O Debate sobre a "Escassez" do Bitcoin: Estamos Medindo Errado?
O renomado economista e crítico de longa data do Bitcoin, Peter Schiff, recentemente provocou uma discussão instigante no X, desafiando a forma como percebemos a escassez do Bitcoin. Seu argumento? O suprimento total de Bitcoin—21 milhões—pode ser um número arbitrário que não reflete verdadeiramente a escassez.
A Visão Não Convencional de Schiff:
Schiff apresentou uma hipótese: E se o limite de suprimento do Bitcoin fosse 21 bilhões em vez de 21 milhões? Sua reviravolta? Redefinir 1 BTC como 100.000 satoshis (em vez de 100 milhões), mantendo o suprimento total de satoshis inalterado. O Bitcoin ainda pareceria escasso?
Seu ponto? A figura de "21 milhões" é apenas uma unidade feita pelo homem—o que realmente importa é o suprimento de satoshis, as menores unidades divisíveis do Bitcoin.
A Psicologia da Escassez
Isso levanta uma questão interessante: A escassez do Bitcoin é apenas uma questão de percepção?
🔹 Se 1 BTC = 100.000 sats em vez de 100 milhões, o mesmo suprimento existiria—apenas rotulado de forma diferente.
🔹 A capitalização de mercado não mudaria, apenas a contagem nominal de "moedas inteiras."
🔹 Isso significa que a escassez é mais sobre psicologia do que matemática?
Por Que Isso Importa
O argumento de Schiff não é apenas um experimento mental—ele desafia a forma como discutimos o valor do Bitcoin. Se a escassez está ligada às menores unidades (sats), e não à figura arbitrária "21 milhões", isso muda a forma como vemos a resistência à inflação do Bitcoin?
Pensamento Final: Quer você concorde com Schiff ou não, sua visão nos força a repensar como medimos a escassez em ativos digitais. Talvez a verdadeira mágica não esteja no número de "moedas" mas nas regras imutáveis que governam sua criação.
O que você acha—a unidade de medida muda a proposta de valor do Bitcoin? Vamos discutir.👇
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