A dificuldade de mineração de Bitcoin caiu ligeiramente para 146,4 trilhões no primeiro ajuste de dificuldade de 2026,
marcando uma pequena recuperação após atingir máximos históricos ao longo de 2025. Apesar dessa queda,
os tempos médios de bloco ainda estão ligeiramente abaixo do objetivo de 10 minutos, o que significa que o próximo ajuste (22 de janeiro de 2026) deverá aumentar novamente a dificuldade para melhor equilibrar a rede.
A indústria de mineração enfrentou forte pressão em 2025, com a dificuldade atingindo um pico próximo a 155,9 trilhões, intensificando a competição entre os mineiros.
A rentabilidade caiu drasticamente devido à redução pela metade em abril de 2024, aumento dos custos operacionais, desafios regulatórios e macroeconômicos, e uma queda no mercado de cripto no final de 2025.
A rentabilidade dos mineiros atingiu mínimos de vários anos, com o preço do hash caindo abaixo de 35 dólares por PH/s/dia, bem abaixo do nível de equilíbrio de cerca de 40 dólares, forçando alguns mineiros a encerrarem as operações.
Pressão adicional veio de tarifas dos EUA, preocupações com a cadeia de suprimentos e uma queda de 30% no preço do BTC no final de 2025.
Embora o Bitcoin tenha se recuperado desde então, ainda está abaixo de seu recorde histórico de 125.000 dólares, mantendo os mineiros sob pressão contínua de margens ao entrar em 2026.
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