12 de janeiro – Santa Margarida Bourgeoys, religiosa
Memória opcional (Tempo Comum começa)
Ela atravessou o Atlântico em 1653 com nada além de fé e um chamado para ensinar as crianças da Nova França. Nenhum claustro para ela — esta francesa fundou a Congregação de Nossa Senhora, as primeiras irmãs não encerradas no claustro na Igreja, livres para ir onde estavam os pobres e esquecidos.
Abriu a primeira escola em Montreal em um estábulo transformado. Caminhou pela floresta para ensinar os colonos franceses, crianças indígenas e todos os que tinham sede de aprendizado. Resgatou as "Filhas do Rei" enviadas como esposas, construiu uma capela a Nossa Senhora do Bom Auxílio, sobreviveu a naufrágios, incêndios e ataques dos iroqueses — tudo isso sem se apropriar do mérito.
Chamada de "Mãe da Colônia", ela formou gerações que construíram o Canadá com fé e educação. Morreu em 1700 após cuidar de uma irmã doente, sussurrando: "É bom sofrer pelos outros."
Padroeira dos educadores, dos pobres e daqueles rejeitados por ordens religiosas.
Vestes verdes hoje. O Tempo Comum começa — mas sua vida mostra que não há nada ordinário em seguir Cristo até o fronteira.
Num mundo que ainda envia mulheres e crianças às margens, Margarida nos lembra: ensine-as. Amem-nas. Construam com elas.
Santa Margarida Bourgeoys, rogai por nossos professores, nossos imigrantes e por toda mulher que deixa o conforto para a missão.
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