$Mira, para entender lo de Venezuela hoy (enero 2026), hay que verlo como una lucha de supervivencia digital. La cosa está ruda: el país vive una dualidad económica donde el dólar oficial y el "dólar cripto" (USDT) tienen una brecha enorme. Mientras el oficial intenta aguantar, el USDT en la calle ya duplica ese valor. Para el venezolano, las criptos no son un lujo ni una inversión arriesgada, son el chaleco salvavidas para que el sueldo no se desvanezca.

O impacto global: O laboratório do mundo

Venezuela tornou-se o "coelho de indias" das finanças digitais. O mundo inteiro nos observa porque aqui se demonstrou que as stablecoins (moedas que valem 1 dólar) podem substituir os bancos quando o sistema tradicional falha. Essa adoção em massa por necessidade obrigou outros países e organismos internacionais a acelerar suas leis cripto, seja para copiar o que funciona ou para impor mais controles por medo à evasão de sanções.

O caso Kontigo: Da glória ao freio

O aplicativo Kontigo é o exemplo perfeito de quão difícil é ser uma fintech aqui:

O golpe das contas nos EUA: No final de 2025, seu parceiro bancário no exterior cortou o serviço por medo às sanções. De um dia para o outro, as pessoas não puderam mover dinheiro para o sistema financeiro estadunidense, que era seu maior atrativo.

A reinvenção: Para não morrer, lançaram microcréditos em cripto e seu próprio cartão para pagar em pontos de venda nacionais usando saldo digital. Estão tentando preencher o vácuo deixado pelo banco tradicional.

Realidade atual: Continuam operativos, mas a confiança foi abalada. Há muita reclamação por fundos retidos e um suporte que não dá conta, enquanto outros usuários permanecem fiéis porque é uma das poucas opções "legais" que restam.

Em resumo: Venezuela continua sendo o epicentro cripto por pura necessidade, e embora apps como Kontigo sofram bloqueios de fora, as pessoas não param de usar ativos digitais porque, simplesmente, não têm outra opção melhor