**A ARÁBIA SAUDITA ACABOU DE ENVOLVER O MUNDO EM UM CHOQUE GLOBAL NO MERCADO DE COMMODITIES**
Riyadh não apenas aumentou a produção de petróleo. Ela detonou uma bomba de preços.
Em um movimento que pegou de surpresa os traders de Houston a Cingapura, a Arábia Saudita anunciou que está abandonando unilateralmente o teto de produção da OPEC+ e inundando o mercado com mais 3 milhões de barris por dia a partir de janeiro — o maior aumento de suprimento de uma única nação na história.
O petróleo Brent despencou 18% em horas, arrastando o WTI abaixo de $45 pela primeira vez desde 2021. O cobre, o alumínio e o minério de ferro também caíram em uma queda livre, enquanto o “comércio de reflacionamento” que impulsionou o superciclo de commodities de 2025 foi obliterado da noite para o dia. As taxas de frete na rota do Cabo despencaram 40% à medida que as reservas de petroleiros para barris sauditas sobrecarregaram o sistema.
Isso não se trata mais de participação de mercado. Isso é Riyadh armando sua capacidade ociosa para redefinir o tabuleiro econômico global: esmagar a alavancagem do xisto dos EUA, acelerar a dor da transição verde para a Europa e garantir décadas de petro-influência enquanto o mundo ainda depende do petróleo.
Goldman agora prevê petróleo a $30 até o Q2. Pequim está sorrindo. O Texas está em pânico. A era do petróleo a $100 está morta — e a Arábia Saudita acabou de puxar o gatilho.
O rei das commodities não pede permissão. Ele lembra ao mundo quem ainda controla a torneira.
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