizen (ZEN): ganhou +20%, firme e forte na ideia de privacidade. - GUNZ (GUN): com +14%, mostrando que até moeda pequena pode dar trabalho. 🔎 Por que esse trem tá subindo? - Novidade chama atenção: moeda que entra na Binance é igual festa nova na cidade, todo mundo quer ver. - Tecnologia diferente: projeto que resolve problema é igual ferramenta boa na roça, ajuda e vale mais. - Clima de otimismo: quando o povo tá animado, até moeda pequena pega carona e sobe. ⚠️ Mas cuidado, uai! - Criptomoeda é igual preço de café: hoje tá alto, amanhã pode cair. - Ganho rápido pode virar prejuízo ligeiro. - O segredo é diversificar e não colocar todos os ovos na mesma cesta. ✨ Fechando a prosa Essas altas na Binance mostram que o mercado cripto é cheio de oportunidade, mas também de risco. Pra quem fica esperto, pode ser hora boa de entrar ou sair. Igual mineiro diz: “devagar se vai longe” — e no mundo das moedas digitais, isso vale mais que nunca.
mBridge, piattaforma di CBDC guidata dalla Cina, supera i 55 miliardi di dollari in transazioni globali
Ô trem bão de contar: la Cina sta portando avanti un progetto chiamato mBridge, che è una piattaforma di valuta digitale per fare affari attraverso le frontiere. Questo trem ha già superato i 55 miliardi di dollari in transazioni, mostrando che la gente sta davvero cercando di trovare un modo per pagare al di fuori del sistema tradizionale che funziona sul dollaro. Il tal mBridge, che è una valuta digitale di banca centrale (CBDC), ha già concluso più di 4.000 operazioni internazionali, accumulando circa 55,5 miliardi di dollari, secondo i dati del personale dell'Atlantic Council di Washington. Per avere un'idea, questo è cresciuto quasi 2.500 volte da quando è iniziato nel 2022.
No final de janeiro, a Binance retomará tarifas em algumas operações de pares
Na quinta-feira, dia 15, a Binance — que é a maior corretora de criptomoeda do mundão — soltou um recado importante. Eles vão dar fim na isenção total das tarifas pras ordens feitas direto no mercado nos pares ligados à stablecoin FDUSD. A partir da meia-noite do dia 29 de janeiro de 2026 (no horário UTC), quem for “taker” — ou seja, quem chega chegando e executa ordem na hora, tirando liquidez do livro — vai ter que pagar a taxa normal da plataforma. Essa mudança pega em cheio sete pares de peso: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), BNB, Solana (SOL), XRP, Dogecoin (DOGE) e Chainlink (LINK), tudo isso pareado com o dólar digital FDUSD. Agora, quem for “maker” — aquele caboclo que põe a oferta no livro e espera a execução — continua sem pagar nada nesses pares. Pros grandão da plataforma Pra turma VIP, a notícia tem um lado bom: o volume negociado nesses pares volta a contar pra subir de nível no programa de fidelidade e também pros requisitos de Provedores de Liquidez. Antes, como não tinha taxa, essas operações ficavam de fora da conta. Com a cobrança voltando, tanto os grandes investidores quanto o pessoal do varejo podem usar esses pares pra ganhar desconto em outras transações. Contexto de mercado Essa decisão vem num momento de agito danado no mercado: o Bitcoin tá passando dos 95 mil dólares e o Ethereum já rompeu os 3,3 mil. Os pares FDUSD viraram referência de liquidez firme dentro da Binance, funcionando como base pra quem quer entrar e sair de posições grandes sem precisar mexer com moeda fiduciária. A lista dos pares afetados é essa: BTC/FDUSD, ETH/FDUSD, BNB/FDUSD, SOL/FDUSD, XRP/FDUSD, DOGE/FDUSD e LINK/FDUSD.
Do lanche pro cofre: Steak ‘n Shake guarda Bitcoin como tempero da estratégia
A rede de hambúrguer Steak ‘n Shake resolveu dá um passo arretado: comprô dez milhão de dólar em Bitcoin pra guardá na tesouraria. É a primeira vez que eles põe de forma direta e pública essa moeda digital no cofre da firma, desde que começaram a aceitá pagamento nesse formato no ano passado. Essa compra dá mais ou menos uns 105 bitcoins, e eles batizaram isso de Strategic Bitcoin Reserve — ou Reserva Estratégica de Bitcoin. Nas redes, a turma da empresa falou que montô um “sistema que se sustenta sozinho”: as vendas das lojas mais antigas vão direto alimentá essa reserva em Bitcoin. E o detalhe é que todo pagamento feito em Bitcoin fica guardado lá mesmo, sem virá dinheiro comum, mostrando que eles tão firmes na ideia de manter o ativo no balanço. Esse passo é continuação da estratégia que começou em maio de 2025, quando liberaram pagamento pela Lightning Network em todas as lojas nos Estados Unidos. Até o Jack Dorsey, fundador do Twitter, apoiô a jogada. E não é que deu certo? Eles cortaram quase pela metade os gasto com taxa de transação, comparado com cartão de crédito, e ainda viram as vendas subirem uns 15% nas lojas depois da mudança. No dia 31 de outubro, a Steak ‘n Shake oficializou a política de tesouraria em Bitcoin e lançou uma promoção junto com a Fold Holdings. Quem comprava certos itens, tipo o “Bitcoin Burger” ou “Bitcoin Meal”, ganhava cinco dólar em Bitcoin pelo aplicativo da Fold. Essa campanha ajudô a firmá de vez o uso da moeda digital como parte da experiência de comer lá. A rede, que já tem 91 anos de estrada, pertence à Biglari Holdings, comandada por Sardar Biglari lá em San Antonio. Até agora, não falaram se o Bitcoin vai ter papel maior na estratégia do grupo, além dessa iniciativa da Steak ‘n Shake. O jeito deles é diferente de empresas mais ousadas, que levantam dinheiro com ação e dívida pra comprá mais Bitcoin. No caso da Steak ‘n Shake, a reserva cresce mesmo é com a operação do dia a dia e com os clientes pagando na criptomoeda. Segundo dados do Bitcoin Treasuries, mais de 200 empresas no mundo já têm Bitcoin no balanço. A quantia da Steak ‘n Shake ainda é pequena perto dos grandões, mas chama atenção porque vem de uma rede tradicional de comida e tá ligada direto ao uso cotidiano da moeda nas compras dos freguês.
La Casa Bianca afferma che i bitcoin della Samourai Wallet rimangono trattenuti e non sono stati commercializzati
Uai, sô… Quasi sei milioni e quattrocento mila dollari in Bitcoin che la gente là degli Stati Uniti ha preso dai creatori della famosa Samourai Wallet non sono stati venduti. Invece, andranno a finire in una riserva nazionale di Bitcoin, come ha detto un funzionario della Casa Bianca venerdì, giorno 16. Questo treno è arrivato dopo che, il mese scorso, gli avvocati e i parenti degli sviluppatori — che sono in prigione — sono diventati nervosi pensando che i procuratori di New York avrebbero messo fine ai fondi. Se ciò accadesse, andrebbe contro l'idea del presidente Donald Trump, che a marzo ha creato una riserva federale di Bitcoin usando valuta sequestrata.
Elon Musk critica il progetto di ICO della OpenAI e, in causa contro Sam Altman, esalta il Bitcoin
Elon Musk, quel tizio che comanda la Tesla e la SpaceX, ha deciso di fare causa a Sam Altman, che è il capo della OpenAI. Il motivo del conflitto è il modo in cui la OpenAI è nata e si è sviluppata, che secondo Musk, ha perso di vista l'idea iniziale. Nei documenti del processo, che sono stati pubblicati venerdì (16), il miliardario parla anche di Bitcoin e di queste criptovalute. Racconta che la OpenAI ha pensato di fare un ICO — Offerta Iniziale di Monete — ma non gli è piaciuta la conversazione. Per Musk, questa cosa sarebbe diventata una moneta falsa e avrebbe rovinato la credibilità dell'azienda.
O Bitcoin, por ter uma quantidade contada no dedo e não aumentar nunca mais, acaba virando um trem mais raro que o ouro. E num tempo em que os grandão das finanças tão de olho e querendo cada vez mais, esse negócio fica ainda mais valioso. Quem fala isso é a Cathie Wood, que é a manda-chuva lá da Ark Invest. No relatório dela chamado “Perspectivas pra 2026”, ela mostra como o caminho do Bitcoin e do ouro andaram meio diferentes nos últimos tempos.
Uai, em 2025 o ouro brilhou bonito: subiu 65%. Já o Bitcoin, tadinho, caiu uns 6%. A moça Wood fala que essa disparada do ouro, que já tá em 166% desde outubro de 2022, não é por medo de inflação não, mas porque o mundo tá ficando mais rico e a produção do metal cresce só um tiquinho, coisa de 1,8% por ano. Ela explica que a procura pelo ouro tá maior que o tanto que aparece no mercado. Só que com o Bitcoin é diferente: minerador de ouro pode cavar mais e aumentar a produção, mas o Bitcoin tem regra matemática que não deixa. Ele cresce só 0,82% por ano até 2027, depois cai pra 0,41%. Isso quer dizer que, se a procura pelo Bitcoin disparar, o preço sobe mais rápido que o ouro, porque não tem como fabricar mais moeda digital. Matthew Hougan, da Bitwise, até falou que se os grandes investidores continuarem comprando, pode ter uma explosão de preço. O Verbitskii, da TYMIO, lembrou que em 2024 o Bitcoin já tinha subido demais, então esse descanso em 2025 é normal. Ele também disse que, quando o dinheiro corre pra coisa sólida em tempos de bagunça cambial, o Bitcoin entra na mesma turma do ouro. Só que tem uma diferença: ouro dá pra minerar mais, Bitcoin não. Por isso, quando a procura volta, o preço do Bitcoin dispara mais forte. Olhando pra frente Wood ainda chamou atenção pra um detalhe: a relação entre o valor do ouro e a quantidade de dinheiro em circulação (M2) tá num ponto que só tinha acontecido lá nos anos 30 e 80, épocas meio complicadas. E quando isso caiu no passado, a bolsa de valores deu retorno bom. Ela também fala que o Bitcoin é ótimo pra diversificar carteira, porque anda diferente do ouro e dos títulos. Já o Verbitskii pensa que em 2026 não é hora de comprar ou vender, mas de segurar: ouro dá firmeza, Bitcoin dá chance de valorização explosiva. E, olhando pra trás, o Bitcoin sempre cresceu mais rápido que o ouro.
Binance Research revisa marcos de 2025 no mercado cripto e indica 12 tendências para 2026
A turma da Binance Research, que é o pedaço da Binance só pra pesquisa, soltou há pouco um relatório grandão falando das coisas mais importantes que rolaram no mundo das criptomoedas em 2025. E não parou aí não: os analistas ainda deram uns toques sobre o que vale a pena ficar de olho nesse ano que tá começando. No texto, eles mostram como os acontecimentos da economia mundial mexem com o mercado — às vezes ajudando, às vezes atrapalhando — e destacam também que o setor tá ficando cada vez mais “chique”, com empresa grande entrando no jogo e dando cara de coisa séria pras criptos.
Pra frente, tem uns 12 assunto que todo investidor tem que ficar de olho, viu. Vai desde o teste de firmeza das empresas que guardam Bitcoin até o surgimento de mercado novo, tipo esse de previsão. A Binance soltou um relatório com os trem mais marcante de 2025. O Bitcoin começou o ano animado, embalado pela vitória de Donald Trump lá nas eleição dos Estados Unidos. Só que, no fim do primeiro trimestre, a pressão bateu. Em outubro, a moeda bateu recorde de preço, mas logo depois levou um tombo feio no crash do dia 10. Os analistas destacaram uns números de respeito: os ETFs de Bitcoin fecharam o ano com entrada de 21 bilhões de dólares; as empresas de tesouraria já tão segurando mais de 1,1 milhão de bitcoins; e o poder de processamento da rede passou da marca de 1 zettahash por segundo. Agora, nem tudo foi festa não. O tanto de endereço ativo caiu 16% em relação ao ano passado e as transações ficaram abaixo dos picos de outros tempos. Isso mostra que o Bitcoin andou mais fora da rede, principalmente via ETFs.
“Uai, cê acredita? O trem das criptomoedas bateu a marca de 4 trilhão de dólar pela primeira vez na vida. E num foi à toa não: esse ano o mercado ficou bem na rédea das condições da economia grande e dos ciclos financeiros de sempre.”
Lá nos Estados Unidos, teve uns trem que bagunçou o mercado: o tal do “Dia da Libertação”, que o povo apelidou de ‘Tarifaço’, junto com o fechamento do governo (shutdown). A confusão foi tanta que até os dados de inflação ficaram meio capengas, incompletos. Quando a conversa é sobre criptomoeda, a Binance contou que o Ethereum continua firme na frente: tem mais desenvolvedor mexendo nele, mais liquidez nos projetos de DeFi e maior valor agregado. Já a Solana, por sua vez, ficou na dianteira em volume de transações e número de gente usando todo santo dia. E a BNB Chain não ficou pra trás não: aproveitou as histórias que estavam dominando o mercado e a base forte de transações de varejo. Com isso, puxou atividade pesada na rede, tanto em spot quanto em derivativos, movimentou um bocado de stablecoin e ainda trouxe ativos do mundo real (RWA). No fim das contas, o BNB foi quem brilhou mais entre as grandes criptos.
2025 foi mesmo o ano das stablecoins, sô. Mas num foi só elas que deram conta do recado não, outros ativos também fecharam o ano com resultado bonito. Essas moedas digitais, que não ficam variando de preço igual as outras, ganharam foi espaço no mercado. O setor cresceu quase 50%, batendo a marca de US$ 305 bilhões, e o volume subiu mais 26%, chegando em US$ 3,54 milhões. O empurrão veio de uma turma nova de peso: seis stablecoins — BUIDL, PYUSD, RLUSD, USD1, USDf e USDtB — cada uma passando da marca de US$ 1 bilhão em valor de mercado. Isso trouxe mais concorrência e utilidade de verdade no dia a dia.
Uai, sô, um trem que chamou atenção foi o setor de DeFi, principalmente os tais Ativos do Mundo Real (RWA). O tanto de dinheiro travado ali (o tal do TVL) já passou até as corretoras descentralizadas, as DEX. Os pesquisadores também falaram que os protocolos tão faturando mais e que o volume das negociações spot cresceu que só. No mais, 2025 foi ano de mudança grande: instituição entrando de cabeça, regulação chegando e dando outro rumo pras criptomoedas. Teve ETF, tokenização, empresa de tesouraria mexendo com cripto, aprovação do Genius Act nos Estados Unidos, MiCA entrando em vigor lá na Europa e avanço regulatório em lugares como Hong Kong e Singapura. No cenário internacional, os compromissos com o tal do Crypto-Asset Reporting Framework (CARF) da OCDE ganharam força, abrindo caminho pra uma transparência fiscal mais ajeitada e troca de informação entre países. E o que esperar de 2026? Apesar do Bitcoin ter fechado 2025 com gosto amargo por causa do tombo em outubro, já deu uma reagida logo no começo de 2026. O mercado virou rapidinho: saiu do medo e caiu na ganância. Segundo os analistas da Binance, tem 12 pontos pra ficar de olho neste ano: - Macro: mercado guiado por política e ajuste fiscal - Redistribuição de energia - Política cripto como motor principal - Instituições puxando a adoção - Tesouraria corporativa passando por teste de fogo - Stablecoins chegando mais perto do dia a dia do povo - Tokenização saindo da promessa e entrando no fluxo de trabalho - Derivativos dando gás pras DEX - Blockchains públicas, dados privados - Mercados de previsão crescendo de novo - Captura de valor subindo na cadeia - Fuga pra qualidade Sobre esse último ponto, a Binance frisou que o mercado tá mais exigente: o dinheiro corre pros ativos que mostram uso real e receita firme. Isso já ficou claro em 2025: o BTC bateu recorde, mas sem puxar junto a maioria das altcoins do top 100, que ainda tão bem abaixo dos picos do ciclo passado.
Ethereum conquista mais adeptos — e isso pode revelar sinais relevantes sobre o ETH
Nos últimos tempos, a rede do Ethereum deu uma esquentada boa de movimento. Mas o que tá puxando esse fôlego novo não é o povo antigo mexendo mais, não. É gente nova chegando, abrindo carteira e começando a usar a bicha. Os dados da Glassnode, que o CoinDesk andou reparando, mostram que o grupo de “novato” cresceu de forma vistosa. É aquele pessoal que fez a primeira transação na blockchain nesse período. Esse aumento chama atenção porque não é só repetição de usuário antigo rodando dinheiro pra lá e pra cá. Quando o trem vem de carteira nova, aí sim é sinal de que o interesse pelo Ethereum tá se espalhando mais. Esse tanto de gente pode tá vindo por causa de várias coisas: mexer com DeFi, mandar stablecoin, negociar NFT ou brincar com aplicativo novo que roda em cima da rede. E tudo isso acontece num momento em que o ether, moeda da casa, tá firmando em torno dos 3.300 dólares, com o mercado de cripto dando uma respirada depois da montanha-russa do fim de 2025. Historicamente, o povo demora um tiquinho pra reagir ao preço. Primeiro cria carteira, aprende a mexer, transfere recurso… só depois que a atividade dispara. Por isso, esse aumento de endereço novo costuma ser visto como sinal mais sólido, não só especulação de curto prazo. Em outros ciclos, quando teve esse crescimento de novato, foi justamente quando a rede se espalhou além do grupo pequeno de usuário mais ativo. Não quer dizer que o preço vai subir na certa, mas é indício de engajamento mais saudável, diferente de alta baseada só em alavancagem ou trade rápido. Agora, o que tem que ficar de olho é se esse povo novo vai continuar firme. Se nos próximos meses eles seguirem usando e transacionando, pode ser que o Ethereum entre numa fase de recuperação mais duradoura. Mas se a turma sumir logo, aí foi só fogo de palha, reflexo de um momento de otimismo do mercado.