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🌊 Cientistas Descobrem Estrutura Oceânica Gigante Profunda Sob Bermudas — Diferente de Qualquer Outra na Terra Pesquisadores descobriram uma estrutura geológica massiva e anteriormente desconhecida abaixo do Oceano Atlântico perto de Bermudas, revelando camadas de crosta e manto diferentes de quaisquer já documentadas. Isso pode reescrever a forma como os cientistas entendem a dinâmica interna da Terra. 📍 Localização: Profundamente abaixo do fundo do oceano perto de Bermudas 🏗️ Tamanho da Estrutura: Com dezenas de quilômetros de espessura, abrangendo uma vasta região subterrânea 🧬 Composição: Não corresponde às rochas conhecidas da crosta oceânica ou do manto, sugerindo uma origem geológica única 🕰️ Idade: Estimada em ter-se formado há mais de 31 milhões de anos, explicando o surgimento de Bermudas sem atividade vulcânica 🌋 Atividade Vulcânica: A região não mostra vulcanismo ativo, tornando o levantamento misterioso até agora 🔬 Significado Científico: Pode mudar nossa compreensão da tectônica de placas, dinâmica do manto e processos da Terra profunda 🌐 Pesquisa em Andamento: Cientistas estão investigando se estruturas semelhantes existem em outros lugares dos oceanos, potencialmente revelando fenômenos desconhecidos da Terra profunda A descoberta destaca que o interior da Terra ainda permanece amplamente inexplorado, com implicações potenciais para a geologia, depósitos minerais e modelagem tectônica global. Compreender essas estruturas pode melhorar as previsões de terremotos, formação de ilhas e comportamento do manto. #EarthScience #OceanMystery #Geology #DeepEarth #ScienceNews
🌊 Cientistas Descobrem Estrutura Oceânica Gigante Profunda Sob Bermudas — Diferente de Qualquer Outra na Terra

Pesquisadores descobriram uma estrutura geológica massiva e anteriormente desconhecida abaixo do Oceano Atlântico perto de Bermudas, revelando camadas de crosta e manto diferentes de quaisquer já documentadas. Isso pode reescrever a forma como os cientistas entendem a dinâmica interna da Terra.

📍 Localização: Profundamente abaixo do fundo do oceano perto de Bermudas

🏗️ Tamanho da Estrutura: Com dezenas de quilômetros de espessura, abrangendo uma vasta região subterrânea

🧬 Composição: Não corresponde às rochas conhecidas da crosta oceânica ou do manto, sugerindo uma origem geológica única

🕰️ Idade: Estimada em ter-se formado há mais de 31 milhões de anos, explicando o surgimento de Bermudas sem atividade vulcânica

🌋 Atividade Vulcânica: A região não mostra vulcanismo ativo, tornando o levantamento misterioso até agora
🔬 Significado Científico: Pode mudar nossa compreensão da tectônica de placas, dinâmica do manto e processos da Terra profunda

🌐 Pesquisa em Andamento: Cientistas estão investigando se estruturas semelhantes existem em outros lugares dos oceanos, potencialmente revelando fenômenos desconhecidos da Terra profunda

A descoberta destaca que o interior da Terra ainda permanece amplamente inexplorado, com implicações potenciais para a geologia, depósitos minerais e modelagem tectônica global. Compreender essas estruturas pode melhorar as previsões de terremotos, formação de ilhas e comportamento do manto.

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🌊 Satélite da NASA captura tsunami gigante com detalhes sem precedentes Um satélite da NASA (SWOT) registrou recentemente uma visão de alta resolução de um grande tsunami no Oceano Pacífico provocado por um forte terremoto perto da Península de Kamchatka, na Rússia — revelando um comportamento complexo das ondas que desafia os modelos tradicionais de movimento de tsunamis. • O tsunami seguiu um terremoto de magnitude 8,8 na zona de subducção Kuril-Kamchatka — um dos maiores abalos sísmicos das últimas décadas. • O satélite SWOT, projetado para mapear a água na Terra, capturou padrões detalhados de ondas na superfície sobre uma faixa ampla, e não apenas uma linha fina. • Os dados mostraram que tsunamis nem sempre são ondas únicas e limpas — ao contrário, podem se espalhar, interagir e dispersar de maneiras que os modelos não previam. • Os dados combinados de satélite e bóias oceânicas (DART) ajudaram a aprimorar o comprimento da ruptura do terremoto e a melhorar os modelos. Essa imagem detalhada por satélite oferece uma nova perspectiva para entender como os tsunamis se propagam pelos oceanos — potencialmente aprimorando os sistemas de alerta futuro e as previsões de risco costeiro. #Tsunami #EarthScience #OceanData #NaturalDisaster #SatelliteTech
🌊 Satélite da NASA captura tsunami gigante com detalhes sem precedentes

Um satélite da NASA (SWOT) registrou recentemente uma visão de alta resolução de um grande tsunami no Oceano Pacífico provocado por um forte terremoto perto da Península de Kamchatka, na Rússia — revelando um comportamento complexo das ondas que desafia os modelos tradicionais de movimento de tsunamis.

• O tsunami seguiu um terremoto de magnitude 8,8 na zona de subducção Kuril-Kamchatka — um dos maiores abalos sísmicos das últimas décadas.

• O satélite SWOT, projetado para mapear a água na Terra, capturou padrões detalhados de ondas na superfície sobre uma faixa ampla, e não apenas uma linha fina.

• Os dados mostraram que tsunamis nem sempre são ondas únicas e limpas — ao contrário, podem se espalhar, interagir e dispersar de maneiras que os modelos não previam.

• Os dados combinados de satélite e bóias oceânicas (DART) ajudaram a aprimorar o comprimento da ruptura do terremoto e a melhorar os modelos.

Essa imagem detalhada por satélite oferece uma nova perspectiva para entender como os tsunamis se propagam pelos oceanos — potencialmente aprimorando os sistemas de alerta futuro e as previsões de risco costeiro.

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Maximous-Cryptobro:
This will bring down bitcoin hard if it does happen 😵‍💫
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🌍 Oceano Oculto Gigante Encontrado a 700 km Abaixo da Crosta da Terra Cientistas descobriram evidências contundentes de um enorme reservatório de água profundo no manto da Terra, a cerca de 700 quilômetros abaixo da superfície — potencialmente contendo três vezes mais água do que todos os oceanos da superfície combinados. • O oceano oculto não é um mar de fluxo livre, mas água presa dentro do mineral ringwoodite profundo no manto. • As evidências vêm da análise de ondas sísmicas usando cerca de 2.000 sismógrafos rastreando mais de 500 terremotos. • As ondas sísmicas desaceleram em rochas “úmidas”, indicando um vasto volume de material rico em água muito abaixo da crosta da Terra. • Esta descoberta sugere que a Terra pode reciclar água através de um ciclo profundo de água dentro do planeta. Encontrar um enorme reservatório de água profundo dentro da Terra reformula como os cientistas pensam sobre a formação do planeta, processos da Terra profunda e a estabilidade da água a longo prazo — apontando para uma fonte interna dos oceanos da Terra. #HiddenOcean #EarthScience #Ringwoodite #WaterCycle #Geology
🌍 Oceano Oculto Gigante Encontrado a 700 km Abaixo da Crosta da Terra

Cientistas descobriram evidências contundentes de um enorme reservatório de água profundo no manto da Terra, a cerca de 700 quilômetros abaixo da superfície — potencialmente contendo três vezes mais água do que todos os oceanos da superfície combinados.

• O oceano oculto não é um mar de fluxo livre, mas água presa dentro do mineral ringwoodite profundo no manto.

• As evidências vêm da análise de ondas sísmicas usando cerca de 2.000 sismógrafos rastreando mais de 500 terremotos.

• As ondas sísmicas desaceleram em rochas “úmidas”, indicando um vasto volume de material rico em água muito abaixo da crosta da Terra.

• Esta descoberta sugere que a Terra pode reciclar água através de um ciclo profundo de água dentro do planeta.

Encontrar um enorme reservatório de água profundo dentro da Terra reformula como os cientistas pensam sobre a formação do planeta, processos da Terra profunda e a estabilidade da água a longo prazo — apontando para uma fonte interna dos oceanos da Terra.

#HiddenOcean #EarthScience #Ringwoodite #WaterCycle #Geology
Reinhard Werwolf:
E como isso se relaciona com o núcleo quente da Terra? Mentiras por toda parte sobre o lugar onde vivemos...
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Dolomita: Importância Geológica e Aplicações Diversas Visão Geral Dolomita — um mineral e rocha sedimentar — possui um grande valor geológico e industrial. Nomeada em homenagem ao geólogo francês Déodat Gratet de Dolomieu, é composta de carbonato de cálcio e magnésio (CaMg(CO₃)₂) e se forma através da dolomitização, onde a pedra calcária se transforma sob águas ricas em magnésio. Isso torna a dolomita mais resistente à intemperização do que a pedra calcária. Propriedades Principais Com uma dureza de Mohs de 3,5–4 e uma gravidade específica de 2,85, a dolomita geralmente aparece em tons brancos, rosas ou marrons. Sua durabilidade e estabilidade química a tornam adequada para múltiplas indústrias. Principais Aplicações 🧱 Construção: Usada como pedra britada, agregado e ingrediente de cimento — valorizada por sua resistência e resistência ao clima. 🌾 Agricultura: Neutraliza solos ácidos enquanto os enriquece com cálcio e magnésio. ⚙️ Fonte de Magnésio: Um material bruto chave no processo Pidgeon para a produção de metal de magnésio. 🪟 Vidro e Cerâmicas: Aumenta a durabilidade e a resistência térmica. 🌍 Uso Ambiental: Auxilia na neutralização de ácidos, tratamento de água e restauração do solo. Formações Notáveis Dolomita Sugar Run (Illinois): Rocha siluriana rica em fósseis, usada como “mármore de Atenas.” Dolomita Laketown (Nevada e Utah): Importante local fósseis silurianos. Dolomita Crystal Peak (Utah): Contém fósseis ordovicianos e características geológicas significativas. Conclusão Da construção à gestão ambiental, a versatilidade e resiliência da dolomita a tornam indispensável. Seu estudo não só aprofunda nossa compreensão da história sedimentar da Terra, mas também continua a inspirar novas aplicações industriais. @Dolomite_io #Dolomite #Geology #Minerals #EarthScience #Sustainability $DOLO {spot}(DOLOUSDT)
Dolomita: Importância Geológica e Aplicações Diversas

Visão Geral
Dolomita — um mineral e rocha sedimentar — possui um grande valor geológico e industrial. Nomeada em homenagem ao geólogo francês Déodat Gratet de Dolomieu, é composta de carbonato de cálcio e magnésio (CaMg(CO₃)₂) e se forma através da dolomitização, onde a pedra calcária se transforma sob águas ricas em magnésio. Isso torna a dolomita mais resistente à intemperização do que a pedra calcária.

Propriedades Principais
Com uma dureza de Mohs de 3,5–4 e uma gravidade específica de 2,85, a dolomita geralmente aparece em tons brancos, rosas ou marrons. Sua durabilidade e estabilidade química a tornam adequada para múltiplas indústrias.

Principais Aplicações

🧱 Construção: Usada como pedra britada, agregado e ingrediente de cimento — valorizada por sua resistência e resistência ao clima.

🌾 Agricultura: Neutraliza solos ácidos enquanto os enriquece com cálcio e magnésio.

⚙️ Fonte de Magnésio: Um material bruto chave no processo Pidgeon para a produção de metal de magnésio.

🪟 Vidro e Cerâmicas: Aumenta a durabilidade e a resistência térmica.

🌍 Uso Ambiental: Auxilia na neutralização de ácidos, tratamento de água e restauração do solo.

Formações Notáveis

Dolomita Sugar Run (Illinois): Rocha siluriana rica em fósseis, usada como “mármore de Atenas.”

Dolomita Laketown (Nevada e Utah): Importante local fósseis silurianos.

Dolomita Crystal Peak (Utah): Contém fósseis ordovicianos e características geológicas significativas.

Conclusão
Da construção à gestão ambiental, a versatilidade e resiliência da dolomita a tornam indispensável. Seu estudo não só aprofunda nossa compreensão da história sedimentar da Terra, mas também continua a inspirar novas aplicações industriais.

@Dolomite
#Dolomite #Geology #Minerals #EarthScience #Sustainability
$DOLO
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Um estudo inovador apoiado pela NASA modelou o futuro a longo prazo da atmosfera da Terra — e os resultados são preocupantes. De acordo com os pesquisadores, nosso planeta não manterá sua atmosfera rica em oxigênio para sempre. Ao longo de milhões de anos, processos geológicos e biológicos naturais irão gradualmente declinar, reduzindo eventualmente o oxigênio a níveis muito baixos para sustentar a maioria das formas de vida complexa. Os cientistas explicam que essa previsão não se deve à poluição ou à atividade humana, mas é parte do ciclo de vida natural da Terra à medida que o Sol se torna mais quente e mais brilhante. A estrela em aquecimento afetará a química do oceano, a vida das plantas e o ciclo do carbono, levando a uma queda lenta, mas irreversível, no oxigênio atmosférico. Embora essa mudança seja esperada em centenas de milhões de anos, o estudo ajuda os pesquisadores a entender como a vida começa e termina em planetas — uma parte fundamental da busca por mundos habitáveis além da Terra. A NASA enfatiza que essa não é uma ameaça de curto prazo, mas uma linha do tempo científica que mostra que até mesmo os ambientes planetários têm datas de expiração naturais. Também destaca o delicado equilíbrio que torna a vida na Terra possível hoje. #NASAResearch #EarthScience #FutureOfPlanet #OxygenCycle #SpaceStudy
Um estudo inovador apoiado pela NASA modelou o futuro a longo prazo da atmosfera da Terra — e os resultados são preocupantes. De acordo com os pesquisadores, nosso planeta não manterá sua atmosfera rica em oxigênio para sempre. Ao longo de milhões de anos, processos geológicos e biológicos naturais irão gradualmente declinar, reduzindo eventualmente o oxigênio a níveis muito baixos para sustentar a maioria das formas de vida complexa.
Os cientistas explicam que essa previsão não se deve à poluição ou à atividade humana, mas é parte do ciclo de vida natural da Terra à medida que o Sol se torna mais quente e mais brilhante. A estrela em aquecimento afetará a química do oceano, a vida das plantas e o ciclo do carbono, levando a uma queda lenta, mas irreversível, no oxigênio atmosférico.
Embora essa mudança seja esperada em centenas de milhões de anos, o estudo ajuda os pesquisadores a entender como a vida começa e termina em planetas — uma parte fundamental da busca por mundos habitáveis além da Terra.
A NASA enfatiza que essa não é uma ameaça de curto prazo, mas uma linha do tempo científica que mostra que até mesmo os ambientes planetários têm datas de expiração naturais. Também destaca o delicado equilíbrio que torna a vida na Terra possível hoje.
#NASAResearch #EarthScience #FutureOfPlanet #OxygenCycle #SpaceStudy
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